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Omar Ghanem - As Competências contemporâneas de um Líder na busca por resultados exponenciais.

Papo de Heads
Papo de Heads

355 plays · Aug 28, 2023

Em nosso primeiro episódio temos a honra de receber Omar Ghanem que com muita experiência trás a temática: As Competências contemporâneas de um Líder na busca por resultados exponenciais!

Transcript

Speaker: Se você está buscando temas como liderança, inovação, desenvolvimento profissional e uma visão privilegiada do universo dos heads, este é o podcast ideal para você. Eu sou a Monique Gunning e essa é minha esposa, Poliana Gunning. Juntas, queremos trazer para vocês insights valiosos, histórias inspiradoras e dicas práticas para impulsionar sua carreira e gestão.

Speaker: Bem -vindo ao nosso podcast Papo de Redos. Hoje vamos falar sobre as competências contemporâneas de um líder na busca por resultados exponenciais. E aqui, como sabemos, essas competências são de extrema importância. Essas habilidades, esses conhecimentos, eles são traços de uma forma que capacita um indivíduo

Speaker: a guiar, a influenciar a sua equipe, a sua organização, e também impactam no desenvolvimento e no sucesso dessa equipe. Agora, olha que interessante, não apenas o sucesso da equipe, mas elas impactam também na criação de uma cultura organizacional saudável e também eficaz.

Speaker: E, para falar sobre esse tema tão importante, chamamos um mestre neste assunto, Omar Ghanem. Olá, Omar! Seja muito bem -vindo ao Papo de Reds. É uma honra tê -lo conosco. Perfeito. Inicialmente, quero agradecer a vocês, Monique e Poliana, pela oportunidade desta interação e deste papo aqui, deste bate -papo, obviamente, com os Reds.

Speaker: Omar é palestrante com destaque nacional, mentor em gestão, liderança e performance, conselheiro de empresas, head do Kory Excellence Center, mantenedor da Kory International School, consultor na DASA, mestre em administração estratégia das organizações e expert em técnicas e processos na experiência do cliente,

Speaker: em carreiras, em liderança e gestão de pessoas. Omar, que satisfação imensa tê -lo aqui conosco. Para começar, a minha pergunta aqui será bem objetivo e direta. Nos conte aqui quais são as principais competências que aquele líder eficaz ou para ser eficaz ele deve possuir ou desenvolvelas, Omar?

Speaker: Quando a gente olha para o questionamento das competências, que neste exato momento e neste mundo em que a gente vive, que é o mundo no linear e não compreensivo, quer dizer, ansioso, um mundo sem a linearidade, sem a comunicação de uma forma efetiva e frágil,

Speaker: Eu destacaria que o grande olhar que nós precisamos para que você traga, Poliana, justamente os resultados exponenciais, é a gestão da capacidade. Quer dizer, lá no passado, quando nós estudávamos gestão, nós olhávamos para a gestão da competência. Leia -se, o somatório de conhecimento, habilidades, atitudes em busca de resultados, eu diria, com um critério de inovabilidade.

Speaker: quer dizer, inovação, criatividade, disrupção. Mas, de nada adianta você ser um ser competente se você não tiver esta capacidade da aplicação e da prática. Então, numa visão muito sistêmica, quando esta pergunta me é feita, obrigatoriamente a gente olha para a gestão

Speaker: da competência, porém incorporada, que é o que a gente chama de gestão da capacidade. Mas aí na prática, e trazendo muito aqui o explorar aplicável, eu diria que um bom líder hoje, aquele cara que realmente está fazendo a diferença, ele inicialmente, ele olha pra si.

Speaker: Ele busca entender o quanto de confiança, o quanto confiável ele é. Então eu sou um cara confiável, eu entrego confiança e eu confio no outro. Depois o quanto de transparência eu entrego.

Speaker: aos meus relacionamentos, o quanto de antifragilidade quer dizer eu aprendo com os meus erros, o quanto eu estou me desenvolvendo de uma forma auto gerenciável, o quanto eu estou buscando a iniciativa para não deixar

Speaker: para amanhã e, sim, fazer o negócio acontecer, quer dizer, eu posso até planejar. Mas a história do fazejamento e não só do planejamento é bastante importante. E essa última questão que nós tínhamos citado, que é a questão da criatividade. Então, o líder competente, ele olha para si, ele olha para o time, ele conhece as suas pessoas, ele conhece, e aí, sim, ele busca

Speaker: entregar uma comunicação de resultado, entendendo que o grande mentor de uma mensagem é ele mesmo, responsável pelo conteúdo e pelo resultado de uma mensagem é ele. Então a gente tem dito que

Speaker: Comunicação hoje é resultado, é EBITDA, é realmente algo que qualifica a maneira como a gente expôs um determinado assunto, e depois a gente olha para três outros pilares que são bastante importantes para um líder competente, que é o olhar para estratégia, olhando para o planejamento,

Speaker: para o pensamento inovativo, analítico, visão sistêmica, para o processo. Quer dizer, nós temos o processo e a gente olha para o processo e cuida do processo. E mais, o líder atento na sua competência, ele também está utilizando de tecnologia e de conteúdo para novamente olhar para si, olhar para o time, olhar para a estratégia e olhar para o processo. Então, estes são os grandes inspiradores

Speaker: para o ser que busca realmente entregar resultados elevados. Nossa, Omar, excelente. Muito bom mesmo. Trazendo um pouco mais aqui do que você falou, que eu acho que é extremamente importante e que linka muito isso e que nos dias atuais é tão importante que é a confiança, né, Omar? Isso.

Speaker: Conta pra gente assim, como que você entende, como que os líderes hoje nesse mundo atual que você trouxe muito bem aqui pra gente, como que eles conseguem cultivar um ambiente de confiança, aquela confiança de verdade, né, Omar? E colaboração, colaboração de verdade entre os membros da equipe.

Speaker: Muito legal, Monique. O ponto base para o olhar da gestão da confiança e da colaboração vem muito de alguns grandes pensadores que entendem que a base do resultado elevado, que é justamente o que a gente traz aqui nesse papo, é a confiança mesmo. Patrick Lincione é um dos grandes pensadores desta temática. Ele diz, sem confiança,

Speaker: não existe resultado, não existe alta performance. E aí o ponto um na minha visualização é, sejamos o modelo de confiança. Nós precisamos olhar para nossa integridade, para nossa honestidade, para nossa transparência nas nossas ações e comunicações. Nós precisamos também buscar uma comunicação que seja aberta e efetiva, quer dizer,

Speaker: Eu só termino uma agenda no momento em que eu questiono a você o quanto ficou ou o que ficou desta nossa interação. Então, num modelo muito prático é perguntar, gente, nós passamos aqui dez minutos, quinze minutos, mais ou menos,

Speaker: e muito foi trocado, interagido. O que nós faremos com tudo isso que nós entregamos aqui? Quer dizer, questionar sem medo, sem receio, e buscar entender o que ficou de mensagem no outro, para que na ação ou na estratégia da entrega daquela mensagem que ficou para o receptor,

Speaker: o resultado acontece. Depois, o quanto a gente busca definir expectativas claras, o quanto a gente reconhece e celebra as realizações de quem faz acontecer, o quanto nós estamos promovendo a diversidade e a inclusão de verdade nas nossas organizações,

Speaker: o quanto a gente delega de uma forma inteligente, o quanto a gente fomenta a conexão, a cocriação, o espírito do trabalho, do team building, do trabalho em equipe, o quanto a gente busca resolver conflitos de maneira construtiva, o quanto a gente realmente se inspira a entregar um feedback que seja construtivo,

Speaker: e que realmente o feedback coexista com a essência, com a cultura, com a base de inspiração da própria organização. E mais, por último, o quanto eu estou aprendendo com os meus erros e estou trazendo isso para mim, para o time e para a organização como um todo e dizendo, olha, eu também erro.

Speaker: quer dizer, fazendo com que a entrega de princípios básicos da empatia, da troca, da interação, sejam os grandes alicerces na busca por resultado, pelos princípios da confiança e da colaboração.

Speaker: Interessantíssimo. Fazendo uma conexão, Omar, você falou muito aqui em confiança, e essa conexão tem que ser feita com a escuta. Quando a gente fala de escuta, de ouvir, é aquela escuta ativa. Tudo passa por ouvir e entender.

Speaker: para passar confiança também. Então, como que os líderes podem demonstrar uma verdadeira disposição em ouvir as preocupações e ideias da sua equipe? Muito bom, muito bom. Poliana, existe uma grande diferença entre o escutar e o ouvir, né? Eu vejo de vez em quando o meu pequeno, o nosso pequeno Theo dizendo, papai, você não está me escutando.

Speaker: verdadeiramente em alguns momentos eu falo filho realmente papai tá te ouvindo quer dizer eu não estou processando e quando a gente traz o grande papel de um líder é diferente de um gestor que é o inspirar pessoas

Speaker: O líder precisa estar presente, ele precisa de uma forma ativa entregar atenção a todos os movimentos e quando a gente escuta não é só com o ouvido, a gente processa inclusive a disposição corpórea do outro na entrega daquilo que na mensagem a gente precisa buscar entender.

Speaker: Já aprendemos, Pauliana, que nós precisamos evitar interrupções, fazermos perguntas constantemente e incentivar as perguntas, porque o grande molde

Speaker: do aprendizado e mais do entendimento da necessidade do outro, é fazer com que as perguntas estejam à mesa para que a gente entregue efetivamente aquilo que está sendo discutido ou necessário para a relação. Depois, reserve julgamentos, quer dizer, deixe julgamentos de lado.

Speaker: demonstre novamente, e de verdade, empatia com o outro, trabalha os princípios, obviamente, da confidencialidade, então deixe claro que tudo que a gente está conversando ficará aqui. Eu tenho aqui nas minhas mentorias e nas palestras, eu falo muito da brincadeira de Vegas, o que em determinados momentos nós temos como necessidade, que é a questão da confidencialidade, ela permaneça.

Speaker: Questione feedback, então pergunte, o que ficou disso? Você gostou? Ficou claro para a gente? Será que eu fui claro? Agradeça. Faça reuniões periódicas, sistemáticas, agendadas. Eu gosto muito de olhar para rotinas de agendas,

Speaker: que tragam essa essência da necessidade de a gente buscar um monitoramento de um processo, de uma estratégia, de um desdobramento e deixar a agenda preenchida a cada 15 dias num determinado momento, nós estamos juntos e a gente vai analisar status de uma ação, de uma estratégia.

Speaker: Depois, sejamos consistentes e, por último, quando a gente fala em escutar, uma das coisas importantes é a gente entender as técnicas.

Speaker: da comunicação. Nós precisamos aprender a buscar técnicas que nos permitam entender o momento exato em que eu estou quase duplicando a fala por uma incerteza em segurança interna que eu tenho sobre determinado assunto, eu busco revisitar o que eu já falei e volto com isso à mesa. E isso acaba atrapalhando

Speaker: assertividade, efetividade, trazendo um propósito não muito objetivo para os momentos em que a gente está vivendo que exigem a agilidade e a assertividade em toda a mensagem entregue. Perfeito, Omar.

Speaker: e trazendo aqui estar presente, rotina, agenda, consistente, falar diretamente ao ponto que é isso que você está trazendo, né, Omar? E isso a gente vê muito no dia a dia, as pessoas se preparando para isso, mas nesse mundo que nós estamos vivendo, Omar, que muda constantemente,

Speaker: é super importante também a gente trabalhar com a adaptabilidade. Então, assim, na prática ajuda a gente a entender um pouco como que você acha que os líderes também, Omar, além dessa rotina, desse dia a dia, como que eles podem fazer para se desenvolver, capacitar para se adaptar a novas situações e até mesmo, Omar, desafios que possam aparecer. Muito bom, Monique.

Speaker: Eu tenho comigo uma máxima aqui sobre essa temática que é o seguinte, ou você aceita a mudança ou

Speaker: estar afadado ao insucesso. Então eu brinco muito que ou você aceita a mudança, ou você faz a mudança. E aí você busca aqui, com muita assertividade, entregar a própria visão e as práticas ambidestras. O quanto você está olhando, você líder, que busca ser um líder de resultado elevado. O quanto você está buscando no hoje,

Speaker: entregar o melhor do seu potencial, a sua melhor capacidade de entrega e o quanto do seu tempo, da sua energia, do seu recurso diário você tem separado e investido para o seu desenvolvimento.

Speaker: Porque não adianta eu fazer somente o hoje. Eu preciso construir o amanhã. Então olha só que interessante. Eu não deveria esperar alguma coisa acontecer. Eu posso fazer um movimento para que algo aconteça. Ou melhor, se eu não consigo mover ou estar praticamente neste status da movimentação e da mudança, que eu esteja, sim, preparado.

Speaker: E o preparado, e para eu me preparar, eu preciso ponto um.

Speaker: manter -me informado o quanto de nós estamos buscando, nesta cadência aqui que a gente tem chamado, esse modismo do Life Long Learning, o quanto da vida contínua, do desenvolvimento contínuo, do meu aprendizado, da minha ativação no aprender, eu entrego no meu dia a dia. O quanto de flexibilidade mental,

Speaker: o quanto de aprendizado por meio de experiências, do facejamento de novo, porque aqui na andragogia, no espírito de aplicação para adultos, a gente aprende fazendo, quanto a gente faz erra e com o erro, aprende

Speaker: por intermédio da causa, o motivo e recria a estratégia para que eu continue, muitas vezes, até errando, mas que eu conserte mais rápido e que eu volte mais facilmente. Outro ponto, desenvolver habilidades, obviamente, para a gente olhar para soluções, sejamos adaptativos aos contextos, olhar para networking para eu buscar

Speaker: por intermédio da conexão com outras pessoas, formas mais rápidas, quem sabe, de adaptação, aceitar o fracasso, buscar muitas vezes também delegar aquilo que está comigo e eu acho que eu tenho que centralizar, eu posso olhar para o outro e dizer, fraciona essa atividade comigo, essa tarefa, para que eu possa olhar para essa mudança e, de uma certa maneira, investir um tempo ou um recurso

Speaker: e a minha disponibilidade, e por último, a gente precisa trabalhar muito com uma das grandes características do momento, que é a racionalidade em cima da minha emoção. Eu não posso estar entregando a não -paciência, a ansiedade, quer dizer, eu preciso de uma calma, e a calma vem por intermédio do racional, da inteligência, controlando a minha emoção.

Speaker: Olha só que bacana, Omar. Você citou aqui para nós alguns pontos como aceitar as mudanças ou fazer ou até mesmo promovê -las. E aqui encerrou com a entrega da racionalidade, o controle das emoções. E fazendo uma reflexão de uma forma geral, por vezes essas mudanças geram alguns desconfortos. E aí, como consequência, o que nós temos? Algo bem desafiador, que são os conflitos.

Speaker: Então, qual a sua dica, o que você pode nos falar para fazer nós, gestores, essa gestão desses conflitos dentro da nossa equipe? Certamente. Olha que interessante, Pauliano, essa colocação do conflito. Na minha visualização, quando eu estou com profissionais que buscam

Speaker: uma entrega diferenciada, eu tenho dito o seguinte, ou o cara conflita, ou o cara conflita. Porque se nós não conflitarmos pelas ideias, quer dizer, se eu não divergir, tendo sim num desenho, num design empático com o outro ou com os outros, estivesse educado de fazer as colocações, eu acabo aceitando, mesmo que discordando, de algo que eu precisava, a mesa, colocar

Speaker: como o meu direcional, o meu pensar, a minha história, a minha experiência e aquilo que eu acredito sobre determinado tema. Então eu tenho dito, Pauliano, o seguinte, eu preciso sim conflitar pelas ideias.

Speaker: abre aspas, eu preciso brigar pelas ideias. Eu não preciso e não devo acreditar que somente a minha ideia é a correta, é a verdadeira e é a que direcionará o nosso trabalho. Mas eu não posso ficar quieto, calado, até eu tenho brincado demais com as pessoas, aqueles profissionais que entram numa agenda, numa reunião quietos e saem calados,

Speaker: desafio ali nós temos, ou com o líder, com aquele que puxa a reunião, aquele momento, ou com aquele que está ali por estar. E muitas vezes quando a gente se reúne, Pauliano, a gente precisa fazer com que todos a mesa entendam os seus papéis e saibam exatamente

Speaker: porque eles estão ali. E aí eu gosto de pensar que a construção de um novo cenário, a construção de um novo produto, o revisar de um serviço ou implementar algo no negócio, ele se faz por intermédio de gente.

Speaker: E é muito importante quando o líder entende que o papel dele, além do inspirar, é fazer com que as pessoas divirjam nesses aspectos que eu vou colocar para vocês aqui. Primeiro ponto, a comunicação tem que ser aberta. Ela não pode fazer com que as pessoas efetivamente se escondam.

Speaker: E se você observar em algumas organizações, em alguns grupos, até o corpo está fechado, a pessoa está canhada, a pessoa cruza os braços. Então, quanto de abertura nessa cultura a gente estimula nós enquanto seres que precisamos entregar resultado, a gente tem estimulado... Ô, bichão!

Speaker: Vamos lá, abre o corpo aí, vamos falar, tá tudo certo aqui, estamos nas quatro paredes e aqui a gente vai realmente trazer isso, a tônica, de uma forma empática que a gente não prejudique o cara,

Speaker: na sua essência e, sim, na ideia. É a ideia que a gente tem que discutir. Outro ponto importante, Pauliana, que a gente tem que trazer é a questão da mediação. A gente tem que ter ali alguém que faça essa mediação do conflito, que é um dos papéis do líder também. E mediar é estar presente com todas as partes. Porque é muito ruim quando alguém chega pra você e diz, ah, o fulano de tal fez tal coisa e não entregou no prazo X.

Speaker: Perfeito. Você já conversou com o fulano digital? Não. Ou já já conversou com o fulano digital? O líder deste fulano digital sabe que você percebeu a não entrega? Não. Então, bora. Vamos fazer o quê?

Speaker: Uma reunião, um momento, um encontro em que todos, ao mesmo tempo, estejam juntos e, de verdade, fazendo aquelas colocações que você, muitas vezes, de uma forma isolada, escutou de alguém que, na cultura daquela organização, daquele negócio ainda, tem aquilo do, quase que, a possibilidade da fofoca. O que a gente tem como critério aqui, o estabelecer normas de uma cultura que seja uma cultura aberta,

Speaker: Todos falam porque todos buscam o resultado. E se eu não falo, eu tô vendo o meu colega não entregando, outro que chega atrasado, outro que tá nem aí, e eu carrego mais pedra ou mais peso nas minhas costas em detrimento, aí eu ficar quieto. Outro ponto importante, respeitar. Eu já tinha falado, mas gosto muito de olhar pra essa questão de que somos diferentes, muito diferentes, cada um é unitário, então o respeito

Speaker: a pluri, a diversidade, isso aos multis, porque são pessoas distintas no aceite dos outros que constroem coisas distintas. E é essa a expectativa que a gente espera no mercado. Do mesmo está cheio e o mesmo virou commodity. Então por isso que nós precisamos de pessoas que aceitam o outro e que sejam os outros também

Speaker: aceitos para que a gente possa construir, aí sim, resultados diferenciados. É uma comunicação ética, né, Umar? E com inteligência emocional.

Speaker: Perfeito? É muito isso. É comunicação ética com racionalidade. Isso mesmo. Deixando de lado os critérios, muitas vezes, da emoção. Porque eu não curto muito ela. Eu não preciso amar. Eu tenho que respeitar as pessoas com quem eu trabalho. Não é amor. É respeito acima de tudo. Que legal, Amar. Perfeito, perfeito.

Speaker: Eu acho que, olhando para tudo que a gente já conversou agora, a gente passou por competências, a gente passou por confiança, pela escuta, por se adaptar a esse mundo, pelos conflitos. E você trouxe uma fala que eu achei muito legal, que é a gestão da capacidade.

Speaker: Então, por mais que nós estudamos, fizemos faculdades, fizemos cursos, cursos técnicos, nós sabemos que nós precisamos sempre nos desenvolver. Até você trouxe o Life Long Learning, que está cada vez mais atual.

Speaker: necessário. Umar, você entende que no dia a dia você hoje é uma pessoa que desenvolve pessoas. Você é mentor, você está ao lado de diversos profissionais em vários segmentos, desenvolvendo pessoas, desenvolvendo crianças na escola. Você

Speaker: Por mais que tudo que você já trouxe aqui pra gente, existe aqui uma dica bem especial pra gente, algum recurso ou alguma abordagem que talvez possa ser usado pra continuar a aprender a se desenvolver e o não parar.

Speaker: Monique, existe a pirâmide do conhecimento, do desenvolvimento humano que diz claramente para a gente o seguinte. Quer aprender algo? Faça. Por exemplo, em casa nós temos praticamente uma confeitaria. Você pode ler a receita do bolo, mas se você não ousar fazer o passo a passo e buscar entregar um bolo bom, um bolo perfeito, sem o procedimento, sem o você mexer,

Speaker: o bolo, mexer os componentes, os ingredientes, fica mais difícil. Então toda a base de um desenvolvimento hoje que seja andragógico e falando para adultos, obviamente, a gente olha para essa cadência do

Speaker: aprender fazendo e aí tem questões muito importantes porque o adulto ele ele faz quando nesse nosso bate -papo aqui algo fez sentido no sense making fez sentido para ele ele sai desse bate -papo ele diz isso aqui faz sentido e eu vou aplicar nós

Speaker: entregamos praticamente o desenvolvimento contínuo por intermédio, muitas vezes, da colaboratividade. Olha que interessante, né? A capacidade do ser humano olhar para o outro de uma forma aberta e dizer esse cara faz coisas diferentes de mim.

Speaker: eu devia encostar nesse cara um dia e, quem sabe, por intermédio de uma micromentoria, questioná -lo de, você pode me mentorar nesse item aqui, quem sabe, 15, 30 minutos por semana, você me ensinar como você entrega isso para as pessoas. Um outro espírito que eu gosto de enxergar muito nas pessoas inteligentes, aquelas que mesclam qualidades e competências distintas dos outros e criam quase que redes de squads,

Speaker: pessoas plúrias ali que estão sentadas discutindo um tema ou discutindo um problema e desenhando ações, estratégias para que este problema deixe de existir no nosso dia a dia.

Speaker: Se a gente olha para gerações, um outro ponto importante é a geração Z que alguns brincam que é a geração Z de Zorra e esta é a geração juntamente com a Y hoje que detém mais de 40 % do capital do mercado e as decisões muitas vezes partem destes. A gamificação

Speaker: tem atendido uma conexão quase que concentrada destes novos geracionais à implementação do conhecimento do saber do aprendizado. Outro ponto importante é a gente olhar para a inteligência artificial que está presente nas nossas vidas, e é uma ferramenta sem volta. Ou você usa ou você usa. Porque ela está disponível para justamente diminuir o teu tempo,

Speaker: na captação, muitas vezes, de informações. Não com tanta consistência para alguns olhares ou para as questões mais científicas, quem sabe, mas para um panorama sistêmico é muito importante. Eu gosto muito de olhar para leitura em livros,

Speaker: a realização de cursos e a participação em workshops, esse status de você olhar mentores no mercado, essa conexão, Monique, de você buscar, por intermédio do networking, a vivacidade nos outros saberes, você buscar por aplicativos, grupos de discussão, o LinkedIn traz os grupos online, que são os LinkedIn Groups. Eu gosto muito de entregar feedback,

Speaker: de buscar uma autoavaliação, de estudar histórias de líderes, casos, de pessoas que fizeram a diferença e, na biografia, você entender também estas experiências. E, por último, buscar entregar também um conteúdo mais limpo, mais direto, com uma gestão da atenção aplicável. E, nisso tudo, obviamente fazendo com que nós entendamos

Speaker: que o saber, o conhecer, o aprendizado, esse aprendizado que está vivo, que está ativo, ele é tão importante quanto o alimento que a gente consome, ele é tão importante quanto o exercício físico que a gente faz, porque o ser, o líder diferente, ele precisa comer, ele precisa adquirir, ele precisa estudar para que ele seja e ele se entregue diferentemente no mercado e no momento em que a gente está vivendo.

Speaker: Uau! Incrível, sensacional! Então líderes ou futuros líderes busquem desenvolver -se, inspirar -se. E aqui o nosso convidado trouxe diversas ferramentas que nós podemos acessar aqui para aprimorar as nossas habilidades e desenvolver nossa forma de liderar. Por isso, gratidão, meu querido Omar.

Speaker: Bem, estamos chegando ao final do nosso primeiro episódio Papo de Reds e esperamos que para vocês, assim como foi para mim e para a Monique, tenha sido inspirador. E para encerrar, gostaríamos que você, se possível, deixasse aqui uma mensagem e até mesmo a dica de um livro para aqueles ouvintes que queiram aprofundar -se sobre esse assunto.

Speaker: Muito bom, estou muito feliz, muito honrado aqui em estar com vocês, Poliana, Monique. Olha, eu quero, sim, eu acho que deixar primeiro quase que um princípio meu que tem norteado o meu caminhar aqui enquanto gestor, enquanto líder, que é o seguinte.

Speaker: quer ser um líder que impacte, esteja online, quer dizer, esteja vivo, viva, seja encontrável, responda, o WhatsApp, atenda o telefone, inspire o outro, dê o exemplo, faça acontecer, quer dizer, tem um propósito,

Speaker: Esteja aberto, seja ambidestro, estude sempre, participem, escutem podcasts como este aqui, busque recursos, aplique as ações, revise a estratégia e por último, mensure, e se for necessário, recomece a todos os momentos.

Speaker: E um livro, eu acho que para compartilhar, eu acho que com um pouco de tudo que a gente falou aqui, tem um livro que é muito legal, e eu sou muito do positivismo, que diz, o nome do livro é o seguinte, como chegar ao sim. Como negociar acordos sem fazer concessões. Este é um livro de Harvard, é um livro que traz um resultado de um grande projeto de negociação,

Speaker: daquela universidade que inspirou três grandes pensadores, o Uri, o Fischer e o Patron, a trazer para nós, a trazerem então dicas práticas de como nós sentamos com as pessoas, com liderados ou com líderes,

Speaker: a discutir assuntos nesta proposta de repensar, de disruptar, de inovar e de criar. E eles dizem o seguinte, separe as pessoas das questões da discussão. Quer dizer, a pessoa tem que estar separada da ideia. Eu olho por ser, é o ser separado da ideia. A gente vai discutir ideias. Concentre -se nos interesses de todas as partes.

Speaker: Não fique defendendo a pessoa, certo? Mas concentre -se no propósito de cada um. Trabalhe a parceria para encontrar as saídas criativas, saídas conjuntas, conectadas, complementares. Alcança o objetivo, sempre adjudicar o relacionamento de todos. E por último, negocie com as pessoas um fechamento. E muitas vezes você vai perceber que sempre tem o mais difícil ali no contexto.

Speaker: Então, esse é um livro prático que me ensinou demais e me inspira a trabalhar fortemente com equipes de alta performance.

Speaker: Uau Omar, que incrível aula! Pessoal, o Omar trouxe valiosos insights, dicas práticas e muito conhecimento super atual. Gratidão Omar, foi muito bom, gostamos muito de estar com você. E recomendamos seguir o Omar para conhecer um pouco mais a sua super inspiradora jornada. O Omar tem um processo de mentoria pessoal que vale muito a pena conhecer.

Speaker: E a todos vocês, saibam que à medida que vocês continuam suas jornadas como líderes, lembrem -se que o Life Long Learning é essencial. Convidamos a aplicarem suas ideias em suas interações diárias e a compartilharem suas histórias de sucesso e seus desafios conosco. Estamos no Instagram, papo de heads.

Speaker: E fiquem atentos para o próximo episódio, onde exploraremos outro aspecto fascinante da liderança. Gratidão por nos acompanharem e lembrem -se, todos nós temos o potencial de ser líderes em nossas próprias maneiras unidas.

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