Transcript
Speaker: E aí
Speaker: Olá, você está escutando o Pitada de Clubismo, o podcast de análises táticas, técnicas, estatísticas, com aquela pitadinha de clubismo.
Speaker: Hoje temos mais uma rodada do Campeonato Brasileiro quentinha, quentinha do forno para vocês.
Speaker: Tivemos, talvez, o melhor empate do campeonato, se bem que Vasco e Palmeiras foi também um jogo eletrizante, mas estamos falando de Grêmio.
Speaker: e Bragantino 3x3, o Glorioso continua invicto e o único 100% no campeonato, um 2x0, diga-se de passagem, a caixa punch pra cima do Atlético Mineiro, o Palmeiras segue sendo Palmeiras e muito, muito mais destaques vindo por aí.
Speaker: Eu sou o Rafael Lima e comigo ele, Guilherme Silva.
Speaker: Bom dia, boa tarde e boa noite pra você que escuta a gente.
Speaker: Essa rodada repleta de jogo interessante,
Speaker: Teve até briga nos bastidores pra ver quais seriam os jogos de destaque que a gente ia fazer.
Speaker: Tivemos que entrar num consenso.
Speaker: Exato.
Speaker: Na rodada passada foi tranquilo, essa foi até mais difícil, alguns jogos bem interessantes.
Speaker: Mas sem mais delongas, vamos começar então com o melhor jogo da rodada e dos melhores do campeonato.
Speaker: E o melhor empate da rodada, Bragantino 3, Grêmio 3.
Speaker: Melhor, Grêmio 3, Bragantino 3.
Speaker: Não, realmente foi um jogaço e um jogo que o torcedor do Bragantino, se falar que merecia ganhar, não vai estar muito errado não.
Speaker: O Bragantino que... O Grêmio, na verdade, saiu na frente com o pênalti do Cristaldo aos seis minutos, foi um pênalti muito mé,
Speaker: do Luciano, em cima do Luciano, mas ali realmente foi pênalti.
Speaker: Cristaldo, que parece ser o novo batedor agora do Grêmio, depois dos inúmeros erros do Luiz Soares, botou pra dentro, só que o torcedor gremista não pôde nem comemorar
Speaker: Já no lance seguinte, veio o empate com a bela jogada do Bruninho assistindo ao Matheus Fernandes, que viria a dar uma assistência para o Eduardo Sacha no segundo tempo para a virada do Bragantino.
Speaker: E daí para frente foi o caos.
Speaker: O caos reinou.
Speaker: Gol do pistoleiro num belíssimo chute.
Speaker: O Luiz Sárez que marcou seu primeiro gol no Campeonato Brasileiro.
Speaker: Finalmente o nosso Mano Soares fez o gol.
Speaker: Vimos a pistola sendo beijada.
Speaker: Tivemos também o primeiro gol do Soares contra uma equipe de Série A ou B, né?
Speaker: Que ainda não havia acontecido.
Speaker: Nossa, aleluia.
Speaker: E logo após o gol do Soares, não dou nem pro trouxer do Massa Bruta se acostumar ao empate.
Speaker: Já veio a virada do Grêmio com bela jogada do Everton Galdino, que puxou na entrada da área, puxou pra esquerda e meteu no canto oposto do goleiro, do Lucão.
Speaker: E parecia mesmo que...
Speaker: com a falta de volume de jogo e mesmo com muita dificuldade em criar dentro de casa, parecia ser uma vitória do Grêmio.
Speaker: Eis que surge Thiago Borbas, ele mesmo, aos 45 do segundo tempo, 46 já, já nos acréscimos, e bota a bola pra dentro num erro pífio da zaga do Grêmio, que perdeu o resultado que estava na mão, um resultado que, na verdade,
Speaker: Pra ser justo, valeu muito mais o 3x3 do que o 3x2 pro Grêmio.
Speaker: O que você achou da partida?
Speaker: Inclusive, foi um bom começo de primeiro tempo do Grêmio.
Speaker: Um bom começo, digo, seis minutos.
Speaker: Até sair o pênalti.
Speaker: Talvez sim, porque o jogo foi pro VAR, o pênalti.
Speaker: E depois a gente viu um Bragantino amassando o Grêmio.
Speaker: O Grêmio não conseguia jogar.
Speaker: O Bragantino, de fato, mostrou mais uma vez, mesmo sem sair com a vitória, ser um time muito bem treinado pelo Caixinha.
Speaker: O time vem bem.
Speaker: Apesar de ter levado a 3 a 0 do Cruzeiro, jogou bem naquele jogo.
Speaker: Hoje já leva 3 gols de novo, mas joga bem, ainda mais com um elenco que não é recheado.
Speaker: E ainda mais sem o Arthur, que aí saiu recente, o craque do time.
Speaker: E tem um número interessante desse primeiro tempo, que depois que sai o gol do Bragantino, e antes daquela pressão do final do primeiro tempo que o Grêmio faz, com o bola alçada na área, tá o chute longe, aos 45 do primeiro tempo...
Speaker: O número de finalizações do jogo era 9x2 para o Bragantino.
Speaker: Bizarro o quanto o Grêmio sofreu nesse primeiro tempo e merecia ter lavado a virada já no primeiro tempo.
Speaker: O Bragantino acabou parando no goleiro do Grêmio, que fez uma boa partida.
Speaker: Apesar de ter sofrido 3 gols sem ele, poderiam ter sido 5, 6.
Speaker: Complicada a situação do Grêmio, que de novo consegue pontuar, mas não consegue convencer a torcida.
Speaker: Quer uma estatística ainda mais interessante sobre o número de finalizações?
Speaker: Em termos de finalizações totais, o Bragantino teve mais finalizações com 21 a 11.
Speaker: Só que em termos de finalizações no alvo, o Grêmio só teve 3 chutes no gol na partida tordinha.
Speaker: E o Grêmio marcou 3 gols desses 3 chutes no gol.
Speaker: Enquanto o Bragantino teve 7 chutes no gol.
Speaker: Até no fiel da balança de finalizações, que são estatísticas mais descritivas em vez de preditivas necessariamente, porque você não sabe a qualidade de cada chute, parece uma defasagem muito grande a favor do Massa Bruta.
Speaker: Desculpa, mas só o que a gente viu no campo foi um amasso, como posso dizer, da área técnica.
Speaker: Contra uma imposição física e uma imposição mental na volta do intervalo que meio que pegou o Bragantino de surpresa, a gente pode dizer assim.
Speaker: Mas na média do jogo inteiro, o Pedro Caixinha votou o Renato Gaúcho no bolso.
Speaker: botou e conseguiu um empate no final.
Speaker: Sim, o Renato Gaúcho que teve fortes aspas sobre a partida depois do jogo, falando, e aqui eu abro aspas, poderíamos ter perdido, que era o que merecíamos.
Speaker: O adversário foi melhor em todos os sentidos, tivemos poucos momentos bons, mas em uma falha coletiva, cedemos um empate.
Speaker: Estávamos na frente até o fim do jogo, não o que merecíamos, mas por um erro infantil, deixamos de ganhar mais dois pontos.
Speaker: Falou o queridíssimo Renato Gaúcho e assim, ele resumiu bem.
Speaker: O Grêmio se achou numa posição de ganhar em casa do Bragantino por 3x2, muito por aquele pênalti estúpido no começo da partida,
Speaker: E B, duas ótimas finalizações, uma do Soares, que foi qualquer coisa, finalização que mostra muito a qualidade do pistoleiro, e a outra também do Galdino, foi uma bela finalização, que foi aquele chute que pula logo na frente do goleiro, e é muito difícil você pegar, ainda mais quando é mandado no canto, como o Galdino mandou.
Speaker: Mas fora isso, o Grêmio que teve muito poucas chances de criação na partida e tirou o Cristaldo no meio do segundo tempo, que pra mim fez a equipe perder muito o seu rendimento criativo e seu rendimento coletivo de forma ofensiva.
Speaker: Recuou também o Bitello pra tentar...
Speaker: Quando tirou o Vina e o Criciado recuou o Bitello pra tentar fazer um time mais ofensivo com o Zinho e com... Nossa, eu odeio essa alteração do Gaúcho.
Speaker: Recuar o Bitello, basicamente você mata as principais características do Bitello, que é a velocidade e o drible.
Speaker: Foi o Zinho e quem que entrou?
Speaker: Me deu um branco agora.
Speaker: Mas abriu o Zinho na esquerda e o Bitello recuou mais no meio e o time... Foi o jeito que o Renato tentou encontrar pra ficar mais ofensivo.
Speaker: Até que funcionou.
Speaker: Entraram o Zinho e o Galdino.
Speaker: O Galdino que fez o gol.
Speaker: É, o Galdino fez o golzinho.
Speaker: Dá chance pra ele, é isso mesmo.
Speaker: É. Não, então as alterações até surtiram o efeito do gol, né?
Speaker: Surtiram o efeito, mas o time, depois do terceiro gol, recuou muito mais do que precisava.
Speaker: Entra também um zagueiro no final mais pra frente pra tentar segurar.
Speaker: Foi a gente ver um jogo covarde do Grêmio.
Speaker: Um Grêmio covarde, que é o que o Grêmio vem sendo nesse começo de...
Speaker: Campeonato Brasileiro, né?
Speaker: Realmente muito aquém daquele Grêmio que a gente conheceu no começo de 2023 e que o Renato falou que ia brigar nas cabeças com qualquer um.
Speaker: Mas ele já mandou, né?
Speaker: Já mandou a letra.
Speaker: Necessito reforços agora no Grêmio e precisa realmente de pontas de velocidade.
Speaker: E se a gente for comparar a qualidade dos chutes, tanto do Bragantino quanto do Grêmio, a gente pode perceber que o Grêmio teve 1,58%.
Speaker: De X-Gote, né?
Speaker: Que é a nossa estatística favorita, pelo menos a minha.
Speaker: A sua, né?
Speaker: De qualidade do chute.
Speaker: Porém, o Bragantino teve três.
Speaker: E dos três, marcou três gols.
Speaker: Então, foi... O Bragantino fez o número de gols que ele teria feito normalmente com chutes certos.
Speaker: Mas o Grêmio dobrou a estatística.
Speaker: E foi assim que ele conseguiu manter os três gols.
Speaker: Mas, de fato, foi uma partida bem difícil pro Grêmio.
Speaker: E agora o Grêmio segue pra enfrentar Palmeiras lá na Alianza Arena e recebe o Fortaleza na Arena do Grêmio.
Speaker: Então...
Speaker: Era exatamente isso que eu ia falar, o Grêmio que pega o Palmeiras na quarta-feira e joga logo em seguida contra o Fortaleza.
Speaker: No domingo, Grêmio que joga fora de casa contra o Palmeiras e em casa contra o Fortaleza.
Speaker: Fortaleza que é uma das melhores equipes da competição junto com o Palmeiras.
Speaker: Realmente complicadíssimo para a equipe do Renato Gaúcho.
Speaker: E antes da gente terminar o Grêmio, deixa eu passar uma estatística interessante sobre o Soares.
Speaker: Você tem ideia, quantas finalizações o Soares teve que dar pra fazer o seu primeiro gol no Brasileirão?
Speaker: Contando o pênalti também e essas coisas.
Speaker: Eu chuto pra mais de 20.
Speaker: Hum, não foi pra tanto.
Speaker: O Soares fez o seu gol na 13ª finalização, depois do jogo foram 14, né?
Speaker: Mas depois da sua 13ª finalização, o Soares finalmente desencantou e marcou gol no Brasileirão.
Speaker: Será que é o primeiro de muitos?
Speaker: Esperamos, né?
Speaker: Eu que escalei o Soares no Cartola.
Speaker: Eu também.
Speaker: Deu muito bom.
Speaker: Eu acho que todo mundo escalou o Soares, pelo menos na nossa liga, todo mundo escalou.
Speaker: É. Deu bom pra geral.
Speaker: Mas agora mudando, então, pro jogo que foi, sinceramente, muito passeio de um lado pra cima do outro, né?
Speaker: Botafogo 2x0 pra cima do Atlético Mineiro.
Speaker: Pô, o Galo conseguiu jogar por 10 minutos.
Speaker: jogado pau a pau por 10 minutos.
Speaker: Não jogou melhor, jogou pau a pau com o Botafogo por 10 minutos.
Speaker: Dos 10 pra frente, a gente viu um jogo de um time só, que é bom lembrar, veio com o meio todo reserva, Tiquinho Soares e Eduardo no banco.
Speaker: O Luiz Castro já veio poupando pro jogo do meio de semana, pela sequência da temporada, e dito isso...
Speaker: o Botafogo deu um amasso no Galo, onde provavelmente foi a pior atuação do Hulk com a camisa do Galo.
Speaker: E estava no meu cartola.
Speaker: Que tristeza.
Speaker: E o Botafogo, que poupou assim, não vai viajar, joga só na quinta, vem descansado contra o Corinthians, vai jogar no Engenho de novo, sem viajar, então vem com o time com uma força máxima possível, provavelmente, e assim...
Speaker: Esse time é fogo de palha ou esse time é de verdade?
Speaker: Eu acho que essa é a maior questão desse começo de Brasileirão, né?
Speaker: Esse Botafogo vem pra brigar ou é mais um resultado circunstancial de momentos de brilhantismo que teve?
Speaker: E assim, eu vou te falar, essa vitória em específico em cima do Atlético Mineiro me fez acreditar um pouquinho mais...
Speaker: Na primeira hipótese.
Speaker: Porque se você lembra, se você olha para as vitórias do Botafogo até então, contra o Palmeiras na primeira rodada, teve seus momentos no começo da partida e no final que garantiram...
Speaker: Eu falei o quem?
Speaker: Palmeiras.
Speaker: Opa, perdão então.
Speaker: Eu tava pensando no Vasco já, que também não ganhou no Palmeiras.
Speaker: Ninguém ganhou no Palmeiras.
Speaker: Ninguém ganhou no Palmeiras, vamos deixar aqui registrado.
Speaker: Mas então, obrigado pela correção.
Speaker: O jogo da primeira rodada contra o São Paulo, o Botafogo teve seus momentos...
Speaker: E assim, foi o que garantiu a vitória por 2x1, foi aquele primeiro gol do Tiquinho no começo e um gol no cruzamento do próprio Tiquinho, se não me engano, pro Eduardo, que quebrou o 1x1 e deu a vitória pro Botafogo.
Speaker: Mas o São Paulo, por longos momentos da partida, tomava as ações e tinha as ações até mais perigosas do jogo.
Speaker: Inclusive com o Lucas Perri fazendo um bom jogo contra o São Paulo.
Speaker: Não só bom, um ótimo jogo.
Speaker: Aí você olha para o próximo jogo do Botafogo.
Speaker: Foi o quê?
Speaker: Foi a vitória 2x1 contra o Bahia.
Speaker: Lá na casa do Bahia, na Arena Fonte Nova, o Botafogo que mais uma vez abdicou por longos períodos de tempo da partida
Speaker: sem estar com a posse de bola, posse de bola e tomando mais ações estava muito mais a equipe do Bahia, só que teve aquele lance do Tietê num jogo que mais uma vez estava 1x1, um lance de um brilhantismo e um chute de rara felicidade do Tietê, que tira os três pontos para o Botafogo 2x1.
Speaker: Algo similar acontece na partida contra o Flamengo, muito por conta da circunstância do jogo.
Speaker: Obviamente que o Botafogo estava com um a menos.
Speaker: Mas quando saiu 2x0, jogou o primeiro tempo bem.
Speaker: Sim.
Speaker: Defendeu bem o Flamengo.
Speaker: O Flamengo só teve chance mesmo no primeiro tempo no comecinho do jogo, depois mais nada.
Speaker: E a expulsão acaba, a circunstância do Flamengo, a amassar o jogo um pouco.
Speaker: Mas não conseguiu tirar os três pontos do Botafogo, muito pelo contrário.
Speaker: Muito pelo oportunismo tanto do segundo gol, que foi o cruzamento na área e a cabeçada, quanto do terceiro gol, que foi já um Botafogo com um a menos.
Speaker: O Tietê sai driblando por aquela zaga apática do Flamengo e acha o Tiquinho Soares.
Speaker: Mas esse jogo aqui contra o Atlético Mineiro seguiu um roteiro diferente.
Speaker: Seguir um roteiro diferente, eu digo isso por quê?
Speaker: Porque o Botafogo, na partida contra o Atlético, ele teve mais finalizações, foram 22 finalizações contra 9, 7 chutinhos no segundo tempo, são 12 do Botafogo contra 3 do Galo, estou certo?
Speaker: É isso mesmo?
Speaker: Isso mesmo.
Speaker: Não, 13 do Botafogo contra 3 do Galo, o Galo que não acertou...
Speaker: a linha do gol em nenhum momento no segundo tempo.
Speaker: Exato.
Speaker: Foi um segundo tempo onde o Kudê tentou alterar, fez três alterações no primeiro tempo para o segundo, e o efeito sutil foi negativo.
Speaker: O Botafogo amassou simplesmente mais do que já estava amassando.
Speaker: Foi um erro crasso e um acerto magnífico do Luiz Castro.
Speaker: Só para fechar esse ponto, o Botafogo, que pode não ter tido mais posse de bola...
Speaker: Que o Atlético Mineiro na partida.
Speaker: Mas teve muito mais volume de jogo ofensivo.
Speaker: Do que o Atlético.
Speaker: E é por isso que eu acho que essa vitória.
Speaker: Mostra algo diferente.
Speaker: Principalmente uma equipe que estava mista.
Speaker: Mostra algo diferente.
Speaker: Dessa equipe do Botafogo.
Speaker: Que é confirmar favoritismo.
Speaker: E ganhar jogando melhor.
Speaker: E tendo maior volume ofensivo do que o adversário, que pelo que a gente acabou de falar, não foi necessariamente o que aconteceu nas vitórias contra São Paulo e Bahia, e circunstancialmente por conta da perda de um jogador cedo na partida, não foi o que aconteceu também na vitória contra o Flamengo,
Speaker: que foram vitórias, todas as três vitórias, muito mais, pegando emprestado uma palavra do São Paulo, que não me sabe mais da cabeça, da contundência e da letalidade do ataque do Botafogo.
Speaker: Mas contra o Atlético Mineiro foi diferente.
Speaker: Inclusive, a gente tem que destacar, além do Junior Santos, que foi o melhor jogador da partida, o Vitor Sá.
Speaker: Por que o Vitor Sá assim?
Speaker: Nota só faz score dele 7.7.
Speaker: Fez o que que isso?
Speaker: Tendo 7 finalizações e usando a camisa 7.
Speaker: O que eu li sobre foi, ele incorporou o Garrincha.
Speaker: E basicamente foi o que ele fez.
Speaker: Jogou muita bola, incomodou muito o lateral do Atlético Mineiro.
Speaker: Tal qual o Júnior Santos, aquele golaço de letra, né?
Speaker: Não, não, não.
Speaker: O golaço de letra foi o Vitor Sá.
Speaker: Um golaço pornográfico dentro da área do Atlético Mineiro.
Speaker: Incorporou o Garrincha.
Speaker: Bizarro o que ele fez.
Speaker: Inclusive, a gente também tem que destacar uma partida...
Speaker: individual do Atlético Mineiro, que nem foi todo mundo do Atlético Mineiro que jogou mal.
Speaker: O Everson fez sua primeira boa atuação no ano, evitou o pior.
Speaker: Podia ter sido muito pior, o Everson evitou uns três chutes.
Speaker: Muito claro, se o Botafogo podia ter mal acertado.
Speaker: E aí teria sido feio.
Speaker: Teria ficado mais feio do que já foi.
Speaker: Assim, o Vitor Sá e o Júnior Santos fizeram o que queriam com esses laterais do Atlético Mineiro.
Speaker: Tanto é que o Kudê volta pra segunda etapa mudando, tirando o Rubens pra botar o Patrick.
Speaker: Muito mais pra querer ser ofensivo do que qualquer outra coisa.
Speaker: O que foi uma alteração que se provou muito ruim, muito errada.
Speaker: O tiro saiu pela culatra.
Speaker: O Rubens, mesmo estando ruim, ainda é muito mais sólido defensivamente do que o Patrick.
Speaker: E aí foi uma festa mesmo, tanto do Júnior Santos, que era o que estava caindo pelo lado do Patrick, realmente nos embates, nos duelos do...
Speaker: do Júnior Santos, muito raramente você conseguia ver o Patrick tirando o perigo dele, ele rabiscava pra cima tanto do Patrick quanto pra cima do Rubens, pra cima de qualquer um, na verdade.
Speaker: Assim, foi uma atuação muito fraca de ambos os laterais do Atlético Mineiro e, já falando do Atlético Mineiro, muito fraca do ataque como um todo, né?
Speaker: Parece que...
Speaker: Se não for o Hulk pra resolver qualquer parada, o Atlético Mineiro simplesmente não funciona.
Speaker: A epítome disso foi uma bola que o Paulinho saiu cara a cara com o goleiro.
Speaker: E ainda assim ele tava literalmente cara a cara com o goleiro, tentou achar o Hulk, tentando passar por um zagueiro do Botafogo em vez de lançar pra dentro.
Speaker: Basicamente eu acho que o Paulinho botou o Hulk como capitão do time dele.
Speaker: Só isso pode explicar.
Speaker: Inclusive a gente também tem que falar sobre o Marlon Freitas e o Gabriel Pires, que fizeram jogos excepcionais.
Speaker: Lembrando que não vem sendo os titulares do meio de campo do Botafogo.
Speaker: Esses vem sendo Tietê e Luiz Henrique, né?
Speaker: Creio que sim.
Speaker: Não, perdão, é o Danilo Barbosa.
Speaker: Danilo Barbosa, perfeito.
Speaker: Dito isso, o Zaratxo sumido em campo, totalmente anulado.
Speaker: Hulk, sumido.
Speaker: Paulinho, muito mais sumido.
Speaker: E assim, fica difícil pro Galo.
Speaker: E agora, trazendo os destaques do time do Botafogo, que agora é o líder, mais uma vez, dorme com um líder isolado brasileiro, um único time com 100%, é o time que tem menos chutes pra marcar gol, são 4.2 chutes pra marcar um gol.
Speaker: Agora vem segunda menor posse de bola do campeonato, em média, a primeira, você deve imaginar, Rafa, qual é, mas a gente vai falar sobre ela já já.
Speaker: Segundo o melhor ataque do brasileiro, só perde pro Palmeiras, que de fato meteu 5 no Goiás.
Speaker: O segundo com menos passes pra marcar gol.
Speaker: Então é um time que consegue, com poucos passes ou com menos passes, chegar na meta.
Speaker: e o time com maior comprimento médio de passe.
Speaker: E o comprimento médio de passe seria o quê?
Speaker: Seria a distância que os passos são por média.
Speaker: É interessantíssima essas estatísticas, até porque confirma muito o teste do olhômetro para esse time do Botafogo, que é um time super direto, que abdica, não procura ter muito a posse de bola.
Speaker: O Sampaoli vendo esse time do Botafogo
Speaker: morre de um infarto, porque amor pelo balão não tem, né?
Speaker: Amor pelo balão não tem.
Speaker: Inclusive, por isso, o Galo é o segundo ou terceiro time com mais passos trocados e com maior posse de bola.
Speaker: Salvo engano, só atrás de Flamengo e Fluminense.
Speaker: Segundo maior posse de bola, na verdade, na frente do Flamengo, inclusive.
Speaker: Só atrás de Fluminense.
Speaker: Então, foi um jogo bem de opostos nesse quesito.
Speaker: Que encaixa muito bem, né, pro Botafogo.
Speaker: Em teoria, encaixaria também muito bem pro Atlético Mineiro se conseguisse criar um melhor produção no texto final.
Speaker: Mas, antes da gente terminar, fechando aqui o assunto Botafogo, essas estatísticas são interessantes, mas elas são também, assim, eu não diria preocupante, obviamente, mas
Speaker: São estatísticas que é difícil você replicar.
Speaker: Durante o curso de um campeonato todinho de 38 rodadas.
Speaker: Então vamos ver.
Speaker: Como é que vai ser esse ataque do Botafogo assim, quando a gente chega lá pela décima rodada, décima quinta rodada?
Speaker: E assim, pode manter esse ritmo?
Speaker: Tem times, existem times campeões já que mantêm esse ritmo.
Speaker: Me lembro de alguns times assim, ingleses que foram campeões.
Speaker: O Chelsea do Mourinho era um que quase não tinha... É, quase não tinha a posse de bola.
Speaker: Não só do Mourinho, inclusive.
Speaker: Sim, não só do Mourinho, acho que do Conte também era assim.
Speaker: Obviamente, tudo isso aqui é dado as suas devidas proporções, pra ninguém falar, ah, meu Deus do céu, o Botafogo é o próximo nível... Não.
Speaker: E pros amigos brasileiros, o Botafogo tem um time bem qualificado, então não me surpreenderia tanto se a média, obviamente, em moral vai baixar, mas não baixasse tanto, porque os jogadores são qualificados.
Speaker: Assim, os jogadores são qualificados, mas...
Speaker: É uma estatística que é difícil você manter.
Speaker: Eu só digo isso, é um ritmo que é difícil você manter, tendo tão poucas chances e aproveitando tão bem essas chances.
Speaker: A regra de números largos da estatística diz que com um espaço amostral suficientemente largo, você tem uma regressão à média.
Speaker: Então, vamos ver, né?
Speaker: Se vai haver a regressão à média com o Botafogo ou não.
Speaker: Mas o que é fato é que já se torna uma das histórias mais interessantes para acompanhar nesse precedrão.
Speaker: A regressão à média do Botafogo é natural, muito natural.
Speaker: Vai acontecer...
Speaker: Mas eu imagino que se com um time misto o Botafogo conseguir dominar tão bem o Galo, talvez essa regressão à média aconteça não de forma tão contundente.
Speaker: Seja uma forma que, claro, piore, mas não piore tanto esses números.
Speaker: É algo a se ver.
Speaker: São números que vão ser interessantes de acompanhar, esses do Botafogo.
Speaker: Perfeito.
Speaker: E agora indo pra o jogo do sábado, né?
Speaker: Digamos assim.
Speaker: O jogo do Sport TV, né?
Speaker: O jogo do sábado, né, Guilherme?
Speaker: Não.
Speaker: Você tem algum com isso aí?
Speaker: Vamos lá, vamos lá.
Speaker: Você tem algum com isso aí?
Speaker: Fluminense 1, Vasco 1.
Speaker: Um Fluminense que vinha de uma vitória caixapante, um 5x1, pra cima do River Plate.
Speaker: Um resultado que, por si só, já é histórico por ser o River Plate e por ser 5x1.
Speaker: Nunca uma equipe brasileira meteu 5 no River Plate assim, como jogou o Fluminense.
Speaker: Realmente um resultado muito expressivo da equipe do Fernando Diniz.
Speaker: E contra um Vasco que...
Speaker: tropeçou em casa, né?
Speaker: Contra o Bahia.
Speaker: Tropeçou em casa, era pra ter ganho, uma derrota que fica aí já entre um dos... Era pra ter ganho, seria o sentido que antes do jogo, né?
Speaker: Se esperava que ganhasse.
Speaker: Não, é exatamente... Não, assim, obviamente, se o Vasco faz gol no primeiro tempo, o jogo completamente muda.
Speaker: O jogo fica muito pautado por aí também.
Speaker: Mas não é nem aqui, nem aí.
Speaker: Não é nem aqui, nem aí.
Speaker: O Vasco perdeu pro gol Bahia.
Speaker: Muito mérito do Bahia.
Speaker: Bahia mereceu ganhar a partida, se é isso que você queria que eu dissesse.
Speaker: Mas... Mas aí você tem um a um...
Speaker: o Vasco muito oportunista no primeiro, o Vasco começa bem as partidas numa pressão altíssima na saída de bola, é muito difícil pressionar a saída de bola do Fluminense, erro do Fábio gol do Pedro Raul
Speaker: E se desenha muito um cenário que já vimos em outras partidas do Vasco, que começa muito bem a partida, mas que não consegue sustentar no segundo tempo.
Speaker: Exatamente o que eu ia falar.
Speaker: Inclusive o Vasco talvez tenha feito um primeiro tempo melhor do que fez contra o Galo, por exemplo.
Speaker: O melhor que fez assim, depois de fazer, no caso, depois dos dois gols contra o Galo, depois do gol contra o Fluminense.
Speaker: O time se defendeu melhor.
Speaker: O Fluminense não conseguiu encontrar muita chance no primeiro tempo.
Speaker: E criou, criou até bem.
Speaker: Criou até bem o Vasco, é. Sobre o segundo tempo já já eu falo, mas...
Speaker: O jogo foi exatamente o que se esperava antes do jogo, que seria um Vasco que iria pressionar alto o Fluminense e incomodar e quando fizesse seu gol, ia diminuir um pouco essa pressão, ia segurar o Fluminense, ia tentar amassar, tentar fazer um empate.
Speaker: Só que aconteceu muito rápido, né?
Speaker: Muito mais rápido do que a gente imaginava que fosse acontecer.
Speaker: Com 50 segundos, o Pedro Raul já tinha feito 1x0, já tinha colocado o SG do cartão de todo mundo por água abaixo,
Speaker: Menos o seu, óbvio, que o José Vasco e não escalar o ninguém do Fluminense, né?
Speaker: Não, não escalei ninguém da defesa do Fluminense.
Speaker: Eu sabia que o Vasco ia marcar.
Speaker: Obviamente, por compromisso moral de jogar o Cartola sério, tive que escalar o Germancano, o artilheiro do mundo, nesse ano.
Speaker: Quartilheiro do mundo nesse ano contra uma defesa do Vasco que tomou gol em todos os jogos do Brasileirão até agora.
Speaker: Fica aí a estatística.
Speaker: Vasco que tomou o quê?
Speaker: Puxando de cabeça.
Speaker: Que tomou o quê?
Speaker: Cinco gols já no Brasileirão.
Speaker: Também marcou cinco.
Speaker: Seu tosse de cabeça é cinco, cinco.
Speaker: Não, é isso mesmo.
Speaker: Marcou cinco, tomou cinco.
Speaker: mas não escalei ninguém na defesa do Fluminense, aí já é um compromisso moral por ser vascaíno também.
Speaker: Justo, e ainda no primeiro tempo o Vasco ainda tem um contra-ataque com o Gabriel Peck,
Speaker: Uma boa chance, coisa que não criou, por exemplo, muito contra o Galo.
Speaker: Conseguiu criar uma grande chance com o Peck, que podia ter feito, pelo menos, o Fabio fazer a defesa, acabou a bola indo pro lado de fora.
Speaker: Faz parte.
Speaker: E o Fluminense, que lembra de cabeça um chutezinho do Cano, o Mequetreff.
Speaker: No primeiro tempo, isso, obviamente, só.
Speaker: Agora, o segundo, as coisas mudam.
Speaker: As coisas mudam porque o Fluminense começa a amassar desde o primeiro minuto.
Speaker: mas eu venho com uma ressalva.
Speaker: Uma estatística interessante que eu fui atrás, pesquisei para ver, e realmente, o Fluminense não conseguiu nenhuma finalização dentro da área do Vasco com o pé.
Speaker: Por que eu digo com o pé?
Speaker: Porque dentro da área foram só finalizações de cabeceio ou os chutes foram muito de longe de fora da área, que deram muito perigo.
Speaker: Aí você fala, ah, teve a do cano que saiu o gol, é verdade.
Speaker: Exatamente, é o que eu ia falar agora.
Speaker: Teve a do cano que saiu o gol.
Speaker: Mas veio um cruzamento também que o normal seria a cabeçada, mas o cano, como é diferenciado, conseguiu ajeitar o corpo pra dar aquele voleio bizarro.
Speaker: De pé esquerdo.
Speaker: De pé esquerdo ainda.
Speaker: E aí veio outra finalização com o pé, que foi a do Lima no rebote, né?
Speaker: Mas fora essas, você não vai achar uma finalização com o pé do Fluminense.
Speaker: No segundo tempo todinho.
Speaker: E contando o primeiro também.
Speaker: Ah, na partida toda.
Speaker: Na partida toda.
Speaker: Isso é mérito da defesa do Vasco, de não deixar o Fluminense entrar, mas não protegeu também a grande área, porque foram várias oportunidades de chute de longe que o Leo Jardim fez milagres.
Speaker: E o Fluminense podia ter feito o gol.
Speaker: Além daquela cabeçada do Ganss também.
Speaker: Foram boas chances, mas a maioria vinha de cruzamento.
Speaker: Que foi o jeito que o Fluminense encontrou, né?
Speaker: De for a defesa do Vasco.
Speaker: O Léo Jardim que foi, sem nenhuma dúvida, o melhor da partida do Vasco.
Speaker: De novo.
Speaker: De novo.
Speaker: O Léo Jardim que, por sinal, nessas primeiras quatro rodadas do Campeonato Brasileiro, é disparado o goleiro que mais fez defesas difíceis na competição, com 12.
Speaker: Quer chutar quem vem em segundo, Guilherme?
Speaker: Eu venho essa estatística.
Speaker: É o Fábio.
Speaker: Com oito.
Speaker: Com oito.
Speaker: Quatro a menos.
Speaker: E o Fábio fez seis contra o Fortaleza.
Speaker: Seis defesas difíceis contra o Fortaleza.
Speaker: E o Lucas Perri, só a título de completar a estatística, chega em terceiro com seis defesas difíceis.
Speaker: O Lucas Perri, que a gente fala, que teve um ótimo começo de Brasileirão.
Speaker: E ainda assim, em termos de defesas difíceis, isso é um dado do Footstats, pra dar nome aos bois.
Speaker: Metade das defesas difíceis que o Léo Jardim...
Speaker: teve que fazer nesse começo de campeonato, pra você ver o quão bizarro é. O número de defesa de shotage deles é bem similar, mas a defesa do Vasco deixa criar muitas chances mais claras de gol pro outro time do que o Botafogo.
Speaker: Mas o Vasco, o que eu posso dizer, é que enfrentou alguns times bem cascadouros, né?
Speaker: E aí o time conseguiu fazer os seus cinco pontos jogando contra a Fluminense...
Speaker: Palmeiras e... Atlético Mineiro.
Speaker: Fora de casa.
Speaker: E que, obviamente, agora, por conta dessa derrota do Atlético Mineiro na casa do Botafogo, não parece tão grande escoisa, mas... Ganhar do Atlético Mineiro, no Mineirão...
Speaker: ainda segue sendo uma das tarefas mais difíceis para um time visitante do Brasil.
Speaker: Junto de ganhar do Atlético Paranaense na Arena Baixada, junto de ganhar do Palmeiras no Allianz Parque, é... Até o do Bahia não funcionou, que nem o Botafogo fez também, a gente tem que dar uma moral.
Speaker: Sim, perfeito.
Speaker: Mas assim, realmente, se você olha os jogos do Vasco contra Atlético Mineiro, Palmeiras e Fluminense...
Speaker: O Vasco tirar 5 pontos desses 3 jogos, tá ótimo, tá muito bom, tá muito bom mesmo.
Speaker: O problema foi a derrota em casa pro Bahia.
Speaker: Isso aí realmente que trouxe um time meio que pra realidade um pouco mais.
Speaker: Só que começou nesta de Brasileirão do Vasco e indo pro Fluminense, que foi a outra equipe desse empate,
Speaker: O Fluminense Fernando Diniz tem muito esse roteiro também.
Speaker: Como o Vasco tem esse roteiro de começar bem o primeiro tempo e cair no segundo, o Fluminense geralmente não acerta os encaixes táticos no primeiro tempo, não imprime esse ritmo forte no primeiro tempo.
Speaker: Agora, quando chega no intervalo o Fernando Diniz, que é excelente em fazer ajustes durante o jogo, posiciona a equipe muito bem para a segunda etapa e o Fluminense amassa todo mundo.
Speaker: amassa todo mundo, amassou o Atlético Paranaense amassou o, puxando aqui de cabeça amassou o River Plate amassou o América Mineiro e amassou o Vasco também, isso aí é fato amassou assim, de ter um volume de jogo e imprimir um ritmo
Speaker: muito maior do que o da equipe adversária na segunda etapa.
Speaker: Tanto é que teve um momento do jogo que eu mandei uma mensagem pra você, né?
Speaker: Eu adoraria ver o Vasco trocar três, quatro passes seguidos.
Speaker: O Fluminense começou de um ritmo e terminou também, e teve um meio de segundo tempo também, num ritmo alucinante.
Speaker: Foi o segundo tempo inteiro.
Speaker: O Vasco, foram raros os momentos que o Vasco conseguia respirar.
Speaker: O Fluminense, que nesse jogo tentou 658 passes, trocou 592.
Speaker: Uma apostagem de acertar 90%.
Speaker: O time com o Marcelo foi mais pro meio, né?
Speaker: No segundo tempo, o Alexander abriu mais pra esquerda.
Speaker: E o John Kennedy foi deslocado pra área.
Speaker: E o André voltou pra zaga.
Speaker: E aí, por isso também o Fluminense fez muitos cruzamentos, já que tinha o John Kennedy cano na área.
Speaker: E até que deu certo, o Ganso também infiltrando.
Speaker: Foi muito interessante, teve algumas chances, mas eles pararam na muralha do Léo Jardim, né?
Speaker: Mas não vai ser normal o tempo todo, porque o Fluminense teve chance.
Speaker: E é pra ter saído com a vitória, merecia ter saído com a vitória.
Speaker: Só pra dar as estatísticas restantes do jogo, o Vasco não conseguiu trocar 70 passes nem no primeiro, nem no segundo tempo.
Speaker: Acabou com 120 passes tentados.
Speaker: Não, foram 195, tá?
Speaker: 120 certos, perdão.
Speaker: É, 120 certos.
Speaker: Agora a gente vai pra um chute certo do Vasco, que foi o gol contra 9 do Fluminense, 8x24 em finalizações, um X igual do Fluminense de 2.65 contra 0.77 do Vasco, e o XG de 1.83 contra 0.71.
Speaker: E por incrível que pareça...
Speaker: Mesmo com isso, tudo que eu falei do segundo tempo também, não foi o pior segundo tempo que o Vasco fez nesse campeonato.
Speaker: É, assim, você tá falando daquele segundo tempo contra o... O Galo.
Speaker: O Galo?
Speaker: Porque o Vasco conseguiu chegar algumas vezes na área do Fluminense, diferente daquele jogo contra o Galo que eu consegui contar nos dedos.
Speaker: Nesse jogo contra o Fluminense, o Vasco conseguia chegar.
Speaker: Obviamente, a gente assistiu ambas as partidas e, assim, o Galo também criou muito pouco naquele segundo tempo.
Speaker: Foi muito um abafa, foi muito um ter posse de bola e cruzar muito na área, o que o Fluminense fez bastante também no segundo tempo.
Speaker: Mas o Fluminense teve mais qualidade, tanto é que veio ao empate na segunda etapa, e o Galo não veio ao empate.
Speaker: Mas, assim, o problema do Vasco...
Speaker: É que, muito nesse segundo tempo, nesse negócio do porquê o time cai muito no segundo tempo, é que não tem peças de reposição.
Speaker: O Vasco não tem peças de reposição à altura ou próximo da altura do time titular.
Speaker: E eu me arrisco até a dizer que é um dos times que tem maior defasagem entre os 11 titulares e o time reserva no Campeonato Brasileiro.
Speaker: Eu falo isso porque você olha no banco do Vasco
Speaker: Para a partida contra o Fluminense entraram Matias Galarza, jogador que nem se destacou na Série B do Vasco do ano passado, Egnaldo, Figueiredo e Marlon Gomes, três jogadores muito jovens da base que ainda estão se firmando, têm seus altos e baixos, que é natural do processo.
Speaker: E Juan Cruz, conhecido como Juan Seco, que Guilherme já conhece muito bem, já sabe como é um bagre de primeira, né?
Speaker: Eu até não gosto de chamar jogador de bagre, mas o Juan Cruz, pelo amor de Deus... Não gosta, né?
Speaker: Tá certo.
Speaker: Eu realmente não gosto.
Speaker: Você tá certo.
Speaker: Você quer de volta?
Speaker: Você quer de volta o Juan Cruz?
Speaker: Você gosta dele tanto assim?
Speaker: Meu, pode ficar.
Speaker: Ah, entendi.
Speaker: Já se adaptou, né, o Vasco?
Speaker: Já entrou no... Já, já, já.
Speaker: Já entrou no Uggly Ball 2.0 do Barbieri.
Speaker: Mas então, assim, esses foram os caras que entraram pelo Vasco na partida.
Speaker: No lado do Fluminense você teve o Guga entrando, jogador que já foi titulado o Atlético Mineiro em vários momentos.
Speaker: Apesar de que o Guga jogou bem mal.
Speaker: Assim...
Speaker: Não jogou tão bem quanto o Samuel Xavier jogaria, mas não comprometeu, pelo menos.
Speaker: John Kennedy, que tá se encaixando, tá se acertando dentro desse esquema do Diniz.
Speaker: E o próprio Lele, que foi o artilheiro do Campana Carioca, ou se não me engano, brigou ali pela artilharia com o próprio Germancano.
Speaker: E o Thiago Santos, eu esqueci de mencionar o Thiago Santos.
Speaker: Mas realmente são...
Speaker: Você olha pro banco do Fernando Diniz, são jogadores que... Tem muito mais experiência e estão muito mais... Bem adaptados e prontos... Pra esse estilo de jogo do Fernando Diniz.
Speaker: Contra o time do Vasco que botou... Cinco jogadores, dois deles...
Speaker: jogadores bem ali na média, pra ser gentil, e outros três que são ainda da base, que estão subindo, que estão ainda no processo de se firmar como profissionais.
Speaker: E mesmo só com quatro jogos, a discrepância de Fluminense e Vasco, nos números, é absurdo.
Speaker: Eu trouxe aqui pra gente, por exemplo...
Speaker: No top 4 jogadores, já com mais passes, trocados do Brasileirão, a gente tem André Nino do Fluminense.
Speaker: André que vem jogando muito no meio, inclusive é um dos melhores meio-campões do Brasileirão nesse começo, e vem jogando muito na Zé também, quando o Filipe Melo sai.
Speaker: E o Vasco vai começar a enxurrada de estatística agora.
Speaker: Pior média de passes certos por jogo, menor número de passes tentados, menor média de finalizações por jogo, maior média de finalizações sofridas por jogo e menor média de passes de bola por jogo.
Speaker: Em todas essas estatísticas do Vasco, o Fluminense é top 3, top 2 ou o melhor.
Speaker: Então, assim, são estilos de jogo que vêm sendo bem discrepantes
Speaker: Não vou dizer que o Vasco vai jogar sempre assim, porque talvez seja porque jogou contra times melhores.
Speaker: Eu me arriscaria a dizer que é exatamente por ter jogado contra as equipes que jogou.
Speaker: Porque o Barbieri, que você olha pro trabalho dele com o Bragantino...
Speaker: Ele era um time que trocava bastante passas com o Bragantino.
Speaker: Era um time mais rápido, era um time bem vertical.
Speaker: Mas era um time que o Barbieri mesmo, ele fala muito disso.
Speaker: Era um time que jogava pra ser protagonista.
Speaker: O Vasco, salvo talvez o primeiro tempo contra o Bahia, não foi protagonista por largos períodos de tempos nesse começo de Brasileirão em nenhuma partida ainda.
Speaker: Só que...
Speaker: Assim, 5 pontos ali em 11º.
Speaker: E é isso.
Speaker: Isso é bem a expectativa mesmo do Vasco.
Speaker: E os próximos dois jogos contra Curitiba e Santos, inclusive nossos times vão se enfrentar, né?
Speaker: Agora nesse domingo.
Speaker: É verdade, nesse fim de semana que vem.
Speaker: Nesse final de semana.
Speaker: Aí vai ser teste para cardíaco desse podcast.
Speaker: Vamos ver se o podcast vai sobreviver.
Speaker: Mas esses próximos jogos vão...
Speaker: vão falar muito mais sobre a temporada do Vasco que a gente ainda não pôde ver.
Speaker: O que é ir jogar fora de casa contra um time que não é absurdamente mais técnico e mais bem preparado que o Vasco, e jogar em casa contra um time que joga ali naquele mesmo balado, naquele mesmo grupo de equipes da segunda metade da tabela.
Speaker: Um time, o Santos, que joga mais pro contra-ataque, apesar de estar jogando melhor nessas últimas partidas, a gente vai falar mais sobre mais pra frente.
Speaker: Vai se encaixar com o estilo de jogo que o Vasco quer tentar, mas a gente tem que ver como é que vai se encaixar.
Speaker: Esse jogo contra o Curitiba vai ser interessante.
Speaker: E o Fluminense vai próxima partida para o Mineirão, a volta do Cruzeiro para o Mineirão, depois de se acordar com o estádio.
Speaker: Contra, vai receber logo o Fluminense, jogo direto pela parte lá de cima da tabela, né?
Speaker: De fato, pelo menos por enquanto.
Speaker: E depois, no fim de semana, o Fluminense vai receber o Cuiabá.
Speaker: Então, é um jogo bem pedreiro, é um jogo que o Fluminense tem tudo para conseguir uma tranquila vitória.
Speaker: Pô, olho aberto pro Cuiabá, viu?
Speaker: Cheio de surpresinho.
Speaker: Seguindo pro último jogo dos destaques, a gente coloca o jogo mais falado pela mídia.
Speaker: O jogo que eu mais vi programa esportivo falando do pós.
Speaker: Mas que pelo menos pra ver o pilhado puto, então, pelo menos já me dá uma alegria.
Speaker: Não, mas foi um bom jogo, tá?
Speaker: Eu curti o jogo, eu assisti os 90 minutos.
Speaker: Eu curti, eu gostei do jogo.
Speaker: Estamos falando de Atlético Paranaense 2.
Speaker: Flamengo 1, a terceira vitória do Flamengo já, ou terceira vitória, terceira derrota do Flamengo já no campeonato brasileiro.
Speaker: Não, se fosse vitória que era a Flapéz, é loucura.
Speaker: Mas terceira vitória já do Mengudo no Brasileirão, o Flamengo que só ganhou até agora do Curitiba em casa, 3x0 na abertura do campeonato.
Speaker: E o que tu achou da partida, Guilherme?
Speaker: O começo de partida bem interessante do Cebolinha, principalmente.
Speaker: Inclusive, ele só foi o primeiro no começo do jogo.
Speaker: Mas ele foi um inferno na vida do Kelvin, né?
Speaker: O Kelvin não consegue encontrar o Cebolinha em campo.
Speaker: Ele realmente jogou um absurdo, principalmente no começo do primeiro tempo.
Speaker: E ficou difícil pro Atlético, ainda mais quando o Gabigol vai e converte o pênalti.
Speaker: Muito difícil pegar um pênalti do Gabigol.
Speaker: E aí, um a zero pro Flamengo.
Speaker: E o Flamengo meio que parou, né?
Speaker: No primeiro tempo, depois disso.
Speaker: Sim, o Flamengo que abriu um a zero.
Speaker: Depois, pareceu muito contente em cozinhar aquele 1x0.
Speaker: O Atlético Paranense também, para ser sincero, não agredia bastante o Flamengo naquele momento.
Speaker: Até um...
Speaker: Belíssimo passe, se eu não me engano, do Fernandinho, que craque é o Fernandinho.
Speaker: Que tinha feito o pênalti bom no Cebolinha, inclusive.
Speaker: Sim, que foi o que esticou a perna para o tropeço do Cebolinha dentro da área.
Speaker: O Fernandinho acha um passe primoroso.
Speaker: Dentro da área.
Speaker: E... Não, se não me lembra nem foi o Fernandinho.
Speaker: Foi o Fernandinho.
Speaker: Foi ele sim.
Speaker: Foi o passe primoroso do Fernandinho.
Speaker: Assim, se o Santos estivesse minimamente bem posicionado no lance, não seria gol do Vitor Roque.
Speaker: Não seria gol do Vitor Roque, porque o Vitor Roque basicamente só escora a bola, tenta dominar a bola, não consegue, só escora a bola diretamente pro meio do gol.
Speaker: Só que o Santos tava lá marcando a baliza já, pô.
Speaker: O Santos já tava na cabeça que o Vitor Roque não ia chegar na bola.
Speaker: O problema é que o Vitor Roque chegou.
Speaker: E se o Vitor Roque dominar essa bola, era gol do mesmo jeito, porque o gol tava aberto.
Speaker: Então não fez diferença se ele ia dominar a bola ou se ele ia dar só totózinho.
Speaker: Pelo posicionamento do Santos ia ser gol do mesmo jeito em ambos os casos.
Speaker: Dessa forma ficou até melhor sem ele dominar.
Speaker: É só a bola ir pro gol que ia ser gol porque o Santos estava muito adiantado.
Speaker: O que já me traz pra um primeiro ponto que talvez a gente pode conversar mais tarde sobre esse jogo ainda.
Speaker: que é a opção do Sampaoli por adiantar tanto o Santos, né?
Speaker: Apesar de que isso não me parece que fez o Flamengo sofrer muito gol, o posicionamento adiantado do Santos.
Speaker: Claro, isso já é... Se o Tiquinho... Era o Tiquinho ou era o Eduardo?
Speaker: Acho que era o Tiquinho.
Speaker: Acerta aquela bola no meio de campo, aí a conversa era outra.
Speaker: Mas o Santos estava bem posicionado na pequena areia e ele resolve antecipar uma bola que não tem o que antecipar.
Speaker: O cara tá sem confiança.
Speaker: É mais um goleiro do Flamengo que é triturado pela torcida.
Speaker: E se machucou, inclusive, na partida.
Speaker: É bom dar informação.
Speaker: Sim, está bem, está consciente.
Speaker: Não teve fratura no rosto, no lance.
Speaker: Inclusive, ele apagou na hora.
Speaker: Uma ótima notícia, sim.
Speaker: Já durante a transmissão da partida, reganhou consciência, foi pro hospital.
Speaker: Graças a Deus, não foi nada demais.
Speaker: Pelo menos, nada...
Speaker: De preocupação... Pra vida do... Do... Do Santos, né?
Speaker: Esperamos uma... Uma recuperação rápida.
Speaker: Sim, mas ele vem sem a confiança.
Speaker: E é mais um goleiro que é bom goleiro.
Speaker: A gente sabe que é bom goleiro e que... Parece sentir a pressão de Alcâmbio do Flamengo.
Speaker: Aconteceu com o... O Moro, o Neneca.
Speaker: Aconteceu com ele.
Speaker: O próprio apelido Neneca já é... Pejorativo por parte dessa pressão em cima dele, né?
Speaker: E aí o Flamengo de novo com problemas na baliza.
Speaker: E eu imagino que não importa quem trouxer, a não ser que seja um cara muito experiente, como o Rossi, por exemplo, vai acabar sentindo a pressão desse de jogar no time, porque o clima não convém.
Speaker: E ainda no primeiro tempo a gente também tem que falar do Vitor Roque.
Speaker: Que cara é o Vitor Roque, né?
Speaker: Brabíssimo o Vitor Roque.
Speaker: Brabíssimo.
Speaker: Não sente... Ele parece realmente não sentir jogo grande.
Speaker: Ele parece gostar de jogo grande.
Speaker: Foi assim num dos primeiros gols que ele marcou aquele gol homérico
Speaker: Ainda lembro, aquele 2x1 pra cima do Atlético Mineiro, no Mineirão, em que o Vitor Roque acerta um chutaço de fora da área.
Speaker: E hoje, mesma coisa, foi o jogador mais agudo, mais agressivo dessa equipe do Atlético Paranaense, e que por muito pouco, em alguns outros lances, não conseguiu o segundo gol, né?
Speaker: Inclusive sofreu o pênalti também, mas a arbitragem acabou não marcando.
Speaker: Sim, pra mim aquilo ali foi pênalti.
Speaker: No real me pareceu muito pênalti.
Speaker: No replay me pareceu um pouco menos pênalti, mas ainda assim eu marcaria pênalti naquele lance.
Speaker: Não sou árbitro, mas pra mim foi pênalti.
Speaker: E bela partida do Vitor Roque.
Speaker: O Vitor Roque que teve um gol,
Speaker: de uma finalização no alvo, teve mais um chute bloqueado, 73% dos passes certos, e um passe-chave na partida.
Speaker: Mas ainda assim, o que foi muito importante dele foi a entrega, foram os duelos, e foi...
Speaker: sempre aquela presença na área atrapalhando e mexendo não dando nenhum momento de sossego pra zaga do Flamengo tanto é que ele conseguiu farmar é duro conseguiu fazer 3 desarmes
Speaker: E ganhou 6 de 10 duelos no chão que ele disputou.
Speaker: Então foi um cara que fez muita pressão e roubou muita bola do Zagrejo Flamengo.
Speaker: Bela atuação do Vitor Roque.
Speaker: E falando da equipe que foi vencedora na partida, do Atlético Paranaense...
Speaker: O Atlético que consegue o gol da vitória já no finalzinho do jogo, com o gol do Eric, aos 35 do segundo tempo, e que, mais uma vez, fez valer a força da Arena Baixada, né?
Speaker: Arena Baixada que esteve envolvida em muita polêmica, muita conversa de pré-jogo, por conta de um tal de Gabigol que gosta de falar da...
Speaker: Dá grama do estádio, né?
Speaker: E a gente tem que ser justo que o Flamengo jogou bem no começo do segundo tempo.
Speaker: Conseguiu algumas chances importantes, porém o Bento tava lá.
Speaker: Foi um bom destaque na partida.
Speaker: Conseguiu fazer quatro excelentes defesas.
Speaker: Era minha escolha pro Cartola.
Speaker: Acabei indo com o Fernando Miguel sem querer.
Speaker: Mas o Fernando Miguel foi bem.
Speaker: É, aí o Bento pegou um chute do Gabi.
Speaker: Um desvio que a bola... Se não ele ali, provavelmente um outro goleiro ia levar aquele gol.
Speaker: Pega uma finalização do... Agora me fuja a cabeça.
Speaker: Eu sei que o Gabigol deu assistência pra essa finalização, mas foi uma finalização do Flamengo.
Speaker: Da meia lua da área, totalmente aberta, que o Bento vai e fecha muito bem.
Speaker: Foi o Pugá, não?
Speaker: Se não me engano, foi o Pugá aqui.
Speaker: É a diferença de um goleiro que tá bem, tanto fisicamente quanto mentalmente, contra outro que não vem bem.
Speaker: Pode ter sido o diferenciador desse jogo.
Speaker: E o Bento, que jogo.
Speaker: E o Fernandinho, a gente tem que lembrar que no segundo gol, ele que dá o passe, né?
Speaker: Pra aquela assistência do Kelvin.
Speaker: Acho que era o Kelvin, né?
Speaker: Sim.
Speaker: O Fernandinho que acha aquele passe no meio de todo mundo.
Speaker: Pro Kelvin vir por trás e fazer o cruzamento que... O Vitor Roque erra a bola, infelizmente, acerta o joelho na cabeça do Santos.
Speaker: Mas sobra pro Eric que tá lá, anota o segundo gol e o Atlético...
Speaker: Garante a vitória em cima do Flamengo.
Speaker: Na verdade, se eu não me engano, não registrou como assistência de ninguém, por conta do bate e rebate ali dentro da área.
Speaker: É que o Santos e o Zizinho é da bola, eu acho, né?
Speaker: Mas outro jogador que é bom destacar nessa partida pra mim, pra dar um destaque positivo do Flamengo também, pra mim foi a atuação do Eric Pugá.
Speaker: Eu gostei bastante do envolvimento do Pulgar e do jogo de aproximação que ele teve com os atacantes do Flamengo.
Speaker: E vem ganhando mais e mais aquele espacinho dentro desse sistema do Sampaoli.
Speaker: A cada jogo que passa, eu tendo a crer que o Pulgar vai começar a ser mais opção para o São Paulo em favor do próprio Vidal, que era a pátria da casa do São Paulo nas duas vitórias.
Speaker: nas duas conquistas de Copa América com a seleção chilena, mas o Pulgar tem se encaixado muito melhor nesse sistema, nesse sistema do São Paulo e tem um poder de marcação melhor também.
Speaker: Do Flamengo, que tomou gols em todas as partidas, fora a vitória de 3x0 no começo do campeonato contra a equipe do Curitiba, né, que...
Speaker: que foi uma vitória até fácil para o Flamengo dentro do Maracanã, mas que precisa dessa solidez defensiva e que talvez o Pulgar ajude um pouco nesse quesito.
Speaker: O lugar que não vinha sendo muito bem utilizado, né?
Speaker: Finalmente ganhou seus... Mal vinha sendo.
Speaker: Mal vinha sendo utilizado com o Vitor Pereira.
Speaker: Você lembra até que foi um comentário meu, acho que num dos primeiros episódios, sobre a vulnerabilidade defensiva do Flamengo e a falta de uma peça de reposição
Speaker: pro João Gomes, eu não acho que o Pulga consiga jogar tão bem quanto o João Gomes jogou ano passado, mas eu acho que ele pode cumprir essa função melhor do que qualquer outro jogador dentro do elenco do Flamengo hoje, né?
Speaker: Sim, e outra coisa que a gente viu no décimo Flamengo foi a volta do Arrascaeta, né?
Speaker: Finalmente, depois de um bom tempo afachado por lesão, volta a jogar, entra o segundo tempo, e provavelmente a gente vai ver Arrascaeta e Vertão Ribeiro de novo brigando por posição.
Speaker: Parece que o São Paulo não vai tentar arriscar o sistema dele pra botar os dois pra jogarem juntos.
Speaker: É algo como... Vai ser interessante de ver.
Speaker: Provavelmente se o Arrascaeta voltar bem depois dessa lesão no Pubs, né?
Speaker: Provavelmente ele deve ficar com a vaga e o Everton Ribeiro como opção no segundo tempo.
Speaker: Perfeito.
Speaker: E só pra fechar então sobre o Atlético Paranaense, o Paulo Turra que vinha até um pouco questionado e pressionado
Speaker: Entrando nessa semana, né?
Speaker: Só que... Consegue... Uma vitória de virada... Contra o... Alianza... O Leisland... Não, contra o Libertad... Desculpa... Na Libertadores...
Speaker: E no jogo seguinte, mais uma vitória de virada de um 2x1, jogando em casa, na Arena da Baixada, contra um time que o atleticano odeia, né?
Speaker: Que é o Flamengo.
Speaker: Então, realmente, respiro grande pra esse trabalho do Paulo Turra, que embora seja continuação do Filipão, é um trabalho novo.
Speaker: E sobre o que você falou das viradas do Atlético Paranaense, tem uma estatística muito interessante, que o Sofá Score soltou esses dias, que o Atlético é o time da Série A com mais viradas no ano.
Speaker: Já são seis vitórias de virada nesse jogo da temporada.
Speaker: É um time que mostra muita resiliência e é uma estatística que mostra que o Atlético tem que ser morto.
Speaker: Senão, é complicado.
Speaker: Já teve uma, inclusive, em cada uma das três competições, né?
Speaker: Dessas que o Atlético Paranense está disputando.
Speaker: A virada contra o CRB, a virada contra o Libertar e a virada contra o Atlético.
Speaker: Nesse meio aí só teve, contra o Atlético não, contra o Libertar.
Speaker: Contra o Flamengo, contra o Libertar e contra o CRB.
Speaker: Nesse meio aí só teve realmente a derrota pro Atlético Mineiro no Brasileirão lá no Miranau.
Speaker: E mais uma estatística sobre os dois times, é o Flamengo que mantém uma estatística que eu já falei aqui e só somou, né?
Speaker: Continua sendo o time da Série A com mais derrotas no ano.
Speaker: Conseguiu somar mais duas derrotas, então... Tá sendo difícil de alcançar, hein?
Speaker: Segue o líder.
Speaker: Segue o líder.
Speaker: E o Vitor Roque é o jogador sub-20 com mais gols e participações em gols nas duas edições do Brasileirão.
Speaker: É algo incrível do Vitor Roque.
Speaker: Já são 31 jogos, 14 gols e assistência, não lembro de caber, já são 6 gols.
Speaker: Nas últimas duas você fala contando essa e a do ano passado.
Speaker: O Hendrik vai vir brigando forte, viu, por essa estatística.
Speaker: Vai ser uma briga interessante, apesar de que eu acho que o Vitor Roque vai sair no meio do ano e vai ser feliz no Barcelona.
Speaker: Dito isso... Você já falou, né?
Speaker: Projeto Vitor Roque, Spay Barça 2023.
Speaker: Bizarro.
Speaker: E uma última estatística interessante, o Flamengo já sofreu sete gols nesse campeonato
Speaker: Mas só sofreu um XG de 4.7.
Speaker: Então mostra que o Santos vem realmente fazer uma temporada bem abaixo do que é esperada.
Speaker: E que o Flamengo vai ter que se ajeitar nesse gol.
Speaker: Seja recuperando o Santos, seja com o próprio Rossi quando chegar.
Speaker: Mas algo vai ter que ser feito.
Speaker: O Rossi vai demorar ainda pra chegar, tá?
Speaker: São três meses, né?
Speaker: Dois, dois meses, quer dizer.
Speaker: Você não pode contar com o Rossi ainda por um bom tempo nesse Brasileirão.
Speaker: Só que pode ser uma estatística que venha a ser motivo de esperança pro rubro negro, porque como se por um lado a gente falou do Botafogo que regressão à média
Speaker: vai diminuir um pouco esse ritmo altíssimo que o Botafogo está jogando, regressão à média também tende ao fim do ano esse time do Flamengo estar um pouco mais próximo do XG cedido, né?
Speaker: A quantidade de gols que eles cedem está um pouco mais próximo da quantidade de gols de XG cedido para as equipes adversárias.
Speaker: Então, pode ser que regressão à média faça bem ao rubro negro também.
Speaker: E a tendência é o time se acertar, né?
Speaker: Mas esperamos que... Pro bem dos torcedores do Flamengo o mais rápido possível.
Speaker: Claro, você obviamente não, mas... Não, eu sou só um co-host de podcast aqui.
Speaker: Então agora vamos pra um rápido break e já voltamos com o giro pela rodada.
Speaker: E agora começando o giro pela rodada nos jogos um pouco menos abaixo do nosso critério.
Speaker: Mas esse jogo aqui ficou muito para ser um destaque, porque foi realmente uma grande goleada, até agora maior do Brasileirão.
Speaker: E provavelmente vai estar no top 5 de goleadas do Brasileirão mais para frente, que foi Goiás 0-Palmeiras 5.
Speaker: Jogo que teve um primeiro tempo tranquilo.
Speaker: E o Palmeiras conseguiu abrir o placar com o gol do Arthur e teve um jogo bem condicionado após a expulsão, que pra mim não foi, tá?
Speaker: Mas expulsão do zagueiro do Goiás.
Speaker: Lucas Alter.
Speaker: Lucas Alter.
Speaker: E aí o Palmeiras vai pro segundo tempo e naturalmente consegue construir os seus gols e aplica uma goleada segura no Goiás.
Speaker: Mostrando porque é o time mais regulado do Brasil.
Speaker: Sim, realmente sobrou para gol de todo mundo.
Speaker: Gol de Dudu, gol de Rafael Veiga, gol do Hendrik depois que entrou, gol contra do pobre do Sidmar.
Speaker: Quem tinha no bingo que o Sidmar ia ser mencionado aqui no podcast, pode marcar agora.
Speaker: Sim.
Speaker: No bingo.
Speaker: Mas realmente, no ao vivo, o juiz não deu a expulsão.
Speaker: Foi depois da chamada do VAR.
Speaker: que o juiz volta atrás e dá o cartão vermelho para o Lucas Halter.
Speaker: E a equipe do Goiás, que gera uma equipe que estava, sendo bem sincero, bem fraca nesse começo de campeonato, realmente foi a gota d'água e o Palmeiras tomou total proveito dessa situação.
Speaker: Destaque também para o...
Speaker: para o Piqueires, que um jogo após ter sido responsável por um gol contra no Clássico, contra o Corinthians, deu duas assistências na partida, uma para o Dudu, se eu não me engano, a outra para o Hendrik.
Speaker: Além de fazer belo jogo defensivamente também, obviamente não foi tão exigido pela equipe do Goiás.
Speaker: Mais duas assistências de um XA, uma expectativa de assistência de 0.5, né?
Speaker: Então, muito mérito dos caras que finalizaram, tanto o Hendrick quanto o Dudu.
Speaker: O Dudu que desencantou, né?
Speaker: Depois de seis meses, finalmente volta a marcar um gol.
Speaker: Sim.
Speaker: E agora o jejum gigantesco do Palmeiras vão diminuindo.
Speaker: Todo mundo vai marcando seus golzinhos.
Speaker: E é isso aí, Goiás, uma derrota já esperada, mas não uma varrida tão grande.
Speaker: Sim, o Palmeiras, inclusive, que entra para o seleto grupo de recordes do Brasileirão como uma das poucas equipes a aplicar
Speaker: um chocolate fora de casa sem sofrer gols e também a equipe que menos perdeu nas últimas 100 partidas que disputou na competição.
Speaker: Dos últimos 100 jogos, o Palmeiras só perdeu 9 vezes.
Speaker: O segundo melhor colocado é o Internacional, que perdeu 15%, ou seja, 15, dos últimos 100 jogos disputados.
Speaker: Realmente absurdo.
Speaker: Mais um jogo muito bom nessa rodada, tivemos o jogo da abertura, né?
Speaker: Sábado às 4 da tarde no Mineirão, o Cruzeiro conseguiu a vitória em cima do Santos por 2x1 e o jogo, na maior parte do tempo, muito equilibrado para o Jô Chimes, mas o Cruzeiro com menos vezes individuais e com um trabalho coletivo melhor.
Speaker: E um time que tem um coletivo melhor e que tem menos falhas individuais, obviamente vai conseguir a vitória.
Speaker: Em um jogo marcado por falhas do sistema defensivo do Santos e do goleiro João Paulo.
Speaker: Que pelo segundo jogo seguido falha com a camisa do Santos.
Speaker: O que era algo raro de se ver.
Speaker: Preocupante, realmente preocupante para o torcedor Santista.
Speaker: Inclusive o que está aqui...
Speaker: Nessa cal comigo.
Speaker: Mas também que foi o jogo da renascença do Wesley, né?
Speaker: Pela camisa do Cruzeiro.
Speaker: Um Wesley que ainda não havia marcado com a camisa do Cruzeiro.
Speaker: E eu lembro até nas nossas mensagens assistindo o jogo.
Speaker: Tu falou, pô...
Speaker: O Santos levar gol do Wesley é muito pai, levou logo dois na sequência.
Speaker: E o Wesley que não marcava já tem 10 meses, só dando esse adendo aqui.
Speaker: Isso é muito foda.
Speaker: Qual foi a última partida que ele marcou gol, Guilherme?
Speaker: Ainda com a camisa do Palmeiras, Palmeiras 4, Botafogo 0 no Brasileirão do ano passado.
Speaker: Em julho do ano passado.
Speaker: Perfeito.
Speaker: Wesley que ainda tá... Tinha uma seca gigantesca aí sem marcar, balançar as redes.
Speaker: Tinha só uma assistência na temporada todinha.
Speaker: Mas que saiu da seca logo com dois gols contra o Santos.
Speaker: E dois gols realmente, como você falou, né?
Speaker: Que facilitou muito a finalização dele o posicionamento do João Paulo em ambas as jogadas.
Speaker: No primeiro gol, que foi o gol que ele chutou no lado oposto do goleiro, só que o João Paulo
Speaker: Não tava no gol.
Speaker: Basicamente abriu o gol pro Wesley, aí facilitou bastante.
Speaker: E o segundo foi aquela bola que o João Paulo deixou entrar, né?
Speaker: Que o Wesley mandou, o João Paulo ainda caiu por cima da bola, só que entrou.
Speaker: E foi uma diferença grande entre os goleiros, né?
Speaker: Porque o Rafael fez a defesa da vida dele.
Speaker: Uma grande defesa no contra-ataque.
Speaker: O Santos mostrou mais uma vez ser um time que só vai jogar no contra-ataque mesmo esse ano.
Speaker: Não consegue propor o jogo.
Speaker: E no contra-ataque é perigoso.
Speaker: Tem boas peças no ataque.
Speaker: O Mendoza teve a chance do gol.
Speaker: Mas o Rafael conseguiu uma defesa mirabolante.
Speaker: Que prendeu a bola no chão com o braço.
Speaker: E ainda tevemos o gol do Ângelo, né?
Speaker: Finalmente o Ângelo volta a marcar.
Speaker: Ângelo ex-Flamengo.
Speaker: Pelo que a galera fala.
Speaker: É o menino da base do Flamengo que não subiu ainda, né?
Speaker: É, não foi o suficiente e o Cruzeiro consegue uma vitória que o Muzuman tem em segundo lugar.
Speaker: Inclusive no sábado dormiu o líder do Brasileirão.
Speaker: Sim, e que começo de temporada para o Cruzeiro já soma 9 pontos no Brasileirão.
Speaker: E assim, são nove pontos que pra uma equipe que a gente cotava e conversava muito pra estar na briga do rebaixamento desse ano, independente de aonde termine o Cruzeiro no Campeonato Brasileiro, esses nove pontos são importantíssimos pra qualquer aspiração da equipe cabulosa de Belo Horizonte.
Speaker: E nesse primeiro semestre o Santos termina seu Campeonato Mineiro das quatro primeiras aulas do Brasileirão.
Speaker: e ganhando do América, empatando com o Gala e perdendo para o Cruzeiro, indo basicamente em ordem de grandeza dos times de acordo com o resultado.
Speaker: Mas antes da gente terminar o Cruzeiro, só dar um destaque para o Ramiro, que mais outra bela partida do meio campista do Cruzeiro, o Ramiro, que tinha marcado na vitória do Cruzeiro da rodada passada 3x0 em cima do Bragantino, no jogo contra o Santos, deu assistência,
Speaker: pro Wesley marcar o primeiro gol do Cruzeiro.
Speaker: Uma jogada, uma belíssima jogada também do Matheus Vital, que achou o espaço e achou o Ramiro livre na direita.
Speaker: O Ramiro faz um cruzamento primoroso pra finalização até fácil do Wesley.
Speaker: E tem se mostrado um belo jogador nesse meio do...
Speaker: do Cruzeiro, né?
Speaker: Uma bela adição desse meio do Cruzeiro.
Speaker: Acertou 85% dos passes que tentou com um passe-chave e ainda assim ganhou 3 dos 6 duelos disputados.
Speaker: Boa partida do Ramiro.
Speaker: E o Matheus Vital que teve uma nota 6.2 do SofaScore, mas que fez uma boa partida, puxou bem os contra-ataques.
Speaker: Sim.
Speaker: Conseguiu bons passes, achar bons desafogos.
Speaker: Eu gostei da partida do Matheus Vital.
Speaker: Apesar do 6.2 dado pelo SofaScore.
Speaker: Perfeito.
Speaker: Então indo agora para a próxima partida, aquele que foi um jogo meio morno no final das contas, São Paulo 2, Internacional 0.
Speaker: O São Paulo que confirmou o favoritismo em casa, além de confirmar o favoritismo, não sofreu gols e manteve o ataque do Internacional em xeque, o que...
Speaker: É bem complicado, na verdade.
Speaker: É bem difícil com o ataque do Inter, que tinha Alan Patrick e Maurício de titulares na partida.
Speaker: Mas um São Paulo que jogou bem e jogou sem muitos sustos do Internacional com aquele gol do Luciano de pênalti, do rebote do pênalti, na verdade, em que ele vira a cara.
Speaker: Você tem que ter muita personalidade pra você criar um chute de provocação depois que tu perde um pênalti.
Speaker: E o Luciano fez isso pra abrir o placar de 1x0.
Speaker: E depois...
Speaker: Um golaço, um gol mérico do Pablo Maia encobrindo o Kehler para largar o placar e dar mais segurança para a equipe do Dorival, que mais uma vez consegue um resultado positivo contra uma equipe complicada no Brasileirão.
Speaker: O Dorival que segue invicto no Brasileirão, não só no Brasileirão, como no comando do São Paulo, o Dorival segue invicto.
Speaker: E a gente tem bons destaques que estão rolando no São Paulo.
Speaker: Por exemplo, o zagueiro 19 anos Lucas Beraldo, né?
Speaker: Sim.
Speaker: Que são 16 jogos, 15 como titular.
Speaker: E como titular, o time ainda não sofreu gol em 60% dos jogos, obviamente.
Speaker: Ou seja, vem jogando muita bola o Beraldo junto do Arboleda.
Speaker: Principalmente com o Dorival.
Speaker: Obviamente que o jogo que eu escalei, ele sofreu gol, né?
Speaker: Mas... É outra parada aí, Cartola.
Speaker: Outro universo.
Speaker: É outro universo, é. Mas realmente muito bom zagueiro.
Speaker: Muito bom zagueiro.
Speaker: Vai fazer um bando com o Beraldo.
Speaker: E a gente tem a estatística boa pro Luciano, né?
Speaker: Depois desse gol virando o rosto.
Speaker: Ele agora é o terceiro maior artilheiro do São Paulo na história do Brasileirão.
Speaker: Junto de quem?
Speaker: Adivinha.
Speaker: Raí.
Speaker: Não, pontos corridos, o brasileiro é um dos pontos corridos.
Speaker: Sim, sim.
Speaker: Pô, não sei.
Speaker: Vai, diz aí.
Speaker: É o nome vintage, o Dagoberto.
Speaker: Caraca, Dagoberto, mano.
Speaker: Ele e o Luciano lá, e o Luciano vai passar, por óbvio.
Speaker: E o Caleri tem três gols ao menos que os dois.
Speaker: Dito isso, São Paulo... Bons tempos de Dagoberto no São Paulo, né?
Speaker: Bons tempos.
Speaker: É, bons tempos.
Speaker: Tanto pro São Paulo quanto pro Dagoberto.
Speaker: E falando um pouco do Inter, o Luiz Adriano decepcionou de novo.
Speaker: Mais uma péssima partida dele.
Speaker: Já que o Inter tava sem o alemão.
Speaker: E... Pô, tá ficando difícil, hein?
Speaker: O Inter... Que era um time que a gente tinha muita expectativa.
Speaker: Vai se colocando ali no meio da tabela.
Speaker: Que pode acabar sendo onde vai acabar o Inter.
Speaker: O Inter que, se eu não me engano, não teve ainda nenhum gol marcado por centroavante da equipe.
Speaker: Nem o alemão, nem o Luiz Adriano marcaram ainda a equipe colorada do Rio Grande do Sul.
Speaker: A maioria dos gols do Inter tem vindo dessa trinca de meio de campo, seja do Wanderson, seja do Alan Patrick ou seja do Maurício.
Speaker: Mas... Basicamente é isso.
Speaker: Em questão de criação ofensiva pra essa equipe do Internacional.
Speaker: Ainda não trouxe nenhuma ajuda.
Speaker: Os centroavantes que foram escalados pelo Mano Menezes.
Speaker: Você lembra que o alemão foi o líder em participações de gol, por exemplo, do Inter no ano passado.
Speaker: No Brasiliano do ano passado.
Speaker: Então, realmente, é uma posição que... Principalmente nesse sistema do Mano Menezes.
Speaker: Por um todo, né, o centroavante, obviamente, a maior função é fazer gol.
Speaker: E o Inter precisa ter mais produção, tanto do Luiz Adriano quanto do alemão, nessa cabeça do ataque.
Speaker: Pois é, e o Inter que tá em oitavo agora provavelmente vai acabar o campeonato em quarto do nada.
Speaker: Ninguém vai ver o que vai acontecer e o Inter subiu pra quarto lugar.
Speaker: Sim, não, perfeito.
Speaker: A gente vai tá comentando rodada a rodada, a gente chega no final do campeonato.
Speaker: E aí, tu sabe como é que o Inter pegou o G4?
Speaker: Não sei.
Speaker: Eu não, não faço ideia.
Speaker: E o alemão com 12 gols no Brasil.
Speaker: É, isso foi acontecer.
Speaker: Vocês ouviram o primeiro aqui.
Speaker: É, não, perfeito.
Speaker: Mas realmente uma vitória bem confortável pro São Paulo de Dorival Júnior, que é especialista nisso, né?
Speaker: Vitórias protocolares contra adversários chatos.
Speaker: E o Dorival, que escorraçado pela diretoria do Flamengo, vai ajeitando o time que ele vai treinando.
Speaker: Isso é um tapa na cara da diretoria do Flamengo.
Speaker: E... merecido, né?
Speaker: Vamos ser sinceros.
Speaker: Realmente complicado.
Speaker: E indo agora pro último jogo no encerramento dessa rodada, o jogo que aconteceu na segunda-feira, Corinthians 1 e Fortaleza 1 na Neoquímica Arena.
Speaker: O Corinthians que teve até vários momentos de perigo contra a equipe do Fortaleza, se o Fortaleza foi a equipe que mais teve
Speaker: posse de bola e movimentação entre as duas áreas o Corinthians foi em muitos momentos a equipe que chegou de forma mais aguda
Speaker: contra a defesa do Fortaleza, inclusive teve 21 finalizações, com 8 delas sendo na direção do gol, o que fazia tempo que o Corinthians não tinha um volume tão alto de finalizações, pelo menos nessas primeiras rodadas do Brasileirão.
Speaker: Só que o Fortaleza abriu o placar,
Speaker: com gol de Caio Alexandre, assistência do Romero, já no finalzinho do segundo tempo, ali por volta dos 34, 35,
Speaker: Só que o Corinthians, bem no final mesmo da partida, aos 43 do segundo tempo, empata com o gol de Euroberto.
Speaker: Euroberto, que não vinha assim do Deng, listado como titular, para a equipe entrou no segundo tempo e resolveu para a equipe do Timão.
Speaker: Um empate muito importante contra um dos...
Speaker: dos melhores times do campeonato brasileiro, bom resultado até para o Corinthians, dadas todas as circunstâncias do que vinha acontecendo e todo o embrólio fora do campo que a equipe vivia nessas últimas semanas.
Speaker: E a escrita se mantém do Fortaleza nunca ter conseguido o Corinthians em São Paulo.
Speaker: parecia que era hoje que ia cair, mas não caiu depois de uma entregada boba da zaga do Fortaleza.
Speaker: Sim.
Speaker: Saiu o empate.
Speaker: O que não fez a boa nem pra mim, né?
Speaker: Não sei se a gente cortou ou não, não pode, mas eu tinha o Fernando Miguel no meu gol e estava indo pra ser o líder da rodada, né?
Speaker: Na nossa liga de cartola, mas não, não, a zaga do Fortaleza tinha que vacilar.
Speaker: É, e o primeiro tempo do Fortaleza eu achei até um pouquinho pior que o do Corinthians, até porque o Fortaleza perde o Moisés e também o Galhardo fica baleado, ele leva uma pancada na coxa e sente, ainda aguenta até o primeiro tempo inteiro, mas... e o Corinthians conseguiu anular bem a entrada da área, da sua própria área, e consegue fazer boas finalizações,
Speaker: Boas sinalações no final do jogo, né?
Speaker: Do primeiro tempo.
Speaker: E o Fagner consegue acertar uma bolaça na tráfego.
Speaker: Fernando Miguel faz duas boas defesas ainda no primeiro tempo.
Speaker: E o segundo é um jogo onde o Corinthians tenta buscar a vitória, mas o Fortaleza também.
Speaker: E o Fortaleza é um time melhor e mais entrosado, né?
Speaker: O Romário entrou no Galhardo e jogou bem.
Speaker: E viu o time abrir o placar e era uma...
Speaker: Uma pedra cantada, né?
Speaker: Esse gol do Fortaleza.
Speaker: Mesmo com as mudanças, mesmo sem Lucero, Moisés e Galhardo ainda assim.
Speaker: Time bem envolvente contra o Corinthians, mas... Pecou no final do jogo e sofreu empate.
Speaker: É um time muito bem azeitado e com muitas peças de reposição também, né?
Speaker: Você... Muito bem pontuado, você falou que o... O Moisés saiu, o Thiago Galhardo também saiu no segundo tempo.
Speaker: E... Só que aí...
Speaker: entraram pela equipe do Fortaleza na posição do Moisés entrou o Romarinho
Speaker: Na posição do Galhardo, o Silvio Romero, que deu até assistência.
Speaker: Sai o Caleb, que na minha opinião vinha tendo uma partida boa na primeira etapa.
Speaker: Entra o Tomás Pochettino, que é outro meio campista de qualidade.
Speaker: E o Pikachu.
Speaker: E o Pikachu no lugar do Hércules, pra trazer mais imposição no terço final pelos lados, pro Fortaleza, é uma equipe que...
Speaker: É bem azeitada e tem as peças bem encaixadas também, né?
Speaker: Muito... Belíssimo o futebol do Fortaleza.
Speaker: Mas fechando aqui, antes de mudar para o próximo jogo, uma estatística aqui para os amantes de XG, né?
Speaker: O Corinthians teve um XG acumulado de 1.
Speaker: O Fortaleza teve um XG acumulado de 0.98.
Speaker: O jogo terminou 1.
Speaker: Loucura.
Speaker: E o Fortaleza agora volta pra sua terra natal, que no caso não é natal, é Fortaleza.
Speaker: Fortaleza, São Paulo, do Dorival Júnior.
Speaker: Esse jogo vai se intercender assistir.
Speaker: Vai ser ótimo embate.
Speaker: Fortaleza pra mim é favorito nessa partida.
Speaker: Favorito e provavelmente vai ser empate.
Speaker: Sim, muito isso.
Speaker: Agora indo pro jogo mais maluco da rodada.
Speaker: o que pra mim era o candidato a pior jogo da rodada até os 85 minutos de jogo, a gente tem América 1, Cuiabá 2.
Speaker: Mais um roteiro repetido da América, onde ele joga bem, domina o adversário em algum momento do jogo.
Speaker: Joga melhor que o adversário, eu até diria, nesse jogo contra o Cuiabá.
Speaker: Não, e jogou melhor contra o São Paulo, contra o Cuiabá, contra o próprio Santos, jogou um bom período do jogo melhor, contra o Fluminense, primeiro tempo inteiro melhor, e mais uma vez perde.
Speaker: Dessa vez não foi sofrendo 3 gols, mas foi sofrendo 2.
Speaker: E o jogo dominou 85 minutos.
Speaker: Agora, o que aconteceu nesses últimos 5 minutos, Guilherme?
Speaker: Faça a narração da sequência de fatos cômica.
Speaker: que aconteceu na partida.
Speaker: Vamos lá, o jogo tava monótono, já tu comecei a jogar xadrez, enquanto rola o jogo, porque não acontecia mais nada.
Speaker: 1x0 do América Mineiro, até o momento, gol do Aloysio, Aloysio, boi bandido, com assistência do Everaldo, assistência bem entre aspas, né?
Speaker: Ele só desvia de cabeça, mas enfim.
Speaker: Contou pro teu cartola, fala a verdade, tu curtiu.
Speaker: Contou pro meu cartola.
Speaker: É o que conta no final.
Speaker: E aí, beleza.
Speaker: O jogo bem morno, nenhuma das duas equipes chegavam com perigo.
Speaker: A América tentava, dominava o jogo tranquilo, que a Bata tentava na bola longa, mas nada.
Speaker: Do nada, a bola vem pela esquerda, vem um cruzamento.
Speaker: E o lateral direito da América tenta cortar a bola e gol contra.
Speaker: Gol contra 1x1 e parece que o roteiro do jogo do América vai se repetir de novo.
Speaker: Eles vão levar a virada, eles vão perder o jogo e aí o time tenta ir pra frente.
Speaker: Do que o time tenta ir pra frente, o Isidro Pita, aquele mesmo do Juventude que a gente botou como de Chaco do Cuiabá, pega a bola e recebe um lançamento e vem de solzinho no meio do campo correndo contra o goleiro Kavik Yolen.
Speaker: O Pita vai e dribla o Kavik Yolen fora da hora que tem que botar a mão na bola e é expulso.
Speaker: E ele não tinha o que fazer, não.
Speaker: Ali é vermelho.
Speaker: Ali é vermelho, nunca vi que eu ia.
Speaker: Ele tem que lavar o vermelho.
Speaker: Ou ele lava o vermelho machucando o Pita ou botando a mão na bola.
Speaker: Ele foi pelo menos justo.
Speaker: Botou a mão na bola.
Speaker: Respeitou a carreira, né, do Pita.
Speaker: É. Nisso, o Danilo Avelar, aquele que era do Corinthians, vai pro Goal América, então.
Speaker: E no lance da falta, acontece o primeiro gol de falta do Brasileirão, do Cuiabá.
Speaker: A bola vai entre o meio e o canto e o Danilo Avelar não é da função, né?
Speaker: Se fosse o Caviciel, provavelmente pegaria.
Speaker: O Danilo Avelar não é da função, tentou, pulou alto, pulou bem alto, inclusive, mas nada feito.
Speaker: 2x1 Cuiabá.
Speaker: E a América com a menos e com o Danilo Avelar no gol.
Speaker: E você pensa aí o jogo acabou, né?
Speaker: Não.
Speaker: Não.
Speaker: Pênalti.
Speaker: Pênalti.
Speaker: Não, é pênalti pro América.
Speaker: Só que aí o juiz vai e não vai e vê que o cara claramente cavou o pênalti.
Speaker: E aí, nisso, ele retorna o pênalti, mas ainda tem uns 5 minutos a jogar nos acréscimos.
Speaker: E aí foi loucura, foi o Danilo Avelar, zagueiro, só que é goleiro, lá na área.
Speaker: Depois eu percebi que o Danilo Avelar tava com a camisa do Kavik, olha, eu nunca tinha parado pra pensar isso, mas faz sentido.
Speaker: Danilo Avelar, goleiro linha, é muito melhor do que o Santos, tá?
Speaker: Diga-se de passagem.
Speaker: Diga-se de passagem muito melhor.
Speaker: E era cabeçada pra cima, e era chutão.
Speaker: E no final não deu outra.
Speaker: Cuiabá 2, América 1, América perde mais uma e se afunda na lanterna como um único time com 0% de aproveitamento.
Speaker: E o Cuiabá em décimo terceiro, né?
Speaker: Sim, o Cuiabá que já...
Speaker: que já está criando certa distância para o Z4, o Cuiabá com 4 pontos na competição, arrancou um empate na segunda rodada contra o Bragantino e agora conquistou sua primeira vitória no campeonato.
Speaker: E assim, se...
Speaker: Na prévia do Brasileirão, a gente não cotou o América Mineiro como uma equipe pro rebaixamento, o que eu ainda não acho que vai acontecer.
Speaker: Eu também não.
Speaker: Só que já liga um alerta aí, né?
Speaker: Quatro derrotas em quatro jogos.
Speaker: Já cria-se uma pressão grande na equipe do Wagner Mancini pra...
Speaker: Pra pular pra fora desses E4, porque não é todo ano que você tem um milagre como o que aconteceu com o Fortaleza, né?
Speaker: E o América que vem tranquilo na sua americana fez um bom campeonato mineiro, inclusive porrou o Cruzeiro duas vezes nas semifinais, a gente lembra do que aconteceu.
Speaker: Não ganhou a final por detalhe no segundo jogo também.
Speaker: É, não ganhou a final do Galo.
Speaker: Acabou perdendo os dois jogos, mas foi o juiz por uma diferença.
Speaker: Na Sula, começou bem, perdão, começou bem, mas depois... Começa a amargar resultados negativos.
Speaker: E agora... No Brasileirão também.
Speaker: Apesar de que teve um calendário bem complicado com... Bem complicado assim, né?
Speaker: Até essa rodada.
Speaker: Porque foi Fluminense, foi Santos...
Speaker: Foi São Paulo no Morumbi.
Speaker: Querendo ou não, jogo difícil, apesar de jogar melhor.
Speaker: E esse era o jogo pra dar o desafogo.
Speaker: Pro time voltar.
Speaker: E... Não deu, né?
Speaker: De novo uma derrota.
Speaker: De novo de virada.
Speaker: O América que agora... Viaja pro interior de São Paulo pra pegar o Red Bull Bragantino.
Speaker: Outro jogo com energia altamente caótica.
Speaker: E depois recebe o Cruzeiro em casa, numa independência.
Speaker: Aí é um jogo que eu diria até o torcedor do Coelhão... Até fica mais tranquilo, né?
Speaker: Por conta da freguesia... Que tem sofrido o Cruzeiro nas mãos do América Mineiro nesses últimos jogos.
Speaker: Mas... Realmente... Início de campeonato brasileiro muito complicado pro América Mineiro.
Speaker: E o Cuiabá vai receber o Atlético Mineiro... Em um jogo...
Speaker: Vai ser difícil, mas é aquela, né?
Speaker: O Atlético vem mal, então é o jogo dos desesperados.
Speaker: E depois, como a gente mencionou, vai visitar o Fluminense no Maracanã, e aí é loucura.
Speaker: Aí é pau pra dar em doido.
Speaker: Aí vai ser complicadíssimo.
Speaker: Agora indo para o último jogo agora do nosso giro de rodada, mas não menos importante, o Bahia que conseguiu a sua segunda vitória já no Campeonato Brasileiro, 3x1 para cima do Curitiba, na Arena Fontenova.
Speaker: Gols do Biel e do David Duarte, o Victor Luiz que abriu o placar contra, em favor da equipe do Bahia, o jogador do Curitiba.
Speaker: E que teve um belíssimo gol do Bocília também, né?
Speaker: De fora da área.
Speaker: Basicamente no ângulo da assistência do Aleph Manga.
Speaker: Que empatou a partida, mas dali pra frente, domínio total do Bahia.
Speaker: Que no segundo tempo transformou num resultado protocolar 3x1 em cima do Curitiba.
Speaker: E o Curitiba é outro que...
Speaker: vai se complicando nesse começo de Brasileirão, né?
Speaker: Com só um ponto somado até agora.
Speaker: O Coritiba vem forte por essa briga pela lanterna.
Speaker: Demitiu seu treinador e o treinador que agora é o Carlos Zago, Antônio Carlos Zago.
Speaker: Não conseguiu engrenar com o time.
Speaker: Somou apenas um ponto no Brasileirão, foi o empate contra o... Contra o São Paulo, verdade.
Speaker: Contra o São Paulo, jogando melhor que o São Paulo.
Speaker: conseguiu um empate c ontra o São Paulo, jogando melhor que o São Paulo, mas de novo, Coritiba totalmente dominado pelo Bahia, tentou perigar, apesar do gol contra, consegue fazer um a um, mas deu nem tempo de comemorar, porque depois de cinco minutos já tinha sofrido três a um, e o Bahia impôs um ritmo impressionante, e o Renato Paiva encontrou o time, né, depois de começar a escalar três zagueiros,
Speaker: Sim.
Speaker: O trabalho do Renato Paiva no Bahia começou muito conturbado, mas é sempre um trabalho que desde o começo você via os destaques, você via as características de forma bem clara de como o Renato Paiva queria jogar e agora realmente encaixou e muito pela...
Speaker: Pela adição do Davi Duarte nesse meio, mudando o Canu e o Rezende para os lados, e tirando o Joana Chaves da titularidade em favor do Matheus Bahia, que é mais defensivo, conseguiu achar muito mais equilíbrio nesse time titular do Bahia.
Speaker: Até porque o Vitor Jacaré sobe muito bem, né?
Speaker: E aí já tem esse cara que sobe muito realmente na hora de descer, presa do Matheus Bahia ali, que defende melhor.
Speaker: E entrega mais na defesa também.
Speaker: O Vitor Jacaré, entre o Vitor Jacaré e o Joane Chaves, o Vitor Jacaré recompõe muito melhor...
Speaker: nessa defesa do Bahia.
Speaker: Destaque também para o Biel, que marcou na partida e que não vinha sendo titular da equipe do Bahia nos últimos jogos.
Speaker: É verdade, ganhou sua chance.
Speaker: Sim, ganhou sua chance e para mim foi o jogador mais agudo, o jogador que trouxe mais perigo para a área do Curitiba.
Speaker: Como falei, já conseguiu seu gol.
Speaker: Teve 3 passes chaves na partida, acertando 76% dos passes tentados e ainda ganhou 6 duelos.
Speaker: Beleza que foram 6 de 13, mas ainda conseguiu suas posses de bola em posições de perigo no ataque.
Speaker: Bela partida do Biel.
Speaker: E o Curitiba?
Speaker: O Curitiba que vem de uma sequência de 10 jogos sem ganhar.
Speaker: A última vitória do Curitiba foi um 3x0 em cima do Maitá pela terceira rodada da Copa do Brasil.
Speaker: Então soma várias derrotas pelo caminho, inclusive o 3x0 contra o Operário.
Speaker: Já no Campeonato Paranaense, a eliminação para o Cascavel no mata-mata do Paranaense.
Speaker: Passou pelo Criciúma na disputa de pênaltis, depois do jogo ter terminado em 1x1.
Speaker: E desde lá foi empate contra o Sport, derrota para o Flamengo, derrota para o Fortaleza.
Speaker: Derrota pro esporte.
Speaker: É verdade, Curitiba caiu pro esporte na Copa do Brasil.
Speaker: Sim, 2x0 do esporte.
Speaker: Belíssima temporada do Leão.
Speaker: E... O empate contra o São Paulo é o único resultado, digamos assim, positivo dessa última sequência de jogos, né?
Speaker: Realmente muito complicado pro Curitiba.
Speaker: Obviamente, só porque eu disse isso, o Curitiba vai ganhar do Vasco no meio da semana, né?
Speaker: Porque o Vasco tem dessas...
Speaker: Mas péssima sequência de jogos para o Curitiba que está sem ganhar há 10 jogos já.
Speaker: E a perspectiva do Curitiba é o quê?
Speaker: A perspectiva do Curitiba é de melhor agora, né?
Speaker: Que foi sacramentada o acordo de venda da SAF do Curitiba.
Speaker: Então vai sair do papel a SAF do Verdão que anunciou nessa segunda-feira um acordo com a Tricorp Investimentos
Speaker: por uma venda de 90%, seção de 90% sobre o capital do clube empresa, então vai ter 90% de controle, a Tricorp, e vai ter apalavrado já um investimento por volta de 1,1 bilhões de reais.
Speaker: Dentre esses, são destinados 450 milhões para reforços e para o capital de giro do Curitiba, 100 milhões para uma reforma ou uma reconstrução de um centro de treinamentos e 500 milhões para a reforma do Couto Pereira.
Speaker: Que é uma reforma muito necessária, inclusive.
Speaker: Uma reforma muito necessária.
Speaker: E assim, o primeiro acordo de SAF...
Speaker: se eu não me engano, do Brasil, que inclui um montante tão grande para a reforma do estádio.
Speaker: Tanto a SAF do Cruzeiro, Botafogo e Vasco deixaram a questão do estádio muito a quesito da associação.
Speaker: No caso do Vasco, a associação que vai fazer a reforma.
Speaker: Do Botafogo já tem a licitação do Nilton Santos e do Cruzeiro.
Speaker: já é só questão da licitação do Mineirão.
Speaker: O Bahia já tem a fonte nova e o Curitiba se torna a primeira SAF com investimento já palavrado e no papel do termo vinculante para uma reforma de um dos estádios mais históricos e icônicos do futebol brasileiro.
Speaker: Realmente bela notícia aí para o torcedor do Coxa que
Speaker: ver um ponto positivo, né?
Speaker: Numa sequência muito conturbada da equipe dentro de campo, pelo menos fora de campo, ver sinais de dias melhores na equipe do Curitiba.
Speaker: E talvez nem dê tempo do Curitiba conseguir se recuperar e conseguir se manter, mas é uma esperança.
Speaker: É uma luz no fim do túnel e mesmo se cair,
Speaker: eu imagino que o Curitiba voltaria mais forte para uma série A em 2025.
Speaker: Isso sem dúvida nenhuma.
Speaker: É, a proposta, e tudo isso aqui são informações dadas pelo Rodrigo Capello, do GE, do Globo Esporte.
Speaker: A proposta ainda precisa passar pela aprovação do conselho.
Speaker: É...
Speaker: da associação do Curitiba, então tem todo um processo aí ainda para ser aprovado o termo vinculante, mas assim, tendo investimento no meio do ano...
Speaker: Nada é impossível, né?
Speaker: Mas realmente bem complicado ver essa equipe do Curitiba do jeito que está hoje ficando na Série A para 2024.
Speaker: Sim.
Speaker: Se for para ficar, esperamos que seja com um grande investimento, com um time melhor.
Speaker: De fato.
Speaker: Que seja apresentando bom futebol.
Speaker: O que o Zago já mostrou em outras equipes.
Speaker: Fica aí para ver se vai conseguir com o Curitiba.
Speaker: Então, chega ao fim mais um episódio do Pitada de Clubismo.
Speaker: Se você tem gostado do nosso trabalho e gosta de apoiar e divulgar, é...
Speaker: Não se esqueça de se inscrever no canal e deixar as cinco estrelinhas, não importa a plataforma que você esteja escutando, Spotify, Apple Music, Deezer.
Speaker: Deixar as estrelinhas e compartilhar ajuda bastante na divulgação do podcast.
Speaker: E, como sempre, muito obrigado pela sua audiência e um abraço.
Speaker: Valeu!
Speaker: Legenda Adriana Zanotto






