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#016 Crise no Paraíso

Pitada de Clubismo
Pitada de Clubismo

128 plays · Jun 30, 2023

Após mais uma semana de rodada, o Pitada traz o episódio de número 16, e essa semana nossa dupla discutiu sobre: 1:43 - Botafogo x Palmeiras 21:00 - Santos x Flamengo 44:19- Vasco x Cuiabá 56:42 - Interdição de São Januário 1:01:53 - Grêmio x Coritiba 1:20:21 - Fortaleza e sua campanha 1:29:38 - Valencia no Inter 1:40:27- Giro da rodada Não se esqueça de se inscrever no canal e ativar as notificações para não perder nenhum episódio! Gostou? Compartilhe e deixe um review de 5⭐para ajudar na divulgação do podcast!

Transcript

Speaker: E aí

Speaker: Olá, olá!

Speaker: Você está escutando a Pitada de Clubismo, o podcast de análises táticas, técnicas e estatísticas com aquela pitadinha de clubismo.

Speaker: E hoje com mais um episódio fresquinho da 12ª rodada do Brasileirão.

Speaker: O episódio que a gente vai falar bastante sobre crises.

Speaker: Crises futebolísticas em Vasco e Santos.

Speaker: Crise no Botafogo, em que o míster Luiz Castro pode estar sendo pinçado, puxado da equipe pelo Cristiano Ronaldo.

Speaker: E mais algumas outras crises que a gente vai abordar no futebol brasileiro.

Speaker: Eu sou o Rafael Lima e comigo sempre ele, Guilherme Silva.

Speaker: Bom dia, boa tarde e boa noite pra você que escuta a gente, dependendo do seu horário.

Speaker: Hoje o episódio tá recheadinho, recheadinho como sempre.

Speaker: E, infelizmente pra mim, a gente vai ter que falar do Santos, né?

Speaker: Mas vamos falar.

Speaker: E, assim...

Speaker: Se serve de algum consolo, eu também vou ter que falar de Vasco, então... É, a situação aqui tá no... No final tá no 0x0, tá difícil pros co-hosters daqui.

Speaker: Cada um mata seu leão por dia, né, no final das contas.

Speaker: Pois é. Mas... Exatamente, antes de falar da parte de baixo da tabela, vamos falar do topo dela, que tivemos um confronto entre o primeiro e o segundo colocado.

Speaker: nessa última rodada.

Speaker: Palmeiras 0, Botafogo 1.

Speaker: O que você achou da partida, Guilherme?

Speaker: Pô, achei um jogo típico do Botafogo jogando fora de casa contra um time grande.

Speaker: Solidez defensiva monstruosa,

Speaker: Palmeiras pouco criou, na minha opinião, alguma chance com o Rony, que foi que teve o trabalho do PR, o lance do Gustavo Gomes foi o gol que seria o de empate, né?

Speaker: E o pênalti muito bobo que, sinceramente, se o Di Plácido, acho que foi o Di Plácido, se ele não fosse tão burro, com todo respeito, não teria dado nada naquela jogada.

Speaker: Então, eu diria que foi mais uma solidez eficiente do Botafogo perfeita e o Tiquinho Soares, mais uma vez, brilhante nas suas finalizações.

Speaker: 1x0 o Botafogo.

Speaker: Um placar... Pra mim, o justo seria o empate, sendo honesto.

Speaker: Um empate de 0x0, inclusive.

Speaker: Mas um placar que premiou quem foi mais eficiente e quem, querendo ou não, jogou melhor no da sua proposta de jogo.

Speaker: É, com certeza.

Speaker: Assim, eu também achei um jogo que ficou muito aquém da expectativa de todo o hype que foi criado em volta da partida anterior.

Speaker: no pré-jogo, né?

Speaker: Mas realmente foi um jogo muito característico, ambos de Botafogo e de Palmeiras, né?

Speaker: Que são equipes que dão muita pouca brecha pro adversário, que são, antes de tudo, eficientes, em vez de, por exemplo, o futebol do Diniz, quando a gente conversava que o futebol do Diniz estava encaixando, era o futebol mais bonito do Brasil.

Speaker: O futebol do Palmeiras, eu acho que ninguém nunca... Show e falou, né?

Speaker: Que o futebol do Palmeiras era o mais bonito, o mais vistoso do Brasil.

Speaker: Sempre foi um futebol muito mais industrial e mecanicamente limpo.

Speaker: Todas as engrenagens, todas as funções rolando do jeito que é lá.

Speaker: E foi uma partida que ele encontrou meio que seu igual no Botafogo.

Speaker: Um Botafogo que se defendeu muito bem.

Speaker: que realmente criou muito pouco, principalmente no primeiro tempo, o Botafogo teve um XG de 0,15 no primeiro tempo todinho.

Speaker: O chute do Tiquinho Soares tinha uma expectativa de gol, não o XG, eu tô falando XG ainda, tinha uma expectativa de gol da posição que ele chutou com o Zé Gris na frente, de papo de 0,04.

Speaker: Ou seja, quase nada.

Speaker: Era um chute com muita gente no meio, né?

Speaker: Um chute bem no cadavisão.

Speaker: De uma posição... Ok, que é uma posição boa de sair gol se for um chute aberto.

Speaker: Mas o goleiro bem posicionado, tudo certo.

Speaker: E ele conseguiu transformar em um gol, né?

Speaker: Então, foi uma oportunidade, entre aspas, que eu ainda acho que só foi oportunidade ali porque era o Tiquinho Soares.

Speaker: Mas foi uma oportunidade que...

Speaker: 9 em 10 jogadores não iriam conseguir fazer um gol dali.

Speaker: O Tiquinho Soares conseguiu, tanto é que o x-gote do chute dele no gol, se eu não me engano, foi um x-gote de... É, foi 0,45.

Speaker: Ou seja, a finalização do Tiquinho, a técnica do chute do Tiquinho, elevou bastante aquela meia chance, que nem meia chance foi, na minha opinião.

Speaker: Mas o Botafogo não criou muito no primeiro tempo.

Speaker: O Palmeiras até criou um pouquinho mais, mas também foi um jogo ali muito...

Speaker: Truncado.

Speaker: Muito fraco, muito truncado, exatamente.

Speaker: Perfeita palavra.

Speaker: E o Palmeiras, a gente cansa de ver que é o time organizadíssimo.

Speaker: Pra mim, provavelmente é o time mais organizado do Brasil, taticamente falando, mas tem muita dificuldade quando o adversário vai e vai pro jogo pra se fechar e vai e fecha o espaço do Palmeiras.

Speaker: Parece que o Palmeiras não fica tão confortável com a bola nessa situação.

Speaker: Por exemplo, eu digo, o jogo contra o Santos me vem muita memória, aquele 0x0, que o Palmeiras não faz absolutamente nada.

Speaker: Tem dois chutes do menino de fora da área que pegam na trave, raspando por fora e nada mais.

Speaker: E hoje não é mais.

Speaker: Essa rodada contra o Botafogo, quase a mesma coisa.

Speaker: O Palmeiras não conseguiu criar tanto, apesar de ter tido um pênalti perdido sim, e o PR ter feito boas intervenções quando foi necessário.

Speaker: Sim, só para dar números a partir do Palmeiras que criou um XG total de 2,56...

Speaker: vírgula 80 desses dois 56 foram no pênalti perdido do Rafael Veiga, mas teve o chute errado do Rony, teve a finalização do Bruno Tabata que o Lucas Perri foi muito bem, teve o gol anulado no final da... Ah, mas o gol anulado do Gustavo Gomes, se eu não me engano, não entra no conto nessa...

Speaker: Não entra porque tava impedido, exatamente.

Speaker: Mas o Palmeiras até criou chances.

Speaker: E do lado do Botafogo a chance mais clara foi aquela do Vitor Sá, né?

Speaker: Que ele erra o alvo.

Speaker: Nossa, não pode perder aquele gol.

Speaker: Se eu não me engano... A sorte foi que o Vitor perdeu, porque era a cara de ter feito diferença esse gol perdido.

Speaker: Sim.

Speaker: A cara, a cara, a cara, totalmente.

Speaker: E o Veiga ter focado nesse pênalti foi o que deu esse alívio pro Vitor Sá, né?

Speaker: E pra ter torcedor do Botafogo.

Speaker: Sim, e pro Pedro Certeva, que tava trebado na... Perfeito, pensei nisso também.

Speaker: Que nem tá tão aliviado, né?

Speaker: Agora ele tá preocupado com o Mister, né?

Speaker: Ironicamente.

Speaker: Como o mundo dá voltas, né?

Speaker: Como o mundo dá volta.

Speaker: Agora quem é que tá chamando o Mister?

Speaker: Chama o Mister, certeza.

Speaker: Chama o Mister.

Speaker: Chama o Mister.

Speaker: Mas, tipo, o Botafogo deu seis chutes.

Speaker: Teve seis finalizações na partida todinha.

Speaker: Duas foram na direção do gol.

Speaker: Uma foi o chute despledoroso, fora de série do Tiquinho Soares, que deu o gol ao Botafogo.

Speaker: E outra, eu não estou nem me lembrando qual foi o chute que foi no gol, mas não foi o chute do Vitor Sá.

Speaker: E o Palmeiras criou 15 finalizações na partida, só que só 4 na direção do gol.

Speaker: Trazendo os números, o Palmeiras teve um xG de, como você falou, 2.6, mas transformou esse xG em um xG de 0.76.

Speaker: Enquanto o Botafogo teve o xG de 0.7.

Speaker: o transformou em 0.47.

Speaker: Então foi uma partida onde os dois times, muito mais o Palmeiras, não conseguiram pegar a chance e criar chutes com qualidade.

Speaker: Ah, e outra coisa, esse X-Gote de 0,47 do Botafogo é tudo no chute do Tiquinho Soares, tá?

Speaker: Que esse é o X-Gote do chute dele.

Speaker: Perfeito.

Speaker: De 0,47.

Speaker: É porque tem um de 0,01 nessa conta.

Speaker: Então, meio que... Entende, né?

Speaker: Foi todo o Tiquinho Soares dito isso.

Speaker: É, dito isso, foi todo o chute do Tiquinho Soares de resto...

Speaker: Foi um jogo de finalizações temerárias, no final das contas, mas um jogo de implicações gigantescas pra briga do campeonato, que o Botafogo agora abre oito pontos de distância pro Palmeiras.

Speaker: O segundo colocado agora é o Grêmio, com 23 pontos, seguido de Flamengo e Palmeiras.

Speaker: E assim...

Speaker: historicamente falando, quando o primeiro colocado abre uma distância de 7 ou mais pontos para o segundo colocado, a chance desse time terminar campeão, estatisticamente falando, é muito alta.

Speaker: E nunca o segundo colocado foi capaz de... Não é 100% porque...

Speaker: Ele já foi, já aconteceu desse primeiro colocado não ser campeão em 2008.

Speaker: O São Paulo, ele estava, se não me engano, na quarta colocação com a distância até maior para o primeiro colocado e acabou indo buscar e ser um campeão em 2008.

Speaker: E 2009... Não, do primeiro para o segundo, né?

Speaker: Eu digo, dos sete pontos.

Speaker: Sim, mas o que eu estou falando é, quando ele abre essa distância...

Speaker: é muito provável dele ser campeão.

Speaker: Se ele é ultrapassado pelo segundo, pelo terceiro, quarto, quinto da competição, pouco importa pro torcedor.

Speaker: O que importa pro torcedor realmente é se o time vai ser campeão, né?

Speaker: Exato.

Speaker: É porque, de fato... Entendi o que você falou.

Speaker: Pode falar.

Speaker: É que, de fato, o que você falou, já teve e o time tá 8 pontos atrás e buscar.

Speaker: Mas não é diferente do primeiro pro segundo, 7 pontos, sempre que aconteceu o time foi campeão.

Speaker: Do primeiro pro segundo colocado.

Speaker: Sempre que aconteceu, o segundo nunca buscou.

Speaker: Não.

Speaker: Eu acho que... Não, nem buscou.

Speaker: Foi campeão.

Speaker: Todos foram campeões.

Speaker: A única ressalva seria o São Paulo de 2020.

Speaker: Não, o São Paulo de 2020 nunca chegou a abrir essa vontade.

Speaker: Mas porque teve um jogo adiado, que quando foi normal, viraram cinco pontos.

Speaker: Era um 8 e virar um 5.

Speaker: Pro Flamengo.

Speaker: Exato.

Speaker: E 2009, do Flamengo, a distância não era tão grande do Flamengo pro... Não, do Flamengo, né?

Speaker: Do primeiro colocado, que eu nem me lembro qual era o primeiro colocado.

Speaker: Acho que era o Palmeiras.

Speaker: Foi o Palmeiras?

Speaker: Eu lembro que 2009 chegou na última rodada com quatro equipes com chance de serem campeões.

Speaker: É. E quem se sagrou campeão mesmo foi o Flamengo nesse ano.

Speaker: Uma coisa que eu vi sobre o pênalti, que é muito interessante, que o Veiga perde, né?

Speaker: Inclusive...

Speaker: quase me quebrou, tentou quebrar minhas pernas, o Veiga tem hoje 31 pênaltis, ou 31, 36 pênaltis feitos pelo Palmeiras, certo?

Speaker: 36 pênaltis batidos.

Speaker: Os primeiros 24 pênaltis ele fez 24 gols.

Speaker: Só que nos últimos 12, ele perdeu 5.

Speaker: Nos últimos 12 pênaltis que o Veiga bateu pelo Palmeiras, ele perde 5 e acerta 7.

Speaker: Então vem perdendo a qualidade nos pênaltis, não sei se os goleiros estão entendendo, não sei se ele tá ficando mais nervoso, mas ele tá numa conversão muito pior do que o IGA foi, que era 100%, né?

Speaker: E caiu pra basicamente metade disso.

Speaker: Sim, ele era basicamente o Neymar, né?

Speaker: Automático no pênalti.

Speaker: Automático.

Speaker: O Veiga que negativou no seu time do Cartola, né, nessa rodada?

Speaker: Não, eles botaram três pontos dele em uma finalização na tráfrica, eu nem vi qual foi essa.

Speaker: Mas quem sou eu pra julgar, né?

Speaker: Ele ficou com um ponto.

Speaker: Ah, ficou com um pontinho, perfeito.

Speaker: Chegou a ficar com um ponto.

Speaker: Só não foi por isso que botou o Carlos nosso amigo Nino, né?

Speaker: É, não...

Speaker: cartola dessa rodada danada pra ter jogador que a galera escalou negativando, né?

Speaker: Foi o Cano, foi o Nino na mesma partida, o Cano que entrou no finalzinho.

Speaker: Exato.

Speaker: E o Arrascaeta não negativou, mas foi tipo 0,40.

Speaker: É, não, é 0,40.

Speaker: Mesma coisa que ter negativado, basicamente.

Speaker: Agora, sobre a campanha do Botafogo...

Speaker: Tem algumas coisas históricas que estão acontecendo.

Speaker: A primeira delas é que essa é a terceira melhor campanha da história dos pontos corridos depois de 12 rodadas.

Speaker: Perde pro Corinthians 2017, que de fato aquele time foi... Do começo ao fim ninguém chegou.

Speaker: Do começo ao fim sempre se manteve.

Speaker: E a outra, eu... Me falho aqui na memória.

Speaker: Mas fica de curiosidade pra gente ir atrás depois.

Speaker: E...

Speaker: É a segunda maior diferença de pontos do primeiro pro segundo lugar depois de 12 rodadas.

Speaker: Só perde de novo pro Corinthians de 2017 que tinham 9 pontos.

Speaker: E sobre o Tiquinho... Ah não, peraí, tem outra.

Speaker: Tem outra também.

Speaker: É o melhor começo de uma equipe do Botafogo em campeonato nacional na história do clube também.

Speaker: É, mas essa aí, com certeza.

Speaker: Não, eu não tô nem falando... Não, eu não tô nem falando de pontos corridos, não.

Speaker: É o melhor, começou.

Speaker: Na história.

Speaker: Em 12 jogos da história do... Justo.

Speaker: Botafogo, Clube de Regatas.

Speaker: Clube de Regatas, Botafogo.

Speaker: Não lembro qual é a ordem.

Speaker: Não, Botafogo... Ah, enfim.

Speaker: Da história do Botafogo.

Speaker: Um time com mais de 100 anos.

Speaker: Perfeito.

Speaker: E outra coisa, o Tiquinho igualou o feito do último artilheiro do Brasileirão pelo Botafogo.

Speaker: Túlio Maravilha, em 1995, com 10 gols em 11 jogos.

Speaker: É simplesmente histórico o que está acontecendo no Botafogo esse ano.

Speaker: Dito isso, o Luiz Castro vai pular fora, né?

Speaker: Botafogo de futebol e regatas, eu precisava dizer, senão pronto, falei muito leve.

Speaker: E... É, realmente, né?

Speaker: Tudo dando certo pro botafoguense, as coisas conspirando, tudo conspirando ao favor da equipe que tá fazendo um trabalho...

Speaker: fenomenal, desde a administração da SAF, desde o John Textor, até a equipe, os jogadores, a comissão técnica, todo mundo envolvido no clube, dá para você ver que estão puxando na mesma direção.

Speaker: Só que no meio dessa história existe um fundo árabe com dinheiro infinito,

Speaker: E uma superestrela do futebol mundial que quer contar com o Luiz Castro na equipe deles.

Speaker: Pô, o foda é isso, véi.

Speaker: A gente ainda nem falou também que o Botafogo ganha o do Palmeiras desde 2014 em São Paulo.

Speaker: Não era nem... Ainda era Palestra Itália.

Speaker: Dito isso, é foda.

Speaker: É foda.

Speaker: Querendo ou não, é esse investimento todo na Arábia, do governo árabe comprando os quatro times, injetando dinheiro...

Speaker: E eles vão trazer quem eles acharem bem entender.

Speaker: E o cara vai ser muito difícil de segurar, ainda mais no mercado como o do Brasil.

Speaker: No mercado europeu, alguns ainda se seguram, né?

Speaker: Parece que o CR7 ligou pessoalmente pro Luiz Castro pra chamar ele pra vir.

Speaker: Se você estiver escutando isso, Xandinho, meu amigo botafoguense, agora realmente não dá mais.

Speaker: Ou você é CR7 ou você é Botafogo, que o CR7, o gajo está querendo ferrar o clube da Estrela Solitária.

Speaker: Mas até agora, na gravação desse episódio, que está sendo gravado na terça-feira,

Speaker: Não foi oficializado, não foi, pelo menos não saiu nos maiores veículos de mídia aqui do Brasil, que o Luiz Castro sinalizou que vai pro Alnasser treinar o Cristiano Ronaldo.

Speaker: Só que é uma proposta muito tentadora, né?

Speaker: E também, mesmo, vamos ser sinceros, se ele não fosse, seria igual o Abel, que já recusava de cara e falaria, eu vou ficar.

Speaker: Ele tá tentado, e quem não estaria tentado, né, também, vamos ser sinceros.

Speaker: E o que eu ouvi falar por aí, isso não são palavras minhas, jamais seriam, é que essa vitória contra o Palmeiras custou caro.

Speaker: Custaram 60 cabras e o Luiz Castro indo pra Arábia.

Speaker: Pelo menos foi o que eu ouvi falar por aí.

Speaker: Mas, de novo, jamais a minha autoria é isso.

Speaker: mais alguma coisa é, mais alguma coisa sobre o Palmeiras já que a gente já já destrinchou, falou bem o Palmeiras foi um momento que eu procurei muito e faz tempo eu procurei, procurei, eu sei que não aconteceu no ano passado talvez tenha acontecido em 2021 mas já fazia muito tempo que o Palmeiras não perdi dois jogos seguidos de Brasileirão

Speaker: Muito tempo.

Speaker: Ano passado não aconteceu, não chegou nem perto.

Speaker: Ano retrasado não consegui ver direito, não consegui achar esses números.

Speaker: Mas é uma coisa incomum, né?

Speaker: A gente vê o Palmeiras em jogos seguidos sem pontuar.

Speaker: É algo que a gente não está acostumado.

Speaker: Até antes dessa derrota para o Bahia, no meio de semana, o Palmeiras estava ainda naquela sequência de ter perdido 3, 4 jogos dos últimos 100.

Speaker: Negócio bizarro, um negócio absurdamente bizarro.

Speaker: Perde agora duas rodadas seguidas no Brasileirão, que é algo realmente extremamente raro no comando do Abel.

Speaker: Só que esse time do Palmeiras a gente até já falou sobre em outros episódios do podcast.

Speaker: parece que na montagem desse elenco, abriu um pouco de mão da solidez defensiva que apresentou o ano passado, em troca de ser um time com um ataque muito mais letal, um time com um ataque muito mais perigoso, com um quarteto de ataque de Rony, Arthur, Dudu e Rafael Veiga.

Speaker: Só que do dia que o ataque não conectou,

Speaker: a defesa fez um pouquinho de falta no único chute do Tiquinho Soares.

Speaker: Apesar de que eu acho que isso foram derrotas... Você defendeu bem também.

Speaker: Foi, defendeu bem.

Speaker: No final foram derrotas bem circunstanciais na minha cabeça.

Speaker: Tanto pro Bahia, que foi no Zacarás, segundo tempo, num rebote do Everton.

Speaker: Tanto nesse que foi um chute do Tiquinho que, tipo, foi um bom chute, mas que eu não imaginei que ia entrar.

Speaker: O Everton ainda consegue espalmar, mas foi um belo de um chute, vendo o replay.

Speaker: Então...

Speaker: acontece, mas o Palmeiras é isso.

Speaker: Se for pra perder o jogo, vai perder de 1x0, não tem jeito.

Speaker: Teve uma derrota no passado de 4x0 pro Inter, teve, mas já era campeão.

Speaker: Tipo, fica só pros números isso.

Speaker: Sim.

Speaker: Mas, sei lá, é o Palmeiras que se tivesse Danilo ali no meio...

Speaker: Talvez um desses jogos não tivesse perdido de 1x0.

Speaker: Talvez fosse essa diferença.

Speaker: Mas, enfim, o torcedor do Palmeiras que está reclamando que o time está passando uma vergonha nacional, eu os convido a conhecer o clube de regatas Vasco da Gama, tá?

Speaker: É. Fica aí.

Speaker: Fica aí o desespero, entre aspas, do torcedor palmeirense.

Speaker: Bom, e já que você falou disso...

Speaker: Vai pro Xavásco já?

Speaker: Acho que a gente tem que falar do Santos.

Speaker: Ah, perfeito.

Speaker: A gente tem que falar do Santos.

Speaker: Flamengo e Santos na Vila Belmiro, né?

Speaker: Mesmo com portões fechados, é... Promessa de fortes emoções.

Speaker: Pois é, o Santos que agora soma quatro derrotas seguidas pro Flamengo na Vila Belmiro.

Speaker: A última vitória foi em 2019.

Speaker: naquele 4x0 que o Jorge Sampaoli meteu no Jorge Jesus, mas aí era o time que já era campeão e tava com... não tava o time reserva, tava titular, mas ele juntava com a cabeça pra jogar lá porque tava pensando no Mundial, né?

Speaker: E o Santos vem dos últimos 10 jogos com incríveis 5 derrotas e 5 empates.

Speaker: E nos últimos 5 jogos são 2 empates, 3 derrotas, a pior sequência dos últimos 5 jogos do Brasileirão, empatada com Curitiba.

Speaker: Então é uma situação bem preocupante que vem acontecendo.

Speaker: Teve que acontecer tudo o que aconteceu para o Odair Helmo ser demitido.

Speaker: E agora vem o Paulo Turra.

Speaker: E a gente vem para esse dia com mais uma bomba, né?

Speaker: Os laterais titulares, Natan e Lucas Pires foram afachados hoje do elenco por motivo de indisciplina.

Speaker: Blitz na balada, a famosa blitz do WhatsApp.

Speaker: Todo mundo pensando que nada ia acontecer, que a diretoria do Santos era omissa, que não ia fazer nada.

Speaker: Do nada vem a nota.

Speaker: Eu, inclusive, agora a opinião pessoal minha, achei que era o Beisola Santista, que eu ia fazendo bait.

Speaker: E realmente, quando eu li a segunda vez, eu fiquei, putz, é o Santos mesmo?

Speaker: Caralho.

Speaker: Uma das primeiras vezes que a diretoria acertou nessa gestão.

Speaker: É isso que eu ia te perguntar.

Speaker: O que você achou da diretoria vir afastar direto os dois laterais?

Speaker: Eu acho que ela querendo ou não está certa.

Speaker: Porque eles estão nesse obaoba já tem três anos.

Speaker: Tanto a diretoria quanto os jogadores.

Speaker: Alguma coisa tinha que ser feita e alguma punição tinha que ser tomada.

Speaker: Punição foi feita porque a diretoria tá vendo que a torcida não aguenta mais esperar.

Speaker: Porque a gente já tá nessa espera, ó. Primeiro ano a gente ficou, ah, mas ano que vem tá tranquilo.

Speaker: Chegou ano que vem de novo, mesma coisa que foi em 2022.

Speaker: Não, mas em 2023 o time vai tá mais encaixado e tal.

Speaker: E fica pior, cada vez pior.

Speaker: Tem uma hora que cansa.

Speaker: Não, mas no caso eu tô perguntando da situação em si mesmo dos jogadores que estavam na balada.

Speaker: serem afastados do elenco basicamente porque estavam na balada assim, eu acho justo um dia depois da derrota eles aparecerem na balada numa segunda-feira como se nada, não era nem dia de folga terça tendo treino de manhã

Speaker: Não existe isso, sinceramente.

Speaker: A posição talvez tenha sido muito pesada e eles tenham sido usados de bola expiatória.

Speaker: Talvez.

Speaker: É isso que eu vou falar aqui agora, que eu não estou passando nenhum julgamento a favor ou contra.

Speaker: Mas, assim, teoricamente, o jogador faz o que ele quiser do tempo que ele está da porta pra fora do clube, né?

Speaker: exato até porque Neymar o senhor Neymar fruto da da Vila Belmiro já teve inúmeros inúmeros inúmeros de casos que foi pra balada até aqui no Brasil jogando na Europa

Speaker: E nunca teve, nunca teve uma punição, nunca teve um afastamento, uma medida desse tamanho para com o Neymar.

Speaker: E assim, não estou apontando a você diretamente.

Speaker: Mas a torcida do Santos, que ama com muita razão o Neymar, também nunca ficou puta com essas atitudes no Neymar.

Speaker: É porque tem um detalhe que você esqueceu.

Speaker: Hum, sim.

Speaker: em nenhum jogo o Neymar entrega mais do que o Lucas Pires e Natan vai entregar na vida inteira dele jogando futebol.

Speaker: Em uma partida.

Speaker: Em uma partida pelo Santos em 2009, quando ele chegou da base.

Speaker: Não, justo.

Speaker: Concordo, concordo.

Speaker: Mas como a questão de política disciplinar do clube, eu achei um pouco pesada.

Speaker: Agora dando realmente a minha opinião, eu achei um pouco pesado.

Speaker: Achei que...

Speaker: levaram muito a culpa de tudo que estava acontecendo no Santos e foram realmente usados um pouco de bode triatório meio que para jogar para a torcida.

Speaker: Estamos afastando esses dois caras que não estão comprometidos com o clube.

Speaker: Para mim, que não sou um torcedor do Santos, foi meio que a ótica do que aconteceu.

Speaker: Pode falar que eu estou errado, se quiser.

Speaker: Basicamente...

Speaker: Não é como se fosse a primeira vez que eles fizessem isso, principalmente em Natan, tá?

Speaker: Não é a primeira vez que ele faz isso.

Speaker: Natan que... ex-Vasco, né?

Speaker: Ex-Vasco, não é a primeira vez.

Speaker: Provavelmente, se não ter acontecido, não seria a última e ele nem ia ir pra nada.

Speaker: Como se o clube tivesse uma situação ok.

Speaker: A posição da tabela tá ok, tá ok, mas tá um ponto acima da zona de rebaixamento.

Speaker: É uma rodada que todo mundo lá embaixo consegue ganhar e pronto.

Speaker: O Santos tá na zona.

Speaker: E aí?

Speaker: E aí ele vai ir pra zona também?

Speaker: Eu não sou advogado do Natan nem do Lucas Pires para defender do Elistano.

Speaker: Só achei um pouco...

Speaker: só achei um pouco assim, dois pesos e duas medidas com dois caras que são obviamente não dos melhores tecnicamente na equipe do Santos e me lembrou muito o caso do Marlon no Atlético Mineiro quando a Galucura foi cobrar ele lá na balada o Marlon ainda queria tomar um último gole da cerveja enquanto os caras estavam cobrando ele mas é isso né

Speaker: A gente também tem que se lembrar que o Nathan põe a titularidade pro Gabriel Inocencio, né?

Speaker: Que veio do Água Santa.

Speaker: Tipo, com todo o respeito.

Speaker: Mas o Gabriel Inocencio é muito esforçado, mas não é o primor tecnicamente.

Speaker: O Lucas Pears ainda era o titular, não?

Speaker: Lucas Pires realmente é titular.

Speaker: Jogou o jogo contra o Flamengo, inclusive.

Speaker: Mas ele é o titular e ele é o pior dos titulares, né?

Speaker: Entre os 11 titulares, ele é o pior dos jogadores.

Speaker: E já emendando e falando de volta na partida, nos primeiros 20 a 30 minutos, tudo encaminhava pra ser uma partida bem morna na vida do Bebílio.

Speaker: Tanto é que você até brincou que quase pegou no sono no começo da partida.

Speaker: até sair o gol de empate do Santos com o Mendonça.

Speaker: Mesmo com o Flamengo abrindo o placar com o Cebolinha, o jogo ainda ficou bem caneciado, o Flamengo manteve toda a posse de bola, basicamente, naqueles primeiros 20, 30 minutos, até sair o gol do Mendonça.

Speaker: Aí foi lá e caiu.

Speaker: E foi aquela partida que, se não tecnicamente semelhante àquele 5x4 que tivemos na Vila Belmiro em 2011,

Speaker: Foi com alguns requintes de loucura, com alguns requintes de lá e cá que essa partida teve.

Speaker: O que você achou?

Speaker: Me pareceu muito um jogo que... Me pareceu não.

Speaker: Foi um jogo que as duas defesas estavam muito desligadas.

Speaker: Tanto do Santos quanto do Flamengo pareciam muito espaçadas, muito desligadas.

Speaker: E o Flamengo jogava num ritmo que parecia que ele ia ganhar o jogo a qualquer momento.

Speaker: Sim.

Speaker: Quando quiser desenvolver o jogo, ele ia ganhar o jogo.

Speaker: O Flamengo começa com a rascaeta no banco.

Speaker: E vai com Everton Ribeiro, Gerson e Cebolinha fazendo os três meias lá na frente.

Speaker: Inclusive, mais uma boa partida do Gerson com o Sampaoli.

Speaker: O Sampaoli fez crescer muito o Gerson no Flamengo.

Speaker: Era uma coisa que a gente esperava fosse acontecer, principalmente com a contratação do Sampaoli.

Speaker: E sabendo que o Gerson jogou muito bem lá no Marseille com o Sampa...

Speaker: E voltamos a falar também, né?

Speaker: Que injustiça que fez o Vitor Pereira com o Coringa, né?

Speaker: Coitado do Coringa.

Speaker: Bizarro.

Speaker: Mas eu achei que no começo do jogo o Santos parecia ensaiar uma pressão alta no Flamengo.

Speaker: Primeiro tiro no meta quem tem é o Flamengo, na finalização.

Speaker: E o Santos ensaia uma pressão alta lá, ensaia tentar...

Speaker: tentar diminuir o ritmo do Flamengo e aí a gente já fica, ué, mudou tanto assim do time do Odair pra agora em uma semana?

Speaker: Não, não mudou.

Speaker: Foi só os primeiros três, quatro minutos.

Speaker: Depois o Santos recua, como sempre, até o Cebolinha começar a fazer um salsero lá na esquerda.

Speaker: Ele realmente começou a criar muitas jogadas, apesar de que a zaga do Santos, quando é para afastar a bola, consegue trabalhar bem, principalmente o Messias, que até hoje é um dos líderes de chutões no Brasileirão, de afastamento de bola.

Speaker: Mas depois daquele primeiro gol, que acaba sendo uma falha da zaga que tira a bola para cima...

Speaker: e aquele contra-ataque magnífico que o Marcos Leonardo consegue achar um passe absurdo pro Soteudo, o jogo vira outra coisa.

Speaker: O jogo fica muito mais aberto do que... E aí vem a nossa fala, da minha fala, né?

Speaker: Das duas defesas bem espaçadas e as duas defesas meio que com sono, pelo que parecia.

Speaker: E, assim, o Sampaoli consertou muitas coisas já no Flamengo...

Speaker: que vinham sendo grandes problemas nos últimos dias do Vitor Pereira.

Speaker: Mas uma delas não foi a solidez defensiva.

Speaker: O Flamengo ainda é muito susceptível a dar grandes chances...

Speaker: Para os adversários.

Speaker: Foi assim no 4x0.

Speaker: Contra o Bragantino.

Speaker: Que foi provavelmente o pior exemplo.

Speaker: O melhor exemplo.

Speaker: Digamos assim disso.

Speaker: E o melhor jogo do Bragantino no ano também.

Speaker: E o melhor jogo do Bragantino.

Speaker: Com certeza no Brasileirão.

Speaker: É no ano.

Speaker: É realmente o melhor jogo do Bragantino no ano.

Speaker: Mas também foi assim contra outros adversários.

Speaker: O Flamengo cedeu chances.

Speaker: Em todas as partidas, talvez, tá, beleza, contra o Vasco não foi, mas o Vasco infelizmente é saco de pancada de Deus o mundo nesse Brasil.

Speaker: Apesar que o Vasco chutou mais que o Flamengo naquele jogo, mas também muito no segundo tempo que o Flamengo já só administrou o jogo.

Speaker: É aquele negócio, depois que caiu 4x0 atrás, aí o Vasco realmente chutou mais que o Flamengo.

Speaker: Mas, enfim, o fato é que essa equipe do Flamengo, do Sampaoli, joga aceitando o risco de que vai dar espaço e vai deixar o adversário jogar também.

Speaker: E o Santos conseguiu muito explorar isso.

Speaker: E o primeiro gol do Santos é muito nisso.

Speaker: Foi um passe do Marcos Leonardo de oportunidade que ele lançou no Soteudo.

Speaker: Foi um passe de brilhantismo do Soteudo.

Speaker: O Mendoza estava cara a cara com o gol, só para empurrar para dentro.

Speaker: E o Flamengo, nos três jogos, cedeu 73 sinalizações para os adversários.

Speaker: Isso é um número bem chocante.

Speaker: É um número de um time que realmente não é o time que se fecha muito bem.

Speaker: E, de novo, o ataque tem que compensar.

Speaker: Foi o que aconteceu no jogo de domingo.

Speaker: E, realmente, o ataque ia compensar uma hora ou outra porque a defesa do Santos não conseguiu acompanhar o Flamengo.

Speaker: Ficou muito perdida.

Speaker: O Flamengo tocava a bola como queria para entrar na área, principalmente no segundo tempo.

Speaker: E inclusive a gente se pegar os números secos, vai ter um XG do Flamengo de 0.92 apenas.

Speaker: É isso que eu ia falar pra você agora.

Speaker: O XG do Santos é 1.63.

Speaker: Eu ia falar que... Eu achei até interessante, porque não foi a minha impressão da partida assistindo o jogo.

Speaker: Eu achei que o Flamengo tinha criado mais oportunidades...

Speaker: que o Santos e o XG basicamente é uma métrica que mede oportunidades criadas na partida, não o que você faz, como você finaliza das oportunidades, mas o quão provável você é de chegar ao gol, chegar à conclusão final do futebol, a partir das oportunidades que você cria na partida.

Speaker: E pelo XG, o Santos criou mais oportunidades do que o Flamengo.

Speaker: que foi algo que foi meio contra o que eu tinha sido a minha impressão da partida.

Speaker: Não só a sua.

Speaker: Só que você olhando... É, não só a minha, a de muita gente, né?

Speaker: Mas só que você olha e pensa de volta em quais foram os gols que o Flamengo marcou na partida, foi um...

Speaker: Um cabeceio primordial do Everton Ribeiro.

Speaker: O gigante de 1,72m de altura.

Speaker: Que meteu no canto do João Paulo.

Speaker: Sem chance para o João Paulo defender.

Speaker: Outro foi aquele chute no canto também do Pulgar.

Speaker: O gol do Cebolinha já havia sido uma ótima finalização também no canto.

Speaker: Então, o Flamengo até teve mais volume, mais posse de bola.

Speaker: Só que essa expectativa do XG mostra um pouco que em questão de produtos finais na partida, o Flamengo não foi tão agudo assim.

Speaker: Enquanto o Santos foi muito na base do oportunismo, de pegar os espaços que o Flamengo dava, principalmente no contra-ataque, e tentar explorar essa defesa que dá espaço para o adversário jogar.

Speaker: Inclusive, se a gente for pegar o X-Gote, que ocorreu no jogo, o Flamengo transformou 0.92 em 1.66, o que de fato fala muito da qualidade das finalizações que o Flamengo teve.

Speaker: Mas o Santos transformou 1.63 em 2.37.

Speaker: Claro que também isso se deve muito ao fato do Santos ter tido chances.

Speaker: Quando chegou e teve suas chances, eram chances impossíveis de se errar.

Speaker: porque foi a cabeçada do Messias, que o Matheus Cunha faz uma boa defesa e o Rodrigo Fernandes pega a sobra e tá embaixo do gol.

Speaker: Foi o contra-ataque no Mendoza, que tá embaixo do gol também pra fazer.

Speaker: Então, os números de Santos acabam sendo muito inflados pela qualidade das oportunidades que o Santos criou.

Speaker: Que, de fato, as oportunidades que o Flamengo teve no jogo, se não é um time como o Flamengo, por exemplo, provavelmente teria saído um gol.

Speaker: Talvez dois.

Speaker: Mas por ser o Flamengo, por ser os jogadores de tanta qualidade, que é o time, saíram os três, e os três necessários pra vitória.

Speaker: O Rasca ainda entrou no final do jogo, né?

Speaker: Só pra ferrar meu cartola?

Speaker: É, e de todo mundo que se calou, ele até que entrou bem, fez um salseirozinho legal, mas... Nada absurdo e o jogo já tava controlado.

Speaker: O Santos pareceu que quando levou o terceiro gol, desacreditou.

Speaker: O jogo acabou no 3x2.

Speaker: Basicamente não teve mais nenhuma chance pra nenhum dos dois lados.

Speaker: E foi isso.

Speaker: Foi um jogo que, se você assistiu dos 30 do primeiro tempo até os 50 e poucos, você viu um grande jogo.

Speaker: Se você viu todo o resto, você ficou com sono.

Speaker: Sim, perfeito.

Speaker: Agora assim...

Speaker: Eu vi um comentário durante a partida, muito do Flá TT, né?

Speaker: Falando, pô, que sacanagem, tá com dificuldade de ganhar do Santos.

Speaker: Entendeu?

Speaker: Vila Belmeira vazia, essa equipe do Flamengo tá com dificuldade de ganhar desse time fraco do Santos.

Speaker: Sim, tava.

Speaker: Tava e muito...

Speaker: Pelo que apresentou na partida.

Speaker: Tanto é que o Santos, não só em questão de finalizações, teve mais finalizações que o Flamengo e mais finalizações no gol do que o Flamengo, mesmo tendo só 33% da posse de bola.

Speaker: Quanto também a gente já falou, e eu não vou ficar repetindo dados, mas tanto em questão de criação de gol quanto em questão de finalização com perigo, o Santos teve mais.

Speaker: Agora o Flamengo teve o controle do volume da partida.

Speaker: Teve o controle de onde a posse de bola ficou na maior parte do tempo da partida e de como manejava essa posse de bola elevada em relação à equipe do Santos.

Speaker: Mas o Flamengo não...

Speaker: fora essas três finalizações que vieram a ser três gols, o Flamengo não fez essa partida esmagadoramente maior do que o Santos.

Speaker: Não, e digo mais, o Santos não é um time fácil de ganhar na Vila Belmiro.

Speaker: O time agora realmente tem duas derrotas em casa, duas seguidas, né?

Speaker: Contra Corinthians e Flamengo.

Speaker: Mas o Brasileirão tava invicto.

Speaker: No ano tava invicto até pouco tempo atrás.

Speaker: Quando perdeu na Sul-Americana pro Nielsen, quando tava 1x1 e teve que ir pra cima, porque se empatasse era a mesma coisa de perder.

Speaker: E acabou levando o 2x1 no contra-ataque.

Speaker: É difícil ganhar do Santos na Vila.

Speaker: O Palmeiras não conseguiu, por exemplo, quando veio.

Speaker: Não só não conseguiu, como não conseguiu jogar.

Speaker: Então é aquela.

Speaker: Nunca vai ser um jogo fácil jogar contra o Santos na Vila.

Speaker: Claro, tem o fato de não ter torcida.

Speaker: Pode ajudar um pouco o visitante?

Speaker: Pode, mas ainda assim é difícil ganhar o time lá.

Speaker: E os números mostram isso.

Speaker: Mas é uma derrota que já se esperava.

Speaker: No final era uma derrota já esperada por quem é torcedor santista.

Speaker: Ainda mais depois que aconteceu contra o Corinthians, que foi uma humilhação.

Speaker: Aquele jogo eu achei que teve mais mérito do Santos perder a partida do que esse.

Speaker: Do que esse, perfeito.

Speaker: Ou demérito, no caso.

Speaker: Exato.

Speaker: Agora a gente tem que falar um pouco do Gerson, né?

Speaker: Que partida foi do Gerson?

Speaker: Gerson que conseguiu dar três assistências na partida.

Speaker: Claro, uma foi sem querer, óbvio.

Speaker: Mas conta com assistência.

Speaker: Pro Cartola conta.

Speaker: No Cartola conta, e não só faz corte também.

Speaker: Quer dizer, no Cartola não contou, né?

Speaker: Pelo que eu tava vendo.

Speaker: Não contou?

Speaker: Eu acho que não.

Speaker: Não contou, só contaram as outras duas.

Speaker: Mas, pelos números do SofaScore, o Gerson chegou numa seleta lista de jogadores que conseguiram fazer três ou mais assistências em um jogo no Brasileirão.

Speaker: Que tá junto com ele, Gustavo Scarpa no Fluminense em 2016, Magno Alves também no Fluminense em 2016,

Speaker: Dudu no Palmeiras em 2016, ano abençoado, viu esse?

Speaker: Christian Cuevan também no São Paulo em 2016.

Speaker: E Keno no Palmeiras em 2017, Dudu no Palmeiras em 2019.

Speaker: E Marinho no Flamengo no ano passado.

Speaker: Chegou nessa seleta lista de conseguir dar três assistências no mesmo jogo.

Speaker: Algo bem difícil de ser feito.

Speaker: E claro, o maior de todos é o Luanel no Grêmio em 2017.

Speaker: Com quatro assistências em um jogo só.

Speaker: Perfeito, perfeito.

Speaker: Então... Não teve a Rascaeta, né?

Speaker: Não rolou a Rascaeta em 2019, né?

Speaker: Não rolou.

Speaker: Não rolou a Rascaeta em 2019, não rolou a Rascaeta em 2020.

Speaker: Nada disso.

Speaker: Impressionante.

Speaker: Pois é, o Gerson muito bem.

Speaker: E eu vejo muita gente falando... Eu vi, por exemplo, em alguns vídeos que eu assisti... Que Gerson era uma péssima escolha pra esse cartola.

Speaker: E que a Rascaeta era muito melhor.

Speaker: De fato, a Rascaeta talvez fosse melhor...

Speaker: Mas os caras tiram o Gerson pra merda como se ele fosse volante e não fosse pontuar.

Speaker: Mas o Gerson joga muito mais à frente com o Sampaoli e vem sendo o melhor jogador do Flamengo desde que o Sampaoli assumiu.

Speaker: Isso eu digo sem medo de errar.

Speaker: Talvez o Matheus Cunha, goleiro, tá jogando bem.

Speaker: Wesley são os três melhores, assim, desde que o Sampaoli assumiu.

Speaker: Mas o Gerson também é disparado.

Speaker: O Gerson, desde o jogo contra o Vasco, que o Flamengo é de 4x1, o Gerson teve uma assistência e um gol contra o Vasco, uma assistência contra o Racing, um jogo importantíssimo pela Libertadores, uma assistência contra o Grêmio, no 3x0 em cima do Grêmio, e três assistências agora contra o Santos.

Speaker: Ou seja, dos últimos o quê?

Speaker: Um, dois, três, quatro, cinco jogos, o cara deixou a marca dele em quatro.

Speaker: Só não rolou contra o fatídico dia contra o Bragantino, né?

Speaker: Que ali foi, de fato... É, que ali ninguém deixou marca nenhuma do Flamengo, né?

Speaker: O Matheus Cunha deixou uma boa impressão, que se não fosse ele era 1x7, 8.

Speaker: Mas, né?

Speaker: Flamengo... O Gerson jogando muito bem, o Flamengo fez o dever fora de casa, né?

Speaker: Vem pra Libertadores agora.

Speaker: Num grupo que ele vai passar em segundo.

Speaker: É muito difícil ele passar em primeiro.

Speaker: Pode passar em primeiro com derrota do Racing, né?

Speaker: É, mas acho muito difícil.

Speaker: Esse é o único cenário.

Speaker: Eu não duvido nada desse time do Racing.

Speaker: Esse time do Racing é muito inconstante.

Speaker: Muito, muito inconstante.

Speaker: Ainda mais com o Rojas sem querer saber nada mais do futebol argentino.

Speaker: Agora, o...

Speaker: Uma coisa que eu quero ficar de olho nesse Flamengo pro resto do campeonato é essa transição defensiva me preocupou um pouco.

Speaker: Essa transição defensiva do Flamengo.

Speaker: Beleza que o Santos é um time que tem pontas realmente muito rápidos e um atacante que é muito móvel, que é o Marcos Leonardo.

Speaker: Mas mesmo assim, a transição defensiva do Flamengo foi meio podre no jogo.

Speaker: E já foi explorada no jogo contra o Bragantino também, isso.

Speaker: Não é de agora que a gente tá vendo.

Speaker: E no jogo contra o Grêmio.

Speaker: Só que o Grêmio não conseguiu bancar.

Speaker: Mas não foi um placar justo.

Speaker: Como a gente já comentou.

Speaker: Perfeito.

Speaker: Mas é, não.

Speaker: É aquilo que eu falei.

Speaker: O time do São Paulo joga e deixa jogar.

Speaker: E principalmente tendo

Speaker: o goleiro nessa função de goleiro quase líbero de futsal, em que você tem um goleiro ultra avançado, as linhas ultra avançadas, você, invariavelmente, vai criar muito espaço lá atrás, se conseguirem conectar o contra-ataque.

Speaker: O diferencial, o positivo, é que você tem mais jogadores na pressão.

Speaker: no perde e pressiona de bola, lá em cima, no terço inicial da outra equipe.

Speaker: Então, tem seus bônus e seus ônus, mas, obviamente, é um risco até filosófico que o Sampaoli pega com essa equipe, pelo jeito que ele joga.

Speaker: Agora, assim, já que a gente falou de uma equipe que ficou sem jogar...

Speaker: Com a sua torcida, indo pra outra equipe, né?

Speaker: Que jogou essa rodada sem torcida.

Speaker: O Vasco finalmente ganhou no Campeonato Brasileiro depois de... E repito, isso não me engano.

Speaker: Depois de 74 dias sem ganhar uma partida.

Speaker: O clube de regatas Vasco da Gama volta a vencer num jogo dramático no Luzo Brasileiro, na ilha do governador.

Speaker: 1x0 em cima do Cuiabá.

Speaker: Gol do Jair de pênalti.

Speaker: E assim, mais do que qualquer análise da partida que for uma partida

Speaker: que olhando o local, olhando a condição do gramado sem querer fazer nenhum ataque à portuguesa, mas não é um gramado a nível de Série A, não é um gramado a nível de Série A, olhando o futebol apresentado pelas duas equipes, parecia muito mais um jogo de Série B do que um jogo de Série A, mas fora qualquer análise de futebol, o importante mesmo...

Speaker: Era o Vasco ganhar esse jogo e o Vasco ganhou.

Speaker: Não foi bonito, não foi legal, mas ganhou.

Speaker: E agora o Vasco, não digo que nem respira no Campeonato Brasileiro, mas digo que pelo menos volta a demonstrar sinais vitais.

Speaker: Volta a demonstrar sinais vitais na competição.

Speaker: Diminui muito a defasagem que estava, porque de 6 para 12 pontos é uma coisa muito grande, ainda mais para um time que está brigando lá embaixo.

Speaker: Até psicologicamente, só falando, é uma barreira muito maior do que 3 pontos, quando você tem 12 e 9, né?

Speaker: E também a gente está num Brasileirão que, comparado com o Brasileirão do ano passado, por exemplo...

Speaker: No ano passado, o primeiro Zona de Rebaixamento já tinha seus 20 pontos.

Speaker: Hoje, acabaram as 12ª rodadas, o 17º colocado tem 12 pontos.

Speaker: Então o Vasco está fazendo uma peça de campanha, tá?

Speaker: Mas todos os times que vão brigar lá embaixo, pelo menos ao que tudo indica, do Santos para baixo, Santos, Corinthians, Cuiabá, Goiás, América, Vasco e Curitiba, não vão fazer campeonatos primordiais e estão fazendo um campeonato muito abaixo.

Speaker: Já abre uma vantagem, uma diferença grande do 13º para o 12º.

Speaker: Já são quatro pontos.

Speaker: E assim...

Speaker: pra mim é uma defasagem muito grande, porque tem muito time que tá muito abaixo dos outros.

Speaker: Como eu tinha falado pra você no off, eu continuo afirmando que vai ser uma briga ponto a ponto e com poucos pontos, eu acho.

Speaker: Eu acredito.

Speaker: Sim.

Speaker: O que... Pô, olhando de volta, porque quando você tá na sequência de derrotas que o Vasco estava, que eram o quê?

Speaker: Seis derrotas seguidas?

Speaker: Se eu não me engano.

Speaker: isso, seis derrotas seguidas você não quer nem ficar puxando histórico, né?

Speaker: mas depois dessa vitória do Cuiabá eu fui olhar e pô, o Vasco deixou muitos pontos preciosos pelo caminho

Speaker: que podia ter pontuado pelo menos um ponto... ou saído com a vitória.

Speaker: Foi o que aconteceu no jogo contra o Santos... foi o que aconteceu no jogo contra o São Paulo... que empata no finalzinho do segundo tempo.

Speaker: Só para levar dois gols relâmpagos do São Paulo no Monubi... e terminar 4x2...

Speaker: Foi o que aconteceu contra o Goiás no jogo da queda do Maurício Barbieri.

Speaker: E como demorou a queda do Maurício Barbieri.

Speaker: E assim, a gente fala e a gente se prega bastante nesse podcast a questão de continuidade de trabalho.

Speaker: Mas o trabalho precisa demonstrar alguma coisa que...

Speaker: o qualifique, né?

Speaker: E que o qualifique pra ter continuidade de trabalho.

Speaker: Mais do que resultados no primeiro momento que começa o campeonato, você precisa de ideias.

Speaker: E tanto o Santos quanto o Vasco não tinham ideias.

Speaker: Nenhum dos nossos times tinham ideias que você olhar e falar, pô, tem um negócio promissor aí.

Speaker: Tem um negócio promissor, não.

Speaker: Não existiam ideias.

Speaker: E só uma curiosidade desse jogo, o Vasco e o Iaba é histórico, tá?

Speaker: é o primeiro confronto entre Vasco e Abaí na história do Brasileirão.

Speaker: Já tínhamos enfrentado em 2015 pela Copa do Brasil, onde o Vasco conseguiu.

Speaker: Dois empaques.

Speaker: Dois empaques e o Vasco, pelo gol fora de casa, consegue se classificar.

Speaker: Mas sim, no Brasileirão, jogo inédito.

Speaker: Sim, perfeito.

Speaker: E foi também o primeiro jogo...

Speaker: do técnico interino, o William Batista, como treinador profissional, né?

Speaker: O William Batista que era o treinador do sub-20 do Vasco.

Speaker: E assim, sem entrar tanto nos méritos da partida, como eu já falei e volto a falar, foi uma partida pobre do Vasco, como também foi uma partida pobre do Cuiabá.

Speaker: Não foi um jogo bonito, vistoso de se ver.

Speaker: Não foi.

Speaker: Mas agora uma coisa que eu achei...

Speaker: Muito importante ressaltar do trabalho do William Batista nesse jogo, que só me mostra que o Barbieri nos últimos dias, nos últimos dias não, na verdade, né?

Speaker: De um bom tempo pra cá, desde talvez, desde a derrota pro Bahia,

Speaker: para cá no Brasileirão, tinha deixado de fazer as mínimas coisas no comando do Vasco, é que o William Batista, ele estava todo o tempo ali, mas não é gritando no sentido só de chegar e ficar em cima do jogador, atrapalhando o jogador.

Speaker: Ele era passando orientações especialmente para os jogadores mais novos,

Speaker: De coisas básicas, mas coisas que o torcedor que assiste a partida de casa, às vezes pensa, pô, como é que jogador X não fechou ali em cima naquela jogada?

Speaker: Ou algo do tipo.

Speaker: E ele estava dando exatamente esse tipo de instrução para jogadores como o Marlon, jogadores como o Figueiredo, jogadores como o menino, o Rayan, de 16 anos.

Speaker: Figueiredo, jogador do Quiabá, está de costas, você sobe, você sobe a pressão nele.

Speaker: Aí você via ele falando isso porque não tinha torcida, você conseguia escutar nitidamente as instruções que o William Batista estava falando.

Speaker: E você via, um ou dois segundos depois, você via o Figueiredo subindo na pressão, em cima do lateral.

Speaker: E assim, são esses mínimos detalhes que fazem muita diferença na fluidez do time e de como o time...

Speaker: tanto mantém a posse de bola, como melhor se organiza para atacar.

Speaker: Mas é o tipo da coisa...

Speaker: que você via nitidamente em partidas anteriores que o time do Vasco não tinha noção de fazer essas coisas.

Speaker: E eu vi pela primeira vez o Vasco.

Speaker: Foram lampejos?

Speaker: Foram.

Speaker: Não foi uma partida primorosa do Vasco.

Speaker: Repito, foi ruim na partida do Vasco.

Speaker: Não faltou qualidade, faltou técnica no Vasco.

Speaker: Mas em questão de estar organizado, bem organizado, taticamente, o Vasco apresentou muito mais organização e muito mais...

Speaker: Ideias, conceitos, às vezes até básicos de futebol, mas conceitos que você conseguia olhar e entender o que estava acontecendo, em vez de um time só ficar naquele protocolo de ir até a linha de fundo, cruzar.

Speaker: Parabéns para o William Batista que mostrou ser um bom treinador de sub-20.

Speaker: que é um treinador que leva em consideração o conhecimento tático e a falta de experiência de tato dos seus jogadores.

Speaker: E o Vasco teve, muito bem como você falou, boas oportunidades de triangulação no meio, era um time que fazia tempo que não conseguia triangular desse jeito,

Speaker: Beleza que nenhuma das triangulações talvez teve uma chance, na outra sofreu o pênalti, mas nenhuma... Teve a que o Alex Teixeira perdeu de baixo.

Speaker: Exato, é essa mesmo que eu tô falando.

Speaker: Tem boas triangulações, os laterais apoiando bem, mas a gente também tem uma queda muito grande do desempenho do Cuiabá nas últimas rodadas.

Speaker: O time do Cuiabá vem numa crescente gigantesca,

Speaker: muito bem treinado coletivamente, deu pra ver no jogo, coletivamente era melhor que o Vasco, querendo ou não, mesmo o Vasco com vontade, ainda assim, naturalmente o Cuiabá coletivamente ia ser melhor, mas não conseguiu imprimir tal ritmo de jogo.

Speaker: Chutou mais, teve um pouco mais a bola, trocou pouco mais passes,

Speaker: Mas faltou algo no Cuiabá que não vinha faltando nas rodadas.

Speaker: Que a gente tem que lembrar que foram rodadas de ganhar do Cruzeiro fora, ganhar do Goiás fora, perder só de 1x0 pro Botafogo, jogando muito mais que o Botafogo, amassando o Botafogo.

Speaker: Empatou com o Corinthians lá na Itaquera.

Speaker: Seria a primeira derrota do Corinthians em casa, mas acaba que o Corinthians consegue um empate.

Speaker: Quase virou.

Speaker: Mas o Cuiabá jogou muito bem.

Speaker: E contra o Vasco, pareceu que o time... E eu não falei do jogo contra o Fluminense também, porque foi um jogo melhor que o Fluminense, tá?

Speaker: Perdeu 2x0 no Maracanã.

Speaker: Contra o Vasco, não conseguiu jogar melhor.

Speaker: Talvez por ter enfrentado um time que não... Principalmente por ser fora de casa e ter enfrentado um time que não foi pressionar tanto o Cuiabá lá em cima, talvez tenha prejudicado um pouco os planos do Cuiabá.

Speaker: Mas, de fato, o time foi um pouco...

Speaker: Apagado.

Speaker: Eu diria apagado.

Speaker: Assim, em questão de XG, o Vasco até criou mais chances que o Cuiabá.

Speaker: Mas... Porque o Vasco teve 1.8 de XG contra 0.54.

Speaker: O Cuiabá teve mais finalizações que o Vasco e uma finalização a mais no gol que o Vasco.

Speaker: Mas foram três finalizações no gol na partida inteira do Cuiabá e duas do Vasco.

Speaker: Contando um pênalti.

Speaker: Ou seja, foi uma partida, num todo, com uma qualidade muito baixa.

Speaker: O resultado, pra mim, mais justo era o empate.

Speaker: E vinha se desenhando como um empate a partida no Luso Brasileiro.

Speaker: Só que aí o Vasco, assim, não cavou um pênalti ali.

Speaker: Foi realmente um pênalti em cima do Figueiredo.

Speaker: Não dado pelo juiz, mas que o Vasco chamou.

Speaker: Acho que o Vasco chamou certo.

Speaker: Mas foi o que definiu.

Speaker: E agora o Vasco tem nove pontos no campeonato, ainda é a terceira pior equipe no campeonato até então, só à frente de América Mineiro e Curitiba.

Speaker: E tem uma sequência muito complicada pela frente.

Speaker: O Vasco agora pega Botafogo, o líder do Brasileirão.

Speaker: Na 13ª rodada.

Speaker: Logo depois de pegar Botafogo.

Speaker: Enfrenta o Cruzeiro.

Speaker: Em casa.

Speaker: Só que de portões fechados.

Speaker: E depois faz um jogo.

Speaker: Fora de casa contra o América Mineiro.

Speaker: Que o América Mineiro.

Speaker: Mesmo estando na situação que está.

Speaker: É sempre um jogo caótico.

Speaker: No Independência.

Speaker: Sempre.

Speaker: E depois confrontos.

Speaker: É caótico.

Speaker: E depois confrontos contra o Atlético Paranaense.

Speaker: E.

Speaker: Contra Corinthians na Neoquímica.

Speaker: Contra o Grêmio em casa.

Speaker: Ainda de portões fechados.

Speaker: Não, mentira.

Speaker: Esse é o jogo da volta.

Speaker: A torcida já pode voltar a São Januário.

Speaker: Se o estádio deixar de ser interditado.

Speaker: Porque isso aí foi outra... Bizarre isso, né?

Speaker: É, outra reclamação do torcedor vascaíno.

Speaker: E que assim, sendo bem sincero.

Speaker: Tons muito preconceituosos na peça do magistrado do estado do Rio de Janeiro, que pediu a interdição de São Januário.

Speaker: E pediu a interdição assim, eu vou ler só uma partezinha pequenininha, que foi, para contextualizar a total falta de condição de operação do local, São Januário, partindo da área externa interna, vê-se que todo o complexo é cercado pela comunidade da Barreira do Vasco,

Speaker: de onde houve comumente estampidos de disparos de armas de fogo oriundos de tráfico de drogas lá instalados, o que gera clima de insegurança para chegar e sair do estado.

Speaker: São ruas estreitas, sem área de escape, e que sempre ficam lotadas de torcedores se embriagando antes de entrar no estádio.

Speaker: Primeiro, segurança pública não é de responsabilidade do Vasco.

Speaker: Se a barreira do Vasco, se a favela em volta de São Januário é perigosa ou não, isso aí é um problema da Prefeitura do Rio de Janeiro e do governo do Estado do Rio de Janeiro.

Speaker: Ponto.

Speaker: O Vasco não faz segurança, o Vasco não é uma entidade pública para, além de se preocupar em criar um jogo de futebol minimamente assistível, ter que combater o tráfico do Rio de Janeiro também.

Speaker: E segundo, que estádio de futebol no Brasil não tem torcedor bebendo do lado de fora?

Speaker: Ainda mais a cultura brasileira de futebol nunca envolveu nada com álcool, né?

Speaker: Pois é. Ainda bem que é lei seca no futebol.

Speaker: Pô, isso aí eu achei de uma... De um tom discriminatório surreal por... Ah, São Jânio Arista, no local que está, que é um local humilde de...

Speaker: de área de população mais humilde e população de favela e B assim não sei, eu não sei explicar o argumento de ter torcedores do lado de fora bebendo cerveja eu não sei nem como atacar não sei nem como brigar não sei é o que vai voltar ao normalidade e o Vasco provavelmente vai ficar os seus 30 dias de portões fechados

Speaker: E deve voltar... Não sei, vai ter o julgamento ainda.

Speaker: Provavelmente o seu junho deve deixar de ser interditado, porque não faz sentido interditar um estádio.

Speaker: Muita gente fez uma campanha, principalmente na capital de São Paulo, para interditarem a Vila Belmiro, o que obviamente está sendo analisado, mas provavelmente vai ser recusado.

Speaker: É muito difícil interditar um estádio.

Speaker: Não sei como conseguiram interditar o estádio do Vasco.

Speaker: Porque o governo do Rio de Janeiro é uma vásia.

Speaker: O governo do Rio de Janeiro é uma vásia.

Speaker: Basicamente é isso.

Speaker: É como eu estava dizendo, não faz sentido você interditar o estádio em um time, ainda mais numa situação que aconteceu dentro de campo e não teve nada a ver com o entorno para ser usado o entorno como uma arma para interditar o estádio.

Speaker: Isso não entra muito bem na minha cabeça.

Speaker: Afinal, beleza, quem tem que fazer a vixoria das coisas que vão entrar tem que ser o segurança dos estádios.

Speaker: tanto do Santos quanto do Vasco.

Speaker: Mas aí, no que isso responsabiliza os torcedores que estão bebendo do lado de fora, ou o pessoal que vive por ali?

Speaker: Não é nem o Vasco que vende a cerveja.

Speaker: Não é nem o Vasco que vende a cerveja do lado de fora do estádio.

Speaker: Se fosse um estádio que tem concessão, tem licitação para vendedores de cerveja em seu entorno,

Speaker: Ainda não daria nenhuma razão a essa peça, tá?

Speaker: Mas nem isso é. São autônomos.

Speaker: São autônomos que vão ali e vendem cerveja.

Speaker: Porque, legalmente falando, no Brasil, no país Brasil, essa venda de cerveja em locais públicos e em rua é parte da cultura brasileira.

Speaker: É isso, pô.

Speaker: Tanto pra show, quanto pra estádio, quanto pra...

Speaker: Pra sei lá, irmão, tá tendo um churrasquinho pra galera assistir um jogo, nem nem rolando ali o jogo, tem venda de cerveja, tem sempre um tiozinho com um carrinho de mão e um isopor vendendo cerveja.

Speaker: É cultural do Brasil, pô.

Speaker: Não tem nada de especial ou fundamentalmente excepcional da situação de São Januário, isso aí.

Speaker: Mas eu só realmente fiquei chateado com essa história toda.

Speaker: É, mas agora então vamos indo para nosso próximo, saindo desse clima baixo, né?

Speaker: Do Vasco e do Santos.

Speaker: Ambos com portões fechados, ambos jogando mal.

Speaker: Vamos para um time que está jogando muito bem atualmente.

Speaker: Um time que provavelmente está sendo top 3, top 4 melhores times do Brasileirão.

Speaker: Atualmente é o vice-líder e consegue mais uma vitória caixapante, um 5x1.

Speaker: Contra o Curitiba.

Speaker: E que 5x1, tá?

Speaker: E que jogo do Soares, principalmente, no segundo tempo?

Speaker: Pessoal, indo pro jogo, tinha-se muita especulação que o Soares ia se aposentar, né?

Speaker: Indo, na verdade, pra essas duas sequências de jogos.

Speaker: Tanto o jogo contra o Curitiba, que o Grêmio ganhou de 5x1, quanto o jogo pro América Mineiro, que o Grêmio ganhou de 3x1.

Speaker: Falava-se muito do problema no joelho do Luiz Soares, que existe.

Speaker: E ficou claro pra quem assistiu a partida que o Suárez é substituído principalmente pela dor no joelho, porque o segundo tempo ele começa o jogo o segundo tempo mancando.

Speaker: Você consegue ver a imagem de dor no semblante dele e que ele tava com dificuldade pra andar, principalmente nos replays que davam depois de um lance e ele ia com dificuldade pra andar e ele sai revoltado, ele ia agradar esse carinho da torcida, mas ele sai puto e dá pra ver que ele tá puto porque ele tá com dor.

Speaker: Porque ele não vai conseguir aguentar jogar o tempo todo.

Speaker: Inclusive, uma medida que tá sendo...

Speaker: tomada muito pelo Renato Gaúcho e tal, sempre em gramado sintético o Suárez não está jogando.

Speaker: Porque a grama, né?

Speaker: O Suárez está sendo poupado sempre em gramado sintético.

Speaker: Então é algo a se ver, provavelmente ele termina a temporada, mas foi nítido que ele tá assim com problema no joelho, tá óbvio pra todo mundo.

Speaker: Apesar dele fazer a comoração do gol dele e sair dizendo, deixa eles falarem, eles não sabem nada, deixa eles falarem.

Speaker: Mas sim, dá pra ver que ele tá com alguma coisa, mas não acho que ele vai se aposentar agora, pelo menos agora.

Speaker: E é muito o que foi visto dentro de campo, que o Soares mesmo jogando com só um joelho bom,

Speaker: teve dois gols e uma assistência nessas últimas duas partidas, além de ser peça fundamental na criação de jogo também do Grêmio.

Speaker: Não só nos gols que ele fez, não só nas assistências, mas na fluidez do ataque do Grêmio como um todo.

Speaker: É um jogador no auge dos seus 35, 36 anos de idade já.

Speaker: Ainda participa muito do jogo coletivo e é muito voluntarioso para apresentar opção de passe, para correr e atacar os canais com facões que trazem perigo e que esticam a defesa adversária.

Speaker: Mesmo com dores no joelho, mesmo sendo substituído no segundo tempo nas duas partidas, o Soares ainda é Luiz Soares.

Speaker: Ele se movimenta muito em campo, dá muita opção no passe, tem muita qualificação no passe e... Pô, é 3 passos na frente de qualquer jogador do Grêmio, pelo menos.

Speaker: 3, 4 passos na frente de qualquer jogador.

Speaker: Tem bons jogadores no Grêmio, como o Vina, Bitello, que está numa excelente fase.

Speaker: Cristaldo está legal também.

Speaker: Mas o Soares é muito acima de todos.

Speaker: É um cara muito absurdo.

Speaker: Que bom que ele está no Brasil.

Speaker: Que bom que ele está no Brasil e que bom que... Esperemos que não seja nada muito grave no joelho do Soares.

Speaker: E que ele consiga, com tratamento ou com recuperação, continuar atuando ainda no futebol brasileiro, que é um jogador muito acima da média.

Speaker: A gente já falou, foi o primeiro episódio do Pitada, foi a animação e antecipação do Luiz Soares jogar aqui no futebol brasileiro.

Speaker: E esperemos que a gente tenha pelo menos uma temporada inteira do Pistoleiro, que agrega demais ao futebol.

Speaker: Mas falando do jogo em si, a gente tem um começo de jogo bem difícil para o Grêmio, acho que principalmente porque Vini e Cristaldo no começo não estavam encaixados muito bem, eles não estavam conseguindo se entender muito bem ali naquele meio do campo, e o Curitiba chegou muito, chegou muito, teve oportunidades, o Grando fez duas, três excelentes defesas em sequência,

Speaker: O goleiro grande vem... Eu achava que o Brandon seria titular, mas o grande assumiu a titularidade e vem jogando bem.

Speaker: Vem fazendo suas defesas.

Speaker: Inclusive, fico curiosado, ele é o terceiro goleiro com mais defesas por jogo.

Speaker: Mas ainda não estou contando defesas difíceis, são só defesas.

Speaker: Mas é um cara que está sendo seguro.

Speaker: E o Curitiba estava chegando.

Speaker: Dito isso, inclusive... Mas com a chegada do Reinaldo, lá na frente...

Speaker: ele faz a finalização e acaba desviando no braço do jogador do Curitiba.

Speaker: Foi cruel.

Speaker: Foi quase tão cruel quanto aconteceu no Curitiba Internacional, onde o Curitiba termina o primeiro tempo com 9 finalizações a 0.

Speaker: E a primeira finalização do Inter é o pênalti que faz 1 a 0.

Speaker: Dessa vez não era 9 a 0, mas estava bem melhor no jogo.

Speaker: E vem o pênalti para o Grêmio, o Cristaldo vai lá, bate.

Speaker: Era dúvida no Cartola, nunca confie no Cartola.

Speaker: e foi isso 1x0 o Grêmio mas a gente tem um golaço do Aleph Man que se movimenta com muita liberdade no meio liberdade que o meio do campo do Grêmio deu principalmente no primeiro tempo no segundo deu muito menos porque teve muito mais a bola

Speaker: e foi bem mais efetivo mas no primeiro tempo muito espaço que o Curitiba conseguia nesse meio do Grêmio e numa tabelinha ali o Aleph Manga recebe a entrada e dá uma chapada excelente gol excepcional dele que ele estava em negociação com o Grêmio os rumores e ele manda a comoração fazendo ouvidinho pra torcida aí eu me pergunto pra quê?

Speaker: por quê?

Speaker: não entendi se ele for pra lá e aí qual é o clima que vai ficar?

Speaker: não fez muito sentido

Speaker: É, né?

Speaker: Coisas do futebol brasileiro, né?

Speaker: É comemoração e tirada de onda acima de tudo, mas realmente ficaria um clima um tanto quanto não legal se realmente se sacramentar.

Speaker: E no segundo tempo a gente vê uma mudança, principalmente de postura muito brusca do Grêmio.

Speaker: Foi absurdo.

Speaker: E aí veio tudo que a gente falou no começo.

Speaker: Veio o show do Soares.

Speaker: Soares, Bitello, Cristaldo.

Speaker: Eles ali, até o Vila-Santi apareceu pra festa.

Speaker: E o Vila-Santi tem aparecido pra festa.

Speaker: Tem aparecido pra festa.

Speaker: Já são três gols do Vila-Santi no campeonato brasileiro.

Speaker: Mesmo número que... E a temporada mais ardeira da carreira dele, né?

Speaker: É, mesmo número que Germancano, por exemplo.

Speaker: Artilheiro do Fluminense.

Speaker: É exatamente isso.

Speaker: E...

Speaker: Dito isso tudo, o Grêmio começou a chegar e aí era impossível.

Speaker: Curitiba não ia conseguir segurar Soares vindo, não ia segurar o Reinaldo vindo, não ia segurar o Bitelo vindo.

Speaker: E aí um dos gols, inclusive, do Grêmio, saindo uma jogada de ensaio de escanteio curto, pra quem é reter de escanteio curto aí, ó...

Speaker: onde vem toda ensaiada e o Bitello chute da entrada e faz um golaço, uma chapadíssima.

Speaker: E depois o gol do Soares no quarto é fora de série.

Speaker: Ele vê a defesa meio uma apostada, é uma falta que não tem nada a ver lá no meio de campo, na lateral ainda.

Speaker: Aí ele faz o facão e meio que obriga o Reinaldo a passar a bola pra ele.

Speaker: E nisso o Reinaldo passa, ele recebe só, deixa a bola aqui e cá, aí só dá aquela chapada dele.

Speaker: Bizarro.

Speaker: realmente e isso era meio um pouco do que eu falava na época que estava Pepe e Carbagio machucados ainda que esse Grêmio quando estava indo mal no Brasileirão tendo performances ruins e ainda assim conseguindo resultados é bom ressaltar o Grêmio nos seus piores momentos no Brasileirão ainda conseguiu ganhar jogos ou então tirar pontos importantes de partidas que ele não tinha

Speaker: nenhum direito de sair como vencedor pelo que foi apresentado em campo.

Speaker: Mas com a volta do Carbagio, ainda não voltou o PP, mas o Vila-Santi está cobrindo esse papel muito bem e até contribuindo com gols em chutes de fora da área.

Speaker: Com a volta do Carbagio e tendo o Vila-Santi lá, o Grêmio volta a conseguir jogar

Speaker: com o seu sistema de cinco meias, com a saída qualificada, né?

Speaker: Com o Vilaçante e o Carbagio qualificando muito mais essa saída de bola do Grêmio.

Speaker: O Carbagio fez meio que o trabalho sujo nessa partida contra o Curitiba, até mais do que o Vilaçante.

Speaker: Mas ambos têm uma qualidade de passe que...

Speaker: dão liberdade para jogadores como o Bitelo, dão liberdade para jogadores como o Cristalo estarem mais à frente no campo e saberem que a bola vai chegar neles sem terem que se sacrificar tanto na defesa, e principalmente o Luiz Soares nisso, porque tem jogadores na cobertura, no caso do Vilaçante e do Carbadio, e volta a funcionar aquele esquema do Grêmio de 5 meias,

Speaker: que a gente tanto falou no gauchão e que tinha tanta expectativa entrando nesse Brasileirão, que agora realmente está produzindo aquilo que a gente esperava produzir.

Speaker: Exato, e o mapa de calor do Grêmio fica claro como o Grêmio jogou para o Bitello.

Speaker: com o Bitello ali na esquerda, Suárez caindo pra esquerda, Cristaldo indo nessa triangulação, e o Reinaldo ali também, dando aquelas escapadas.

Speaker: É um lado esquerdo que ficou muito forte, o Reinaldo encaixou muito bem, vem jogando bem e já é um dos líderes de assistência do Brasileirão.

Speaker: Claro, o primeiro ainda vai ser o Gerson, devido a esse head-trick de assistência, a gente pode dizer assim, mas o Reinaldo que já deu duas assistências no jogo passado,

Speaker: dá uma assistência nesse jogo e faz a finalização que vira o pênalti, né?

Speaker: Realmente desencantou e tá conseguindo jogar muito bem esse lado esquerdo do Grêmio, tá sendo interessante, tá sendo muito forte.

Speaker: Reinaldo que virou ótima opção pro Cartola, né?

Speaker: O problema é que ele é muito 8x80, ou ele participa, produz...

Speaker: imita, tanto no Cartola quanto desbalanceia a partida, ou ele fica muito apagado e não tem stats base que segurem a pontuação dele.

Speaker: É um jogador que fica muito dependente da produção de gols e assistência.

Speaker: Eu, por exemplo, escalei o Reinaldo.

Speaker: Eu tava entre ele e o Juninho e o Capixaba, porque, óbvio, o outro era o Marlon, não tem como não ser o Marlon.

Speaker: Eu escalei o Capixaba.

Speaker: Ambos deram bom.

Speaker: Ambos deram bom.

Speaker: Acho que o Capixaba fez até mais, né?

Speaker: Ele fez 10...

Speaker: Não, ele fez 9,70, 9,89.

Speaker: O Reinaldo fez 7 e pouquinho, levou um amarelo, perdeu o SG, mas foi bem.

Speaker: Eu botei o Reinaldo pelo menos achando que talvez o Goiás conseguisse fazer um gol e contando que o Reinaldo faria uma assistência.

Speaker: Estava contando com uma assistência do Reinaldo.

Speaker: Aconteceu, o Reinaldo fez sua pontuaçãozinha e é isso.

Speaker: Agora, dando números à partida em si, o Grêmio que teve um x-gote

Speaker: De 4,41.

Speaker: Ou seja, realmente, não é surpresa que tenham saído 5 gols.

Speaker: E até do próprio XG.

Speaker: Até do próprio XG, o Grêmio criou chances equivalentes a 3,4 gols numa média de finalização, se você... no gol.

Speaker: O Grêmio fez sem pênalti, a gente tem que deixar um pouco claro também, que sem pênalti, baixo um pouco de xida pra 2.8, mas ainda assim, é um xg bem alto.

Speaker: E o Curitiba tem um xg de 1.08.

Speaker: E vale ressaltar que o xg do chute do Manga não é tão alto assim.

Speaker: O chute que sai o gol do Aleph Manga é um chute que vai ter um xg de 0.04.

Speaker: Foi dali que saiu o gol.

Speaker: Os outros um, só é a chance que o Curitiba chegou.

Speaker: Então, sim, o Curitiba não é um time morto.

Speaker: Apesar de que você olhando o resultado está sendo triste, mas o time está chegando.

Speaker: O Zago disse que o Curitiba é um time morto, né?

Speaker: Trocando em miúdos.

Speaker: É, é.

Speaker: O Zagos disse que o Curitiba é um time morto, mas aí vem dele dizer que os jogadores estão assim, que a diretoria é assim.

Speaker: E ele tá certo, porque esse time do Curitiba não é pra estar tão mal assim, não.

Speaker: Não um time de seis pontos.

Speaker: Eu acho um time melhor que o do Goiás, por exemplo.

Speaker: Sim.

Speaker: Eu não... A gente fez isso aí até na prévia.

Speaker: A gente achou que o Goiás era desses times verdes da parte de baixo da tabela, disparado o pior elenco de todos.

Speaker: Na minha cabeça o Curitiba é bem melhor.

Speaker: Bem melhor não, mas nome por nome é melhor que o Goiás.

Speaker: Sim.

Speaker: Os jogadores querem.

Speaker: Aleph Manga é muita bola.

Speaker: É um cara que é muita bola.

Speaker: O próprio Rodrigo Pino é um bom atacante.

Speaker: O Júnior Urso, bom volante.

Speaker: Então assim, não é um elenco pra você fazer seis pontos, na minha humilde opinião.

Speaker: Seis pontos em doze jogos, pelo menos não do Curitiba.

Speaker: O Curitiba tem 4 pontos, tá, Guilherme?

Speaker: Ah, é, quem tinha 6-0 o Vasco, tá certo.

Speaker: O que fica ainda pior, o Curitiba não ganhou ainda nesse Brasileirão.

Speaker: Os jogos foram 4 empates.

Speaker: É a única equipe que ainda não ganhou no Brasileirão.

Speaker: É o Curitiba.

Speaker: Pois é, e aí que eu pergunto, é time pra isso?

Speaker: Pra ser humilhado assim?

Speaker: Não, eu não acho.

Speaker: Mas, enfim, né?

Speaker: Mas assim, completando a notícia sobre o Curitiba, o Curitiba que no dia seguinte demitiu o Zago.

Speaker: No dia seguinte, ou hoje, nas 36 horas depois da partida, tirou o Antônio Carlos Zago do comando do Coxa e está agora em busca do seu terceiro técnico já, né, pra essa campanha do Brasileirão.

Speaker: Pois é, em 12 roladas já vai no terceiro técnico.

Speaker: Aí também não tem quem se segure na Série A.

Speaker: apesar de que os dois outros trabalhos também não iam muito pra frente, não.

Speaker: O melhor pro Curitiba, eu acho, nesse momento, não tem como não ser a queda.

Speaker: Assim, vai se estruturar, né?

Speaker: Reestruturar tudo, tudo, tudo.

Speaker: É, vai se estruturar com a SAF.

Speaker: É o maior contrato de SAF, por sinal, do futebol brasileiro.

Speaker: Em questão de promessa de investimento, tanto para a reforma do estádio e de aporte em contratações e de investimento no clube.

Speaker: E falando de valores absolutos, é uma promessa maior até do que foi prometido para o Vasco, do que foi prometido para o Botafogo e Cruzeiro.

Speaker: Então, assim...

Speaker: O momento atual pode não ser bom, e falando de momento atual não ser bom e ter que sofrer sobre isso aí eu entendo bastante, mas tem a oportunidade de uma reestruturação não tão distante.

Speaker: Essa é a única ressalva talvez dessa equipe do Curitiba atualmente.

Speaker: E é um time que é grande, grande assim, historicamente falando, tem Brasileirão, jogou Libertadores, tem Final de Copa do Brasil, grande não, vou dizer tradicional, e tem uma torcida apaixonada.

Speaker: Querendo dar uma torcida do Curitiba e apaixonada.

Speaker: É um time que faz sentido virar SAF, na minha cabeça, e que vai ter um retorno financeiro da torcida muito grande.

Speaker: É papo de virar um Bragantino com torcida, basicamente.

Speaker: É papo de virar, assim, não querendo comparar com um rival de cidade, mais uma equipe tão grande quanto ou até maior do que o Atlético Paranaense, né?

Speaker: Perfeito.

Speaker: Provavelmente.

Speaker: E o nosso Conto Pereira precisa de uma reformazinha, né?

Speaker: Um estado tão agradável.

Speaker: É um estádio emblemático.

Speaker: O Conto Pereira é um dos estádios mais emblemáticos do futebol brasileiro.

Speaker: Exato.

Speaker: Ele merece uma reformazinha.

Speaker: Eu espero, honestamente, que o Curitiba saia dessa situação, apesar de eu achar bem difícil.

Speaker: É, né?

Speaker: Bem difícil assim, né?

Speaker: Porque o Curitiba, pelos cálculos que o CIO fez, é uma notícia que eles geram antes do jogo do Grêmio, teriam que somar 54% dos pontos que eles tinham para disputar para escapar.

Speaker: Contando com o jogo do Grêmio.

Speaker: Refazendo agora os cálculos já subir para 55, 56.

Speaker: Realmente essa briga na parte de baixo da tabela, você não pode deixar pontos escapar.

Speaker: O Vasco ainda está em uma situação muito complicada e ainda assim está com 5 pontos à frente do Curitiba.

Speaker: Pois é. Pois é. O Santos que eu tanto estou xingando, tanto estou dizendo está 9 pontos à frente do Curitiba.

Speaker: E 4 à frente do Vasco.

Speaker: Muito por aquele confronto direto de 1x0.

Speaker: Aquele gol do David Washington foi bizarro.

Speaker: O cara é jeito, não tem jeito.

Speaker: O momento do Santos na partida.

Speaker: Agora tá assim, né?

Speaker: A defesa do Vasco ali, a gente tem que ser sincero que foi uma mãe e o Santos triangulou como se não tivesse ninguém.

Speaker: Parecia subir 15 a defesa do Vasco ali naquele lance, pelo menos.

Speaker: Eu tava só contextualizando, não precisa reviver traumas não na minha vida.

Speaker: Tudo bem, então tudo bem.

Speaker: Obrigado, perfeito, agradeço.

Speaker: Então indo agora...

Speaker: Para o próximo e último destaque desse primeiro bloco, o Fortaleza ganhou a sua segunda, desde o nosso último episódio, nessas duas rodadas seguintes, o Fortaleza quietinho, quietinho, vai conseguindo mais uma vez vitórias importantes, uma equipe que é muito bem montada e muito bem posta pelo Voivaldo também.

Speaker: E o Fortaleza tem uma curiosidade engraçada sobre que é uma das equipes mais constantes do Brasil, em termos de pontuação em casa e fora.

Speaker: A diferença de pontuação do Fortaleza para a pontuação em casa e a pontuação fora é a menor diferença que tem.

Speaker: O que eu estou querendo dizer?

Speaker: Um time, por exemplo, como o Botafogo tem 18 pontos em casa,

Speaker: Mas tem 12 pontos fora, isso tendo 6 jogos em casa e 6 jogos fora.

Speaker: O que dá uma diferença de 6 pontos, né?

Speaker: Que conseguiu produzir.

Speaker: Fortaleza tem uma diferença de 4.

Speaker: Em casa, tá invicto na temporada ainda.

Speaker: Mostrou a força do Castellão mais uma vez.

Speaker: Aquele Castellão que humilhou o Fluminense.

Speaker: Ganha do Galo, merecidamente.

Speaker: E fora de casa, apontou 8 pontos.

Speaker: São 3 histórias, 3 empates em casa e fora são 2 histórias, 2 empates e 2 derrotas.

Speaker: É muito constante.

Speaker: muito pouco se diferem.

Speaker: O time em casa e o time fora.

Speaker: Pelo menos em termos de pontuação.

Speaker: A menor diferença é só a do Corinthians, a do Galo, que são oito pontos em casa e onze fora.

Speaker: Galo que é o segundo melhor visitante, só perto do Botafogo.

Speaker: O Fortaleza... E desse jeito não conseguiu ganhar do Fortaleza, mesmo sendo o segundo melhor visitante.

Speaker: Perfeito.

Speaker: E o Fortaleza que meio que fez um tour, né?

Speaker: Do...

Speaker: dos times de Minas, ganhou do Cruzeiro fora de casa na 11ª rodada do Brasileirão, de 1x0.

Speaker: Jogo complicadíssimo, que o Cruzeiro até criou certas chances.

Speaker: Não seria injusto ter saído um empate, mas o Fortaleza conseguiu segurar a vitória.

Speaker: E jogando em casa ganhou do Galo, um jogo que o Galo vinha de uma sequência desgastante de jogos, o Hulk até reclamou disso.

Speaker: Mas fez por onde merecer o leão do PC, jogou mais do que o Galo, criou mais oportunidades, mesmo que na questão do XG foram ambos equipes de XGs extremamente baixos.

Speaker: mas o Fortaleza fez para envelhecer na partida, e está aí agora com 20 pontos no grupo desgarrado da parte de cima da tabela, e sem precisar se preocupar, como se preocupou no ano passado, com a luta pelo rebaixamento.

Speaker: Pô, e o Fortaleza vem bem, tá?

Speaker: Apesar de ter levado aquele 3x0 no Copa do Brasil para o Palmeiras, que eu não achei que foi para tanto, né, esse 3x0, você sabe mais do que eu, inclusive...

Speaker: Sim, eu assisti aquela partida todinha e realmente não condisse com o jogo a maneira que o Palmeiras abriu aquele placar.

Speaker: Exato, e ainda teve o pênalti que, na minha opinião, foi bem mal marcado, tá?

Speaker: Bem mal marcado.

Speaker: Mas e o Fortaleza também que a gente pode dizer que está muito forte nas bolas paradas.

Speaker: Tanto contra Cruzeiro quanto contra o Galo, as bolas paradas foram fundamentais para a vitória do nosso Fortaleza.

Speaker: Sim.

Speaker: O melhor representante nordestino atualmente.

Speaker: O melhor representante nordestino, o melhor elenco nordestino e que agora se reforça com o Marinho, né?

Speaker: Exato.

Speaker: O que você achou da postura?

Speaker: Você como torcedor do Santos que viu...

Speaker: o Marinho de perto naquela campanha de 2020 da Libertadores.

Speaker: O que você acha dessa contratação para o Fortaleza?

Speaker: Pô, eu gosto da contratação do Fortaleza, principalmente também porque é um time que gosta de jogar em campo aberto, correndo, sabe jogar nesse estilo de jogo, e o Marinho se adapta muito bem quando ele precisa correr.

Speaker: Se ele tiver que correr,

Speaker: ele tiver campo pra correr, ele vai ser muito bom.

Speaker: O problema dele é, por exemplo, ter que jogar em campo espaço curto, campo reduzido, precisando muito mais do passe do que das suas arrancadas.

Speaker: Ele ainda tem físico pra dar essas arrancadas.

Speaker: Apesar que um contrato de dois anos e meio, aí eu já acho bem demais, ainda mais com o tanto que ele tá recebendo.

Speaker: Mas, de fato, o...

Speaker: É uma boa contratação visando esse estilo de jogo.

Speaker: Contra o Fluminense, a gente lembra, o que o Fortaleza fez foi maluquice.

Speaker: Campo aberto total, Moisés correndo, dando fuga nos agregos do Fluminense.

Speaker: E eu vejo o Marinho encaixando nesse estilo de jogo, ele acompanhando o Moisés nesses contra-ataques.

Speaker: Vejo o Thiago Galhardo encontrando passes em profundidade pro Marinho.

Speaker: Pra mim vai ser um bom encaixe.

Speaker: Quero ver o Marinho.

Speaker: Que ele muito provavelmente vai ser a reposição do Moisés, né?

Speaker: Porque o Moisés já está negociado para sair nessa janela.

Speaker: Inclusive a maior venda do futebol nordestino.

Speaker: O Moisés que foi para o Cruz Azul do México por 24 milhões e meio.

Speaker: 24 milhões e meio de reais.

Speaker: A maior venda do futebol nordestino.

Speaker: Assim, sinceramente, eu não acho que o Marinho vai jogar tão bem quanto o Moisés jogou quando estava saudável, mas é uma reposição.

Speaker: Eu também não, mas eu acho que assim, para ter esse jogador que vai puxar o contra-ataque rápido, você perdeu um, trouxe outro.

Speaker: Jogam até em posições...

Speaker: Não tão próximas, porque o Moisés geralmente jogaria mais centralizado, embora o Fortaleza consegue jogar com dois atacantes, né?

Speaker: Exato.

Speaker: De ponta de lança.

Speaker: Mas... Com o Galeardo.

Speaker: Sim, perfeito.

Speaker: É exatamente como vem jogando, inclusive.

Speaker: Mas, assim, o Marinho vai ser essa válvula de escape no contra-ataque.

Speaker: Agora, o problema que você falou, realmente, o Marinho já tem 33 anos.

Speaker: hoje ele tem um físico para ainda ter a passada, para ter a velocidade de explorar a fragilidade de outras equipes no contra-ataque.

Speaker: Mas com 34, 35 anos, essa queda de velocidade de explosão acontece muito drasticamente e muito rápido.

Speaker: Então, pode ser algo que para o final do contrato do Marinho ele já não seja mais tanto essa válvula de escape.

Speaker: Pra mim o Marinho só se paga se esse ano ele jogar bem e o Fala Leyes ganhar alguma coisa.

Speaker: No caso, ganhar a Sul-Americana, né?

Speaker: Que é o que dá pra ganhar.

Speaker: E a Sul-Americana, que é o título mais provável, exatamente.

Speaker: Uma Sul-Americana que vem rechada de time bom, né?

Speaker: Pra ganhar, então vai ser um título difícil.

Speaker: Mas ele se paga se ele fizer essa temporada agora e ganhar esse título.

Speaker: Jogando bem, talvez tenha se paga, porque seria primeiro título grande do Fortaleza, né?

Speaker: Série A, Copa do Brasil, Copa Internacional, e o primeiro é a Copa Internacional do time do Nordeste.

Speaker: Claro, tem Copa Mercosul lá atrás, não sei o que, mas digo agora que virou Sul-Americano e Libertadores.

Speaker: Não, perfeito, eu concordo contigo.

Speaker: Eu acho que para o Fortaleza vale muito ter o título que o qualifica como uma equipe de nível continental do futebol sul-americano.

Speaker: E assim, se sair, realmente Vale qualquer contratação do Fortaleza Valeu Pra essa temporada Mas foram valores Ah, foram valores altos até Que o Fortaleza Deu no Marinho, né, no final das contas Bem comuns, né, pros times daqui do Nordeste Bem comuns pros times do Nordeste Que mostram a força econômica E o patamar que o Fortaleza chegou Como equipe realmente de nível nacional

Speaker: E é muito bonito isso que veio sem investimento de fora.

Speaker: Nem safo estou falando, estou falando como foi com o Galo que veio os mecenas, as próprias safes, nada disso.

Speaker: Foi se rechutando aos poucos, passo a passo, e com o próprio dinheiro, com a própria renda.

Speaker: Loucura.

Speaker: O próprio Palmeiras só chegou ao nível que está, obviamente, não só.

Speaker: Teve muito trabalho técnico e bons jogadores que

Speaker: desempenharam papéis importantíssimos.

Speaker: Mas se não fosse o aporte e o patrocínio da Crefisa no Palmeiras, o Palmeiras dificilmente viraria a máquina de empilhar títulos que o Palmeiras virou.

Speaker: Exato.

Speaker: Exatamente.

Speaker: Perfeito.

Speaker: Agora, fechando aqui, só com um adendo, se estamos falando já de contratações, a Enevalência chegou no Internacional, né?

Speaker: desembarcou em Porto Alegre e eu só tenho uma coisa pra dizer sobre isso.

Speaker: Se no Brasil ele for bom fazendo gol como ele é bom fazendo filho e irmão, vai ter gol, né?

Speaker: Vai ter gol.

Speaker: E vai ter filho, e vai ter pensão.

Speaker: Acho que não, acho que pensão não.

Speaker: Não, o pessoal que não lembra, ele se eu não me engano foi aqui no Brasil, eu não lembro onde é que foi exatamente o jogo.

Speaker: Mas em jogo...

Speaker: Representando a seleção do Equador, o Enevalência fingiu estar machucado

Speaker: pra não sair direto preso pra delegacia por falta de pagar a pensão dos filhos.

Speaker: Obviamente o cara tem oito filhos, aí fica caro realmente a pensão.

Speaker: É, de fato vai ficar um pouco complicado.

Speaker: Mas teve esse episódio também aí num passado não tão distante do artilheiro equatoriano de volta agora no continente sul-americano.

Speaker: Ele que passou pelo Emelec lá no começo da carreira dele e depois nunca mais tinha voltado.

Speaker: pro futebol sul-americano.

Speaker: E o Ener Valencia que é o rei de Copas do Equador, né?

Speaker: Tanto em 2014 quanto na Copa desse ano, ele conseguiu marcar seus três golzinhos.

Speaker: É muito importante pro time do Equador.

Speaker: Acabou que em 2018, que era uma chance clara do Equador vir pra Copa de novo, acabou não conseguindo.

Speaker: Em 2014 conseguiu tranquilo, porque o Brasil cedeu uma vaga, né?

Speaker: Já que era sede.

Speaker: Em 2022 eliminou a Colômbia.

Speaker: E botou o Peru pra... Pra repescagem, então... E é o cara desse time, né?

Speaker: Do Equador, que vem com uma geração muito boa, principalmente os caras do Del Valle, né?

Speaker: E que hoje estão na Europa, tanto no Brighton... Não só o Del Valle, quanto o Barcelona de Guayaquil também, revelando jovens promessas do futebol equatoriano.

Speaker: Mas, dito isso tudo, o nosso Valencia...

Speaker: Vai brocar, eu acho, tá?

Speaker: Sim, eu puxei aqui por sinal, o Enevalense foi em 2016.

Speaker: Ao minuto 82 do jogo, que terminou com vitória do Ecuador frente ao Chile, um amistoso, o Enevalense pediu para ser substituído por estar em dificuldades físicas.

Speaker: O que ninguém esperava é que o atacante abandonasse o estádio de maca com a máscara de oxigênio e fosse direto pro hospital.

Speaker: O motivo?

Speaker: A polícia ainda corria atrás do jogador por conta de falta de pagamento de pensão alimentícia.

Speaker: Isso aqui é notícia do Extra.

Speaker: Pô, caba gênio, pô.

Speaker: Puta merda.

Speaker: O cara saiu de maca, pô, pra não ser preso.

Speaker: O cara é um gênio do crime, que loucura.

Speaker: Fala dele agora.

Speaker: Fica aí, não só de estatísticas vive o Pitada, fica aí também curiosidades da história do futebol.

Speaker: Mas o Enne Valencia... Faz parte da vida, né?

Speaker: É, faz parte da natureza do ser humano, né?

Speaker: Perfeito.

Speaker: Mas o Enne Valencia realmente, se ele produzir 80% do que ele produziu no futebol turco e do que ele demonstrou a nível de Copa do Mundo já...

Speaker: ele vem para ter um impacto nesse time do Internacional, aquém do impacto que tem o Hulk no Atlético Mineiro, o Luiz Soares no Grêmio, o Tiquinho Soares no Botafogo, vai ser um jogador que vai agregar muito ao ataque colorado.

Speaker: E só para contextualizar, na atual temporada, o Enevalencia teve 33 gols e 7 assistências

Speaker: Em 47, 48, 49 jogos.

Speaker: Por aí.

Speaker: Fazendo a conta certinha, são 15, 17, 48 jogos.

Speaker: Média de quase um por partida, né?

Speaker: Quase um por partida.

Speaker: Isso.

Speaker: Exato.

Speaker: Quase uma participação em gol por partida.

Speaker: Mais de 30 gols no campeonato turco, que não é um campeonato fácil, tá?

Speaker: Não é. Muita galera fala, ai, o turcozão, não sei o que.

Speaker: Tem times muito bons, como o Galatasaray, que montou uma verdadeira seleção.

Speaker: Depois quem não acreditava lá, olha qual era o time do Galatasaray nessa temporada.

Speaker: E tem uma surpresa.

Speaker: Mas sim, o Enervalência é papo de top 3, top 5 contratações pro ano.

Speaker: Aqui pro futebol brasileiro.

Speaker: Vindas esse ano, óbvio.

Speaker: Não, realmente é um acerto gigantesco.

Speaker: do Internacional, que firmou o pré-contrato com ele lá atrás, né?

Speaker: Passou um tempo aí sem a gente nem escutar a notícia do Ener Valencia.

Speaker: Ener Valencia que foi o principal jogador da equipe do Fernand Bat, do Jorge Jesus, que terminou em segundo lugar, né?

Speaker: No Campeonato Turco.

Speaker: Não só jogou bem, mas também agregou pra equipe quase ser campeã

Speaker: de um dos principais campeonatos da Europa fora as cinco maiores ligas e o Inter que aí tava teve uma sequência péssima que o último jogo foi no Grenal de seis jogos com cinco derrotas e um empate conseguiu se recuperar hoje vive uma fase maravilhosa né apesar de ser eliminada a Copa do Brasil já são nove jogos de invencibilidade nove não oito jogos de invencibilidade na verdade

Speaker: Claro, tendo empate contra o Nacional e empate contra o Santos.

Speaker: De resto, só vitória que enfrentou Bahia, Vasco e Curitiba e América.

Speaker: Beleza que foi um calendário muito tranquilizado.

Speaker: Mas o Inter conseguiu embalar uma sequência legal, mesmo com esse calendário fácil.

Speaker: conseguiu, tranquilo, não tropeçou, e vem com um clima bom, né, com a torcida, não tão bom, mas bom com a torcida, vai dar pro Enevalência chegar e aí descarrilar de vez, e aí o Inter ir de vez, e sem freio.

Speaker: Sim, e é aquilo que a gente falou até, né, anteriormente, num campeonato que estão se criando dois blocos,

Speaker: o da galera que briga na parte de cima e o da galera que briga na parte de baixo com um abismo cada vez maior entre esses dois times, como você bem ressaltou, na diferença de pontuação do 13º colocado depois de duas partidas no Brasil no ano passado e o 13º colocado que hoje é o Santos.

Speaker: No Brasileirão atual.

Speaker: O Internacional hoje está firmemente.

Speaker: No bloco de cima.

Speaker: Está ali em sexto colocado.

Speaker: Empatado em 20 pontos.

Speaker: Com o Red Bull Bragantino e Fortaleza.

Speaker: Só há.

Speaker: Três pontos do segundo colocado.

Speaker: Que é o Grêmio.

Speaker: E só também.

Speaker: Há três pontos do décimo segundo colocado.

Speaker: Que é o Cruzeiro.

Speaker: Mas já está a sete pontos de distância.

Speaker: Do Santos.

Speaker: Oito pontos de distância de Bahia, Corinthians, Cuiabá.

Speaker: Então realmente se distancia dessa briga pelo rebaixamento.

Speaker: E agora com a chegada do Enevalência, as chances são mínimas de ver o Santos caindo para essa parte de baixo da tabela.

Speaker: Queria que fosse a chance do Santos.

Speaker: Queria, né?

Speaker: Queria que fosse a chance do Santos.

Speaker: É porque eu mencionei o Santos agora como desse no terceiro, mas realmente as chances são mínimas do Internacional estar nesse pelotão de baixo, tendo conseguido esse momento, essas pontuações chaves contra Vasco e contra outros times da parte de baixo da tabela e com a chegada do Enem Valencia.

Speaker: Foi muito importante pra mostrar que o Inter não faz parte da turma lá de baixo.

Speaker: Tava numa sequência de tipo, ei, então o Inter vai brigar pra cair também, não sei o quê.

Speaker: Ganhou de todo mundo e empatou com o Santos, beleza.

Speaker: Mas ganhou de todo mundo lá embaixo.

Speaker: E mostrou que tá acima, querendo ou não, tá acima desses times.

Speaker: E vai, pra mim, tá em sexto agora.

Speaker: Se não fosse o Enervalência, seria um time que, pra mim, seria favoritaço a ficar meio de tabela.

Speaker: Com o Enervalência, amigo...

Speaker: Esse time pode voar.

Speaker: Talvez não voe.

Speaker: Mas pode, pelo menos, brigar por uma Libertadores tranquilo.

Speaker: Ali sexto.

Speaker: Onde ele tá?

Speaker: Sétimo, sexto.

Speaker: Será que me liga em quinto lugar?

Speaker: Não sei.

Speaker: Só o futuro vai poder dizer.

Speaker: Mas eu gosto do Enervalência.

Speaker: E ele no Inter vai ser irado.

Speaker: E volta mais uma vez aquela história, entra ano, sai ano e ninguém sabe como o Internacional tá nas posições de vaga direta na Libertadores, ninguém sabe.

Speaker: Nunca, nunca ninguém sabe, quando viu o Inter foi vice do Brasileirão.

Speaker: Bizarro, não tava ruim um dia desse, sei lá, terceira rodada do Brasileirão?

Speaker: É sempre assim.

Speaker: E aí?

Speaker: O calendário ajudou muito o Inter, ainda mais com a chegada da Nervalência depois desse calendário e agora o Inter vai enfrentar o Cruzeiro, que é um jogo ali da parte de cima.

Speaker: Inclusive, é o jogo do Premier.

Speaker: Premier, a gente tem que lembrar, o jogo das 9 horas do sábado.

Speaker: Normalmente o Premier escolhe o terceiro melhor jogo para transmitir.

Speaker: porque os dois melhores normalmente são domingo com as 4 horas, que vai pra Globo.

Speaker: Premiere não, desculpa, Sport TV.

Speaker: Canal fechado, né?

Speaker: Canal fechado.

Speaker: É no canal fechado.

Speaker: E é como se fosse o Sunday Night.

Speaker: Sunday Night não.

Speaker: É o Saturday Night.

Speaker: Saturday Night, é. Sunday Night seria o jogo das 4 horas do Dúbio.

Speaker: Vamos, digamos, seria o... Como posso dizer?

Speaker: O Thursday Night?

Speaker: Não, é o Thursday Night.

Speaker: É o Monday Night Football.

Speaker: Pronto, é o Monday Night Football, só que sem ser na segunda.

Speaker: É que o Monday Night às vezes é um jogo meio merda, né?

Speaker: Normalmente é melhor.

Speaker: Não, aqui na NFL o Monday Night tem jogos melhores do que Thursday Night Football.

Speaker: Thursday Night Football que é a piada de que é sempre, sei lá, tênis e Titans contra Jacksonville Jaguars.

Speaker: Justo.

Speaker: E agora indo pro nosso segundo bloco, a gente vai pra um giro bem rápido da rodada.

Speaker: E a gente tem que começar com o jogo que abriu a rodada, né?

Speaker: O Atlético Paranaense 1, Corinthians 0.

Speaker: Um jogo que foi um amasso.

Speaker: Um amasso do Atlético.

Speaker: O Corinthians não viu a cor da bola no primeiro tempo, no segundo.

Speaker: Inclusive o Vitor Roque faz gol, bola na trave, tudo isso.

Speaker: E o nosso Corinthians tenta ver a cor da bola no segundo tempo, mas vira um jogo bem morno.

Speaker: Porque o Corinthians não consegue agredir mesmo e o Atlético recua as linhas.

Speaker: Nessa partida... É, nessa partida brilhou muito os talentos jovens do Atlético Paranaense.

Speaker: O Bento, no gol... Se bem que o Bento não foi tão acionado na primeira... O Bento foi lá só pra assistir o jogo.

Speaker: Ele assistiu o jogo dentro de campo.

Speaker: Não, no segundo tempo ele até que fez uma defesa ou outra ali.

Speaker: Mas...

Speaker: Principalmente Kelvin e Vitor Roque fizeram toda a diferença.

Speaker: Foi do...

Speaker: Foi do cruzamento do Kelvin que saiu o gol do Vitor Roque.

Speaker: Vitor Roque que entra, sai o jogo do Atlético Paranaense.

Speaker: Está marcando, está fazendo gol.

Speaker: Já são seis gols e duas assistências no Campeonato Brasileiro.

Speaker: E Kelvin que volta a mostrar o futebol que o qualificou como um dos melhores laterais do futebol brasileiro atualmente.

Speaker: E que a gente falou lá no começo do ano.

Speaker: É, que a gente falou lá no começo do ano e que ainda não vinha demonstrando no Brasileirão, mas que foi o melhor da partida, com nota sofascol de 8.1 e jogo muito completo, muito completo do lateral, que jogou mais de aula, né, nessa, num esquema com 3x.

Speaker: E o Fernandinho sempre ressaltando que o Fernandinho faz uma diferença gigantesca, é absurdo, o cara é absurdo.

Speaker: É brabo demais, é pouco falado, mas é brabo.

Speaker: Perfeito.

Speaker: E agora pro próximo jogo a gente tem um Fluminense Bahia que foi loucura.

Speaker: O que a gente assistiu foi uma loucura incrível o que aconteceu nesse jogo.

Speaker: Simplesmente a gente tem o amasso do Fluminense.

Speaker: Um amasso, um amasso do Fluminense.

Speaker: Amassa, amassa, amassa, amassa, amassa.

Speaker: E aí adivinha o que acontece depois de começar a amassar tanto.

Speaker: Gol do Bahia.

Speaker: Assim, tirando a fonte da minha cabeça, óbvio.

Speaker: O Lele vai e faz o gol.

Speaker: Exato, o Lele vai e faz o gol dele.

Speaker: E depois disso, o Lele e o Pirani fazem uma tabela perfeita, em que eles deixam quatro ou cinco defensores do Bahia para trás nas tabelinhas deles.

Speaker: O que foi muito feio, tá?

Speaker: Muito feio, como estava postado a defesa do Bahia.

Speaker: Principalmente depois que começou o segundo tempo.

Speaker: E o Pirani foi lá, o Gabriel Pirani sim, aquele que toda a torcida feminista odeia.

Speaker: Não, que você odeia também, né?

Speaker: Não, agora eu gosto, ele não tá no meu time.

Speaker: Como ele não tá no meu time, eu gosto dele agora.

Speaker: Como ele não tá no meu time, eu gosto dele.

Speaker: Igual eu gosto do Juan Seco, o Carabarral.

Speaker: Tá, beleza.

Speaker: O que a gente falou aqui?

Speaker: E aí o Pirani chuta colocado, faz seu gol.

Speaker: E o Bahia tem algumas chances no segundo tempo ainda, muito no abafo.

Speaker: E o Fábio faz algumas defesas miraculosas.

Speaker: Belo jogo.

Speaker: E dois é um Fluminense que volta ganhando o Brasileirão.

Speaker: Fluminense que estava num momento... Vinha virando um momento complicado pro Fluminense no Brasileirão.

Speaker: Tudo se desenhava pra mais uma derrota com um expulso perdendo de 1x0 pro Bahia em casa.

Speaker: Mas foi uma vitória que mostra muito o caráter e a resiliência desse time do...

Speaker: do Fernando Diniz, que a gente lembra em outras partidas, jogou bem e jogou muito bem posto, mesmo estando com a menos.

Speaker: Foi o caso do jogo contra o Flamengo na Copa do Brasil, no jogo de ida.

Speaker: Jogou muito bem organizado mesmo, estando com 10 jogadores.

Speaker: E fez mais uma vez, só que dessa vez, conseguiu arrancar o resultado dentro de casa e tirar mais 3 pontos para não se descolar de vez daquele pelotão de cima, né?

Speaker: Que está brigando pelo título brasileiro.

Speaker: Exato, o Fluminense que passou uma fase um perrengue, fase péssima dito isso, tá lá em quinto lugar ainda, 9 pontos atrás do Botafogo 9 pontos atrás do Botafogo, mas ali pro segundo colocado são 2 pontos então o time segue na parte de cima brigando tranquilo muito se deve ao fato de esses times também teriam oscilado um pouco, ou no começo do campeonato ou junto com o Fluminense ou como é o caso do Palmeiras que estavam oscilando agora Perfeito

Speaker: Indo agora pra Cruzeiro e São Paulo, Guilherme.

Speaker: Foi um jogo bem morno, né?

Speaker: Foi.

Speaker: Você estava assistindo Cruzeiro e São Paulo?

Speaker: Eu assisti Cruzeiro e São Paulo.

Speaker: É o jogo do Premier, inclusive por nome.

Speaker: Por nome.

Speaker: Vindo de história pra mim.

Speaker: É o segundo maior jogo da rodada.

Speaker: Só perde pra Santos e Flamengo.

Speaker: Mas... Foi um jogo bem morno.

Speaker: O Cruzeiro não conseguia finalizar.

Speaker: Teve um long goal que pra mim poderia ter sido do lado, tá?

Speaker: porque o Rafinha faz gol contra, porque ele só vai dar pra bola daquele jeito, porque tinha um cara atrás pra fazer o gol, e esse cara tava impedido, então assim, na minha concepção, era válido ter sido anulado, não foi anulado, e o Cruzeiro começou a tentar se pochar muito e sair nos contra-ataques, saia nos contra-ataques, São Paulo tentava pressionar, e quando chegava, conseguia a finalização, tinha um problema.

Speaker: O melhor jogador da rodada, Rafael Cabral,

Speaker: Nota só faz score de 9.2.

Speaker: Absurdo que ele agarrou.

Speaker: Pegou umas bolas milagrosas no primeiro tempo.

Speaker: No segundo fez excelentes intervenções.

Speaker: E o Cruzeiro acabou ganhando o jogo de 1x0 sem dar um chute a gol.

Speaker: Realmente sem dar um chute a gol.

Speaker: É bizarro.

Speaker: Essa foi a estatística mais interessante pra mim dessa rodada.

Speaker: Não, essa estatística dessa rodada foi loucura.

Speaker: Perfeito.

Speaker: Indo agora pra Red Bull, Bragantino e Goiás.

Speaker: O Bragantino que conseguiu mais uma vitória protocolar no Nabizão, né?

Speaker: Foi um 2x0 seguro em que o Bragantino mais uma vez criou um volume muito grande de finalizações.

Speaker: Foram 20 mil nas ações contra somente 4 do Goiás.

Speaker: Na partida todo o Goiás que não conseguiu chutar no gol em nenhum momento da partida.

Speaker: 60% de posse de bola do Bragantino, bem como 1.87 de XG contra somente 0.25 de XG do lado do Goiás.

Speaker: Foi um domínio absurdo estatisticamente e quem assistiu a partida viu isso.

Speaker: O Goiás não trouxe nenhum perigo para o gol do Bragantino na partida toda.

Speaker: E o Bragantino que atualmente é o terceiro melhor mandante do campeonato com 16 pontos.

Speaker: O único problema é que fora de casa são 5 jogos, 4 empates e 1 derrota.

Speaker: Não conseguiu vencer longe dos seus domínios, mas em casa está conseguindo fazer um verdadeiro caldeirão.

Speaker: Teve vitórias muito acachapantes.

Speaker: Ganhou do nosso Mingão de 4x0, ganhou do Santos 2x0.

Speaker: Ganhou do Vasco?

Speaker: Não, vai enfrentar ainda, é que eu tô pensando no futuro.

Speaker: Mas provavelmente vai ganhar do Vasco em casa.

Speaker: Ah, meu Deus.

Speaker: E fora, não conseguiu sua vitória ainda.

Speaker: São quatro empates e uma derrota.

Speaker: E aí é o que bota o time lá pros seus 20 pontos, junto com aquela galera ali que tá todo mundo com 20 pontos.

Speaker: Se tivesse com um desempenho um pouquinho melhor fora de casa, talvez tivesse brigando nas cabeças.

Speaker: Um desempenho como o do Botafogo, que tem seis vitórias em casa, em seis jogos, e quatro vitórias e duas derrotas fora.

Speaker: melhor campanha em casa e fora.

Speaker: Então, o Bragantino precisa se atentar um pouco a isso.

Speaker: Joga muito bem em casa, consegue fazer seu futebol, mas fora dos seus domínios está difícil.

Speaker: É, mas vem fazendo um ótimo campeonato brasileiro ainda.

Speaker: Não, com certeza.

Speaker: O Massa Bruta ainda é o segundo colocado em porcentagem de field tilt.

Speaker: É o time que lidera o Brasileirão em porcentagem de interceptação com pressão alta.

Speaker: 58,44% das vezes que o Bragantino faz pressão alta.

Speaker: no Brasileirão, ele consegue uma interceptação no campo do adversário, ou seja, tem uma distância muito pequena do ponto que recebe a bola para iniciar o ataque e chegar no gol com perigo, e não é nenhuma surpresa também, é o time que mais, digamos assim, atrapalha

Speaker: a criação ofensiva das outras equipes com essa pressão alta.

Speaker: E também dando mais uma denda das estatísticas, é o segundo time com menos passes per defensive action, ou seja, é o segundo time que menos deixa os outros times chocarem a bola até poder recuperar, só perde início para o Galo, que o Galo vem com números surpreendentes.

Speaker: mesmo depois que o Kuduê conseguiu se manter nesse estilo, e o Bragantino é o segundo, desde sempre, a gente já falou alguns episódios, que o Bragantino tá nessa, e realmente o Bragantino vai ficar nessa, provavelmente deve liderar o Brasileirão quando ele acabar.

Speaker: É um time bem absurdo, toca muita bola, principalmente no campo de ataque, a maior parte da pós-bola do Bragantino é, maior parte não, mas boa parte é lá no ataque, é interessante, é um jogo bem clopiano, né?

Speaker: É, é o time do Gig Impress no Brasil.

Speaker: É o time do Gig Impress.

Speaker: Essa estatística que eu dei, em porcentagem de interceptação do campo do adversário, é uma estatística de Gig Impress, de você realmente pressionar e usar essa pressão como maior, digamos assim, criador de oportunidade para o seu ataque.

Speaker: E o Bragantino faz isso melhor do que qualquer time no Campeonato Brasil.

Speaker: É interessante ver o jogo do Bragantino, ainda mais...

Speaker: sendo o último que eu vi, sendo, vim ao vivo, né, no caso, sendo o Bragantino e Flamengo.

Speaker: Ah, que delícia esse time do Bragantino.

Speaker: É muito bom de assistir, eu gosto de ver os jogos do Bragantino.

Speaker: E com isso fechamos, né?

Speaker: Fechamos os jogos do Brasileirão.

Speaker: Falta a gente dar aquela pincelada em América Internacional que a gente já comentou.

Speaker: Ah, a gente já falou.

Speaker: A gente já comentou, né?

Speaker: Que

Speaker: O Inter conseguiu mais uma vitória.

Speaker: É. E de novo a América liderando em finalizações, liderando em chute a gol, liderando em xg e perdendo o jogo.

Speaker: Isso aí é óbvio, sempre acontece, vai acontecer todo jogo.

Speaker: Eu inclusive ouvi um comentário de um amigo meu, que eu acho que posso trazer aqui pro pod, que o América Mineiro é nosso Norwich brasileiro.

Speaker: Pô, não sei se eu compro não, porque o América...

Speaker: Assim, eu compro acho que talvez por estilo de jogo e por onde está na tabela hoje.

Speaker: Mas o América Mineiro se manteve na Série A por muito mais tempo do que o Norwich sonha em se manter, né?

Speaker: Não, mas eu falo esse ano.

Speaker: Ah, perfeito.

Speaker: Esse ano está sendo o nome de Norwich do América.

Speaker: Então, tenta jogar bonito, consegue jogar bonito, joga para frente.

Speaker: E é a pior defesa do campeonato.

Speaker: Talvez o Vasco tenha sido mais Norrent nos últimos anos do que o América Mineiro.

Speaker: Não, mas aí você tá falando de campanha, não do estilo de jogo.

Speaker: É, não, do estilo de jogo é deplorável.

Speaker: Mas com essa nota, falando de dois times que estão calamitantes na briga pelo rebaixamento, chegamos ao fim de mais um episódio do Pitale de Clube.

Speaker: Muito obrigado mais uma vez pelo apoio, pela sua audiência nesse novo projeto que é o Pitale de Clube.

Speaker: Não se esqueça de estar sempre ativando as notificações para estar sempre...

Speaker: Valeu!

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